
2 de outubro de 2011
198 - Beber café numa chávena e não num copo de plástico (mais uma resolução do Zé Manel)

15 de novembro de 2010
183 - Comprar apenas café biológico, do comércio justo e torrado na região
E lá parti eu em demanda do santo graal dos cafés...
Em quase todas as lojas ou zonas de lojas dedicadas ao comércio justo há embalagens de café proveniente do comércio justo e/ou biológico... mas não são portuguesas... E eu queria um café que fosse as três coisas:
- biológico porque se, por exemplo, apenas uma família mudar, durante um ano, para café biológico, está a proteger 2800m2 de floresta tropical. Apenas uma família!!!;
- justo porque, tal como no caso do chocolate, trabalhadores são explorados (escravizados será talvez mais correcto nalguns casos) nas plantações de café "normais". Neste momento é a segunda mercadoria comercial mais valiosa (a primeira é o petróleo) o que deve corresponder a um "vale tudo", por parte das empresas, para chegar ao topo. O café foi o primeiro (e ainda hoje o mais vendido) produto de comércio justo. O filme black gold (seleccionado para vários festivais de cinema) retrata este mundo e parece-me muito interessante mas chegar às salas portuguesas é que não... Foi exibido, em Julho, na Gulbenkian, alguém viu?;
- e torrado por cá, pelos motivos do costume, já por mim explanados por aqui.

E não é que o descobri, mais perto (e rápido) do que pensava?
A Delta, marca 100% portuguesa, tem café biológico, café justo e café torrado em Portugal. Todos juntos num só? Parece que sim...
Segundo o apresentação interactiva no seu site, a marca adquire café (da maneira como está colocado tanto pode ser todo, como parte...) através do comércio justo, desenvolve acções para promover a capacitação dos produtores, a melhoria de condições dos trabalhadores e incentiva o cultivo de café de forma sustentável. Fá-lo, pelo menos, desde 2007. É a única empresa portuguesa certificada pelo Sistema de Responsabilidade Social SA 8000, e, pelas várias notícias que encontrei, parece fazer um esforço genuíno para o que os seus produtos sejam verdadeiramente sustentáveis.
Assim, todos os cafés serão provenientes de um comércio (mais) justo e de um cultivo (mais) biológico. Mas depois têm apenas um café de agricultura biológica certificado. E é por isto que fico confundida. Se calhar é porque é muito difícil todo o processo de certificação (algo que tenho aprendido ao longo destes meses) e não porque os outros não o sejam também. O que acham?
Mas têm também uma gama maravilhosa (!), a "Origens Seleccionadas Delta", com as variantes Timor, Colômbia, Manaus e Mussulo, que tem a certificação da Rainforest Alliance, que comprova não só a prática de uma agricultura biológica mas também a remuneração justa dos agricultores. Perfeito, não?

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8 de julho de 2010
159 - Não comprar café, para a máquina, em pastilhas


30 de março de 2010
150 - Pedir para não trazerem uma palhinha com a minha bebida
Esta é mais um daqueles gestos simples e pequeno, mas - e não sendo nada original - como diz o ditado: "grão a grão..."

se for para reutilizar palhinhas, é uma boa ideia...
Assim, mesmo sabendo que às vezes podem ser usadas para boas causas, mesmo tendo aprendido que já vêm do tempo dos sumérios (não deviam ser de plástico...), nunca mais vou olhar para uma palhinha como um objecto inofensivo...
E que tal começar a pedir sem palhinha?
1 de fevereiro de 2010
93 - Utilizar apenas um copo por dia

(este é uma versão de design contemporâneo...)
15 de novembro de 2009
15 - Deixar de consumir bebidas de lata

3 de novembro de 2009
3 - Deixar de beber água engarrafada
Além da qualidade da água, interfere também com o seu sabor, a qualidade/antiguidade das canalizações. Aqui, além da hipótese da substituição das mesmas, um bocadinho mais dispendiosa, há a possibilidade de instalar um purificador de água.
Quando éramos miúdos, e vivíamos na Maia, os meus pais compraram um aparelho que ficava ao lado da torneira e que tinha até um botão para aumentar o poder de purificação (seria?), quando queríamos lavar legumes, por exemplo. Depois avariou e nunca mais foi substituído. Anos mais tarde, devo confessar, aderimos aos garrafões de água… O meu irmão mais novo é muito “cheirinhas” e reclamava logo se lhe dávamos água da torneira (ainda torce o nariz quando bebe água aqui em casa). Agora há uma imensa oferta de purificadores de todos os tamanhos, cores e feitios (e preços). Pode ser até um simples jarro de água. Que tal não seja motivo para recusar a água da torneira!
Eu uso umas peças de cerâmica que comprei numa feira de agricultura biológica na Alfândega, há uns anos, e que se colocam, no jarro, copo ou garrafa de água. Mas nem as uso muito.
E se em casa já bebo água da torneira, fora de casa já não é bem assim. Na verdade até comprámos, há uns meses, no Ikea, 2 garrafas, de plástico é verdade, mas bem resistentes, com tampas iguais às das garrafas sport, para usarmos durante o dia, mas esqueciamo-nos muitas vezes e… lá vinha mais uma garrafinha de plástico.

