Mostrar mensagens com a etiqueta computador. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta computador. Mostrar todas as mensagens

16 de maio de 2011

194 - Utilizar o computador apenas à noite

.
Bom, esta é fácil!

Já tínhamos decidido ligar a televisão apenas depois das 22h (às vezes, temos uma ou outra recaída...), e sempre usámos a mesma lógica para ligar a máquina de lavar roupa. Isto porque temos o bi-horário diário: entre as 22h e as 8h a electricidade fica-nos mais barata (e indirectamente estamos a contribuir para poupar energia).

Agora, ao redifinir horários e acomodar novos hábitos e tarefas - e numa tentativa de ser "um bocadinho..." mais organizada - decidi guardar as horas depois do jantar para o uso do computador.

A verdade é que comecei a ficar (um pouco...) preocupada com o tempo que passo à frente do computador. Depois de anos e anos a trabalhar dia após dia (e às vezes noites também) em frente a um monitor, passei por um período bem tranquilo, em que - exceptuando algumas alturas de entregas de trabalho - estava poucas horas por dia no computador.

Gradualmente, voltei a precisar de mais tempo com este bichinho: mais emails a ler e a responder, posts a escrever, pesquisas a fazer, ir ao facebook... além de outras tarefas habituais.

E comecei a reparar que às vezes me perco, principalmente quando ando pela internet (óbvio!)...


Não tenho nenhum problema de dependência (ufa!...), pelo menos segundo este teste, que encontrei em vários sites: sou "uma utilizadora média. Por vezes posso até navegar na internet um pouco demais, no entanto, tenho controlo sobre a sua utilização". Fico mais descansada...

Assim, com as horas mais contadas, tenho que me coordenar melhor, porque não quero roubar tempo ao meu sono de beleza!

O engraçado (talvez não seja a melhor palavra...) é que ao andar à procura de informação para este post, descobri, precisamante, notícias sobre um estudo brasileiro e um outro americano sobre a influência do uso do computador à noite na qualidade do sono. Além de, na maior parte das vezes, o seu uso (e da televisão, consolas, ...) ocupar horas que deviam ser passadas a dormir, também a exposição à sua luminosidade desregula a produção de melatonina (responsável pelo sono), alterando os ciclos sono-vigília.

Até agora não senti nenhum efeito, nunca tive problemas de sono, mas vou estar atenta. Se tal acontecer vou começar a madrugar e a usar o computador até às 8h. Pois, pois...

Ah, e se me encontrarem pela internet durante o dia, ficam a saber que não estou em casa, mas - provavelmente - no meu espaço, onde, por razões várias, o computador está ligado na "hora de expediente"...

13 de julho de 2010

164 - Apagar os emails antigos


Este é um bom exemplo de "nunca tinha pensado nisto"... até que há uns tempos o Hugo Garcia, no facebook, a propósito dos cd's serem poluentes, referiu o facto de a internet ser, também, um problema ambiental. Tudo o que temos "guardado" no espaço virtual, tem que estar armazenado nalgum lado... "armazenado e replicado por questões de segurança", como diz o Hugo. E todos este processos gastam energia e geram calor "lá" no sítio (seja ele onde for), o que implica usar ar condicionado para arrefecer os equipamentos. Já viram o calor que emite um pc ou um portátil caseirinho? Imaginem os computadores/servidores (não sei se têm um nome mais técnico) "centrais"! Parece que a Google tem algumas preocupações a este nível.


Lá fui eu à minha conta de email (gmail) e vi que estava a ocupar 36% do espaço a que tenho direito (o qual, parece-me, está sempre a aumentar). É o problema do gmail: como não nos temos que preocupar com o facto da caixa ficar cheia, facilitamos... Lembro-me que no meu primeiro email, lia e apagava logo porque se não tivesse cuidado já não recebi "emails" novos!

Como apago todos os dias o spam, dediquei-me a limpar as caixas de entrada e de saída. Apaguei 900 mensagens!!! E fiquei a ocupar uns míseros 7%. Ainda assim pretendo fazer uma limpeza ainda mais profunda e reduzir esta percentagem. E, claro, manter a casa vazia... Também apaguei as mensagens no facebook e vou estar atenta ao meu álbum de fotografias do picasa, onde, apesar de tudo, ocupo apenas 5, 48% do meu espaço disponível.

Por isso, toca a apagar "emails" antigos e, já agora, não contribuam para o spam e, quando enviarem "emails" para mais do que uma pessoa coloquem os endereços em bcc (escondidos).

Boas limpezas!

17 de fevereiro de 2010

109 - Utilizar o Ecosia como motor de busca


Há um (novo) motor de busca que ajuda a salvar a floresta tropical: ecosia.
Não tem o fundo negro (ainda) como o blackle, que nos ajudando a poupar energia, mas, por cada simples pesquisa, gratuita, através do ecosia, ajudamos a salvar 2m2 de floresta tropical. Bom, não?

É uma parceria entre a Yahoo, a Bing e o World Wide Fund for Nature (WWF) e é financiado através de “cliques” em links patrocinados (que aparecem no lado direito dos resultados das pesquisas).


É fácil de instalar: basta fazer o download, depois é só definir o Ecosia como motor de busca por defeito (no meu computador fi-lo, dentro do internet explorer, na setinha mesmo por baixo do X para fechar a página, em manage search providers...) e já está. Adicionei-o na barra superior dos favoritos, mas basta colocar a palavra ou frase que procuro na caixa de busca (em cima, à direita) e esta é feita através do ecosia. Na página, em baixo ao meio, aparece a indicação de quantos m2 já "salvámos" e quanto já foram salvos desde o começo do motor de busca.

Sabe bem saber que "cada utilizador poderá proteger 2000 m2 de floresta por ano, o que corresponde aproximadamente às dimensões de um campo de hóquei no gelo. Além disso, se apenas 1% dos cibernautas de todo o mundo fizessem as suas pesquisas no Ecosia, a cada ano salvaguardava-se uma área de floresta equivalente às dimensões da Suíça."

Não dá para procurar imagens ou vídeos... mas para as buscas simples parece óptimo!

13 de fevereiro de 2010

105 - Limpar, periodicamente, o software do meu pc


Como tive sempre por perto um irmão "especialista" em informática nunca me preocupei com questões técnicas do meu computador. Quando algo não estava bem, chamava-o... Agora, que ele não está na divisão ao lado, tenho que ser um pouco mais do que utilizadora.

Quando pesquisava sobre como usar o computador de uma forma mais amiga do ambiente (o que me levou já a fazer algumas alterações), li que devemos limpar o software do nosso computador. O programa sugerido, em vários sítios, é o ccleaner (o primeiro c é de crap...), que podemos descarregar gratuitamente, coisa que fiz, e que "limpa" programas corrompidos, entradas incorrectas e arquivos temporários. Pu-lo a correr e em 104.375 segundos libertou-me 1.961,7 Mb. Tendo em conta que eu já fazia (e faço) o delete browsing history - dentro do internet explorer, nas opções de safety (isto assim fica giro... já pareço alguns economistas a usar termos em inglês, quase palavra sim, palavra não, nas suas explicações!) - que limpa tudo o que é relacionado com a internet, e que tenho sempre o meu caixote da reciclagem vazio, ainda é qualquer coisa!

Descobri, depois..., que o próprio windows tem um programa de limpeza, o Disk Cleanup (procurei-o através do windows explorer), que me indicava poder, ainda, libertar mais 7,5 Mb.
Para a próxima vez vou primeiro usar este e depois ver se o ccleaner é útil na mesma!
Ainda não sei qual deve ser a periodicidade, mas vou começar com uma vez por semana e ver no que dá...

Também há um programa (que se pode descarregar gratuitamente...), o SC-DiskInfo, que nos mostra como está a ser usado o espaço no nosso computador, permitindo-nos organizarmo-nos melhor. O meu até nem está nada mal!


Para quem tiver um computador "fixo": convém limpar, de 6 em 6 meses, o hardware. Abrir a "torre" e limpar, gentilmente e superficialmente, pó e sujidades acumulados.

Como sou completamente novata nestas andanças, aconselho-vos a consultar um especialista antes de efectuarem algumas das minhas sugestões... Posso ter feito tudo errado!

Se bem que o meu "bichinho" parece estar óptimo!!!

7 de fevereiro de 2010

99 - Participar em acções ambientais virtuais


Antes que me "batam", deixem-me dizer que esta ideia não é para substituir o "andar pelo meio do monte em contacto com a Natureza" ou o participar em outras acções reais de defesa do meio ambiente. É apenas mais uma maneira de ser ambientalmente activa, aproveitando mais uma ferrementa e o tempo que passo ao computador (independentemente de quanto tempo é, porque a maior parte destas acções ambientais demoram poucos minutos).

Hoje fartei-me de assinar petições, durante as minhas buscas pela net...

Esta é a maneira mais acessível de participar numa acção virtual. Podemos ir logo à secção ambiental do petition on line, mas aqui há de tudo, desde petições a favor do teletransporte até a "the lion has not went"... E muitas petições locais, como esta para salvar uma árvore com 100 anos em Singapura.

O melhor é chegar lá através de sites que tem sempre campanhas activas, como por exemplo a Quercus, que nos encaminha (dentro do site petitiononline) para uma petição a favor da reserva ecológica nacional (REN) ou, numa modalidade um bocadinho diferente, para a campanha contra o arroz transgénico, onde dão um exemplo de carta a escrever (e enviar) ao nosso Ministro da Agricultura a dizer-lhe para votar "contra qualquer autorização do arroz transgénico LL62".

Há tantos sítos que nos encaminham para outras petições e campanhas, que podemos escolher a que toca mais o nosso coração (animais, florestas, mares, ...). Temos, por exemplo, o partido pelos animais que neste momento tem uma petição contra a criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura; a Greenpeace Portugal tem a decorrer, já há algum tempo, uma campanha contra a comercialização de espécies de peixe de profundidade, onde podemos assinar a petição e/ou ajudar, investigando os nossos supermercados.

Há um sítio, o ecological internet, que nos encaminha para uma série de outros sítios, cada um na sua área (oceanos, florestas tropicais, clima, água,...), onde podemos participar em campanhas e fazer donativos. Escolhi ir ao Ocean Conserve (a protecção dos oceanos, mares e seus habitantes toca bem fundo nas minhas fibras...) que me encaminhou, por exemplo, para a Greenpeace Internacional e a sua campanha contra a caça às baleias nos mares do Japão.

Outra hipótese é inscrever-me na rede social "ecológica", a Care2 (já está!), onde, todos os dias, quando entro na minha página, me é sugerida uma campanha/petição, e onde posso participar em campanhas free click to donate (por isso há tanta publicidade nesta rede...).

De uma forma mais lúdica, há, por exemplo, no facebook (onde também nos podemos juntar a causas ambientais), um jogo, o My Forest, onde, virtualmente, plantamos árvores em países onde há florestas em perigo e assim contribuímos (através dos patriocinadores) para a Trees for the future e para que sejam realmente plantadas árvores.


Encontrei também uma organização engraçada, a XO Earth, que incentiva as pessoas a tomar 1 acção (virtual ou real) por dia em prol do ambiente, usando um XO (na roupa, nos acessórios, na pele), espalhando assim a ideia!

E agora vou voltar às medidas reais...

3 de fevereiro de 2010

95 - Quando precisar mesmo de imprimir, usar uma fonte ecológica


Já se sabe que o melhor é não imprimir.

Mas a ter que o fazer podemos tomar algumas opções que reduzam um pouco o impacto ambiental desta operação, sempre que for possível.

E friso o "sempre que possível", porque muitas vezes não podemos imprimir seguindo os passos seguintes (por exemplo, neste momento tenho que imprimir documentos para entregar numa Câmara Municipal e não posso usar o modo rascunho - é mesmo rascunho..., nem imprimir em folhas usadas):

- imprimir as folhas dos dois lados;
- usar papel reciclado (eu ainda não uso apenas reciclado porque cá por casa ainda há quase uma resma inteira de papel branco...);
- imprimir em modo rascunho/draft;
- imprimir no lado branco de folhas usadas;
- e claro reciclar os tinteiros e se der, antes disso, reutilizá-los (assunto nada consensual...).

E agora mais uma! Na verdade já existe há algum tempo, eu é que não sabia (obrigada Rita Gago da Câmara).

A ecofont (spranq eco sans regular). Uma fonte, gratuita e acessível através de download, que permite poupar 20% de tinta na impressão. Como? Usando a técnica do queijo emmenthal: fazendo buracos nos caracteres...
Depois de descarregar a fonte é só guardá-la na pasta das fontes dentro da pasta do windows e está pronta a usar.


Depois de impressa não se notam, à vista "desarmada", os buraquinhos, e até é uma fonte bonita (é baseada na Vera Sans)!

Também encontrei, para quem imprime páginas web, dois programas gratuitos (o print what you like e o green print) que permitem optimizar estas impressões, poupando papel e tinta.

E fico à espera que a cera sólida para imprimir fique acessível por cá e para outras marcas...

16 de janeiro de 2010

77 - Ter, a cada duas semanas, "um dia sem tecnologias"


Já tive muitos dias verdadeiramente sem tecnologia (sem entrar em grandes dissertações sobre o que é tecnologia porque se até a roda, talvez a maior invenção do Homem, o é...).

Quase todos os acampamentos, raid's e caminhadas que fiz/faço, enquanto escuteira e depois disso, foram/são sem as tais tecnologias: entre 1 a 10 dias (acho que, seguido, este foi o tempo máximo que assim estive) no meio do "monte", sem televisão, sem telemóvel, sem computador, sem rádio. Uma maravilha! Mas não há nenhum mérito nisto, porque, quem precisa de tais coisas, estando embrenhado na Natureza?

Complicado é fazer a mesma coisa mas aqui na cidade, num dia da minha vida habitual (à falta de melhor palavra). Mesmo escolhendo, desta vez, um sábado, dia tecnologicamente mais calmo para mim.

Desde o despertar, seguido de um passeio rápido, passando por um fim-de-manhã e uma tarde a preparar uma jantarada, até ao próprio jantar - que correu muito bem - e a pré-arrumação que se lhe seguiu, consegui:

- não ligar o computador nem, claro, aceder à internet (como tal, este post, apesar de, por questões práticas, ter a data de sábado, foi escrito no domingo...);
- não ligar a televisão (houve tempos e que me custaria mais);
- não usar o meu novíssimo ipod.

Mas não desliguei o telemóvel, e como estava a organizar um jantar, atendi, se não me engano, duas chamadas... e acabei por usar a aparelhagem para colocar a tal de música ambiente.

Confesso que, como este foi o primeiro "dia sem tecnologias mantendo-me no meu habitat", escolhi um dia que sabia estar preenchido, como que a servir de transição (não, não foi batotice!!!). Mesmo assim tive umas tentações: umas pausas em que pensei em ligar o computador e a net "só para ver se tinha comentários", uma altura em que tive acesso a outro pc, ligado, prontinho para ser usado...

Vejo agora que este vai ser o meu problema nos próximos "dias sem tecnologias": viver sem o computador. Tudo o resto será, penso, pacífico. Mas, ironicamente, desde que comecei este blog fiquei mais pc-dependente (os posts, os comentários, o facebook, o twitter,...). Vício este cada vez mais generalizado, havendo já um Shutdown Day, também com origem no Canadá, dia - lá para Maio - para abdicarmos do computador e reflectirmos sobre o seu peso na nossa vida. Até há ajuda, bem humorada, para os mais dependentes ultrapassarem este desafio.

O meu próximo dia será num domingo, dia que, agora no Inverno, é atreito à "pasmacice" e a estes vícios tecnológicos. Um verdadeiro desafio...

Já tenho uma lista de hipóteses de coisas (que não faço no meu dia-a-dia) para fazer nas horas que terei livres (dependendo da metereologia):

- passar o nosso passeio a pé de uma hora para um de duas ou três horas;
- ler - estudar não conta ... - uma tarde inteira (e não só uma ou duas horas);
- fazer um piquenique;
- ir de bicicleta até Espinho e voltar;
- aprender a fazer massa (pasta) fresca;
- montar o puzzle que está à minha espera no armário;
- visitar o Parque biológico de Gaia (só lá fui uma vez);
- matar saudades dos meus lego!!!!;
- ...


Não incluo nesta lista as caminhadas (quase) mensais a que vou, organizadas pela SPID, porque, tal como disse no início do post, nesses dias abdicar das tecnologias não é um desafio. Mas fica aqui a dica para quem nunca experimentou: passa o dia a caminhar pela serra, respirando ar puro, ouvindo os pássaros, o vento, os riachos e apreciando as belas paisagens naturais do nosso país.

15 de janeiro de 2010

76 - Optar, no Autocad, pelo fundo negro


Já troquei o wallpaper do meu monitor por um fundo preto e escureci o azul deste blog, já reduzi (muito) a luminosidade do ecrã e mudei o padrão de fundo do meu gmail. Mas estava a custar-me a alterar o fundo do Autocad, o programa de desenho que uso nas minhas “arquitecturas”.

Nunca usei o branco, mas também não conseguia usar o preto porque não gosto das cores primárias - mas em versão fluorescente... - que melhor se vêem neste fundo e que tão representativas são deste programa. Tenho usado um cinza que, desde que comecei este blog, fui escurecendo. Mas hoje foi o dia da alteração final: autocad preto. E foi uma surpresa! Como reduzi a luminosidade do meu monitor, agora já não me incomodam nada as cores mais vivas (continuo a não gostar do verde fluorescente) e tenho apenas que "avivar" ligeiramente as cores mais suaves que usava no fundo cinza.


Um bom "puxão de orelhas" para mim: Experimenta! Experimenta (quase...) sempre antes de tirares conclusões...

E como passo mais tempo no Autocad do que com o wallpaper activo, assim poupo bem mais energia.

4 de janeiro de 2010

65 - Reduzir o brilho do monitor do computador


Reduzir o brilho do monitor é uma óptima forma de economizar energia, além de que faz menos mal à nossa "vistinha"...

Ao verificar o brilho de nosso monitor vi que estava em quase 100% (não dá para ter a certeza, porque é uma barra horizontal não numerada). É, por certo, a definição que vem de fábrica, porque nem eu nem o Zé Manel tínhamos, até hoje, investigado tal domínio. E, como estávamos acostumados, nem nos apercebíamos do excesso de brilho.

Neste momento já está definido em cerca de 25%, e não notamos nenhuma "falha" de visibilidade. Quem passar muitas horas em frente ao computador deve até notar a diferença nos olhos (lembro-me que quando trabalhava assim muitas horas seguidas, havia finais de dia em que os olhos me ardiam).


No nosso pc, sobre o fundo do ecrã, clicamos no botão direito do rato e escolhemos screen resolution. A janela que aparece não é a pretendida mas se carregarmos em display, na barra superior, estamos logo no sítio certo. Depois é só escolher adjust brightness, e na barra que aparece em baixo, mexer no indicador de screen brightness. Vão diminuíndo gradualmente até encontrarem o brilho certo para vocês!

Se calhar há maneiras mais rápidas que o fazer, mas esta foi a que eu encontrei (não sou propriamente perita em computadores...)

31 de dezembro de 2009

61 - Usar o Blackle, em vez do Google


Para as buscas gerais serve perfeitamente. O motor de busca é o mesmo da Google, embora ao pesquisar a(s) mesma(s) palavra(s) nos dois, os resultados não sejam idênticos. O que não é negativo para nenhum dos "lados", apenas diferente.


O Blackle não tem as mesmas opções do Google: nem ferramentas de idiomas, nem a opção de escolher os resultados mediante a língua, nem - o que me faz mais falta - a busca por imagens. Há uma variante em português, com um nome também ele bem português: eco find. Mas, embora parecendo, também não tem esta opção (encaminha-nos para o Google...)

Portanto, embora não consiga, afinal, substituir completamente o motor de busca mais famoso do mundo (iria tal ser possível?!), o Blackle ajuda a reduzir a energia gasta a pesquisar no mundo virtual. Já o coloquei na barra do explorer para mecanizar o seu uso.

Só é preciso ter atenção para ver se o tipo de monitor que usa realmente permite esta poupança ou se está a fazer precisamente o contrário...

11 de novembro de 2009

11 - Acrescentar uma sugestão ecológica à minha assinatura de e-mail


Quando recebo mails de dois amigos meus, vem sempre - em jeito de rodapé - junto com o nome, qualquer coisa como: "pense bem antes de imprimir este email, as árvores agradecem". A ideia é óptima, a intenção também, mas acho que já quase ninguém imprime, salvo raríssimas excepções, emails.

Então que frase inspirada hei-de eu juntar ao meu nome e ao endereço dos meus blogs? Algo inspirador, mas não muito custoso de seguir...

Bem, para já ficou esta:

" vá a http://www.greenpeaceblackpixel.org, instale o black pixel e veja como um pequeno quadrado negro no seu ecrã poupa tanta energia! Imagine se todo o fundo do seu monitor for preto..."

Dá uma pequenina sugestão e deixa em aberta fazer um pouco mais.


Sou mesmo fã do meu quadradinho (talvez porque vejo-o sempre, seja em que programa for que esteja a trabalhar...). Estou sempre a ver quanto já poupei!

pós-post: só funciona (poupa...) em monitores CRT (tube) ou plasma.

9 de novembro de 2009

9 - Substituir o wallpaper do computador por um ecrã preto para poupar energia


Esta, pensei eu, vai custar-me um bocadinho... Parece estúpido, eu sei, mas gosto de escolher fotografias bonitas para o fundo do meu ecrã (normalmente do site da National Geographic)!

Quando comecei a procurar - na net claro - informação sobre quanto se poupa em mudar para preto o wallpaper do nosso monitor fui ficando confusa (quem me manda navegar em sites de informática): poupa energia, não poupa; depende do tipo de monitor: TFT, CRT, LCD (ah, este eu conheço...), uns poupam a preto, outros a branco... Mais confusa fui ficando... e descobri a solução! Liguei ao meu amigo Lima (Nuno), informático cheio de experiência e perguntei-lhe. Sim, poupa e (quase - esta ressalva é minha) todos os monitores de computadores aplicam tensão nos pixels para o ecrã ficar branco, logo quanto mais escuro menos consome.

E descobri que posso ter um wallpaper preto e giro! Agora uso este:

Entretanto instalei também o meu black pixel (sobre o olho do gato para o ver...), um projecto da greenpeace. Independentemente do fundo do monitor ou do programa que estejamos a usar ele está sempre lá, um quadradinho desligado, a poupar energia. Se pousarmos o cursor sobre ele, vai dizendo quanta energia poupamos até ao momento - já dá para ter uma ideia do que poupamos se o wallpaper for maioritariamente preto.

Se não quiserem adoptar já o ecrã negro, comecem por instalar o quadradinho. Mudam logo de ideia...

Se repararem também escureci o azul de fundo deste blog!

P.s. - se o vosso monitor "poupar a branco"... nada disto é viável...