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17 de março de 2010

137 - Substituir as lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas (?)


Quando experimentei usar menos lâmpadas no nosso candeeiro da sala, como forma de reduzir a utilização de iluminação artificial, já tinha começado a procurar mais informação sobre os vários tipos de lâmpadas (até já tínhamos substituído a lâmpada incandescente do candeeiro de uma das mesinhas de cabeceira por uma - oferecida por uma revista... - economizadora/fluorescente compacta).

Cá em casa temos:

lâmpadas de halogéneo (com um funcionamento semelhante ao das lâmpadas incandescentes, mas com a vantagem de "conseguirem recuperar o calor libertado pela lâmpada, reduzindo a necessidade de electricidade para manter a sua iluminação": produzem mais luz com a mesma potência e com o dobro da duração e emitem uma claridade constante), no candeeiro da sala;

fluorescentes tubulares, que já existem há muitos anos ("emitem aproximadamente a mesma luz que uma lâmpada incandescente convencional, gastando menos 80 por cento de energia"), na cozinha e casa-de-banho;

e incandescentes, as, agora, mais mal amadas (e que segundo o mesmo site "são indicadas para locais em que a iluminação é necessária por curtos períodos de tempo. Nessas situações consegue-se que tenham um período de vida mais longo, pois o desgaste do filamento pelo calor gerado na lâmpada é menor, não justificando o investimento numa lâmpada mais cara", ainda que sejam as de mais baixa eficiência energética).

São as incandescentes que devemos, segundo opinião generalizada, substituir pelas famosas fluorescentes compactas (que permitem poupar 80% de energia, reduzindo assim, em muito, as emissões de dióxido de carbono).

Fui comprar uma lâmpada fluorescente compacta (LFC) para o candeeiro da outra mesinha de cabeceira, mas ainda não estava convencida.

Não tanto que não seja mais económica em termos energéticos (pelo sim, pelo não - até porque encontrei muitas pessoas descontentes com o tempo de duração destas lâmpadas - guardei a embalagem, onde diz que "esta lâmpada tem um tempo de vida útil estimado em 6000 horas", e nela escrevi a data de início de utilização..., ), mas que seja, realmente, a melhor escolha a nível ambiental.

A minha primeira dúvida apareceu quando encontrei informação sobre o que fazer se uma lâmpada fluorescente se partir:

1 - ventilar a divisão onde estiver, abrindo todas as janelas;
2 - proteger as mãos com luvas de borracha e a boca com uma máscara;
3 - com muito cuidado colocar as peças maiores num contentor com tampa. Preferencialmente um de vidro com tampa de metal;
4 - apanhar as peças pequenas e o pó com dois pedaços de papel duro;
5 - deitar os vidros, o pó e o papel no contentor;
6 - usar qualquer tipo de fita adesiva para limpar a zona onde a lâmpada caiu;
7 - limpar de seguida com um pano húmido ou com papel de cozinha para apanhar todas as partículas;
8 - colocar tudo, fitas, panos e partículas no contentor, tapá-lo e etiquetá-lo;
9 - levar o contentor ao ecocentro mais próximo ou telefonar à câmara para o remover.

Assusta, não? (e a mistura de materiais diferentes que vão todos juntos para o ecocentro. Serão reciclados?)

Está bem, também é preciso ter cuidado com as outras lâmpadas, mas não tanto assim!
(Será exagerado?...)

O que têm dentro???

Mercúrio (todas as lâmpadas fluorescentes o contêm), cerca de 5mg (500mg contêm os termómetros antigos). No site da eco.EDP, que esclarece algumas dúvidas e "preconceitos" sobre as LFC, afirmam que apesar de conterem mercúrio, estas lâmpadas "contribuem para a redução de mercúrio no ambiente uma vez que, consumindo 80% menos energia que as lâmpadas incandescentes vulgares, requerem a produção de menos energia eléctrica – o que representa uma das maiores fontes de mercúrio no ar em consequência da queima de combustíveis fósseis".
Mas, pelos vistos, os trabalhadores chineses que as fazem (pelo menos uma grande parte delas), estão a ser envenenados, pois têm que manusear o mercúrio durante o processo de produção das lâmpadas...

Outra informação que me chamou a atenção: emitem raios ultravioleta.

A "radiação ultravioleta, a cintilação dos campos electromagnéticos e a luz azul" que emitem constituem risco de agravamento de doenças ligadas à fotossensibilidade, segundo a coordenadora da Eco-casa (na Visão de 5 de Novembro de 2009 - especial edição verde), facto este reiterado pela eco.EDP, que à pergunta "podem as lâmpadas economizadoras provocarem cancro?" diz que "este risco só se aplica a um grupo restrito de pessoas. (...) A agência de Protecção de Saúde do Reino Unido (HPA) realizou um estudo que revelou que uma LFC emite radiação ultra-violeta (UV) que pode ser prejudicial, apenas se ficarmos junto de uma LFC com uma distância de 2 centímetros ou menos, durante 2 horas, todos os dias"...


E foi por esta altura que, ao ler a revista Courrier internacional de Março de 2010 (emprestada pela minha amiga Isabel, que partilha as suas revistas comigo), dei com um artigo com o seguinte título:

"Verdes por fora, poluídas por dentro"

Primeiro parágrafo: «Algumas tecnologias "verdes", desde os automóveis eléctricos aos geradores eólicos, passando pelas lâmpadas de baixo consumo, utilizam uma família de metais pouco comuns: as "terras raras" (da Tabela Periódica dos Elementos). O mundo depende cada vez mais delas. O problema é que provêm quase exclusivamente da China e são extraídas por um das indústrias mineiras mais perniciosas para o ambiente, ainda por cima dominada por organizações criminosas.»

??????!!!!!!!!

Pois é, um desses elementos, o térbio, é usado nos fósforo das lâmpadas fluorescentes. Com o aumento da produção deste tipo de lâmpadas, aumentou a procura deste e as suas consequências são já visíveis: «onde outrora havia socalcos de arrozais ver-esmeralda, agora há encostas ressequidas, cobertas de cicratizes de argila estéril. Para extrair aqueles metais raros (...) os operários raspam o solo e deitam para fossas a argila salpicada de ouro que recolheram. Despejam lá para dentro solventes (frequentemente ácidos concentrados) para extrair as terras raras. Deste processo resultam compostos tóxicos que se infiltram no solo, contaminando cursos de água, destruindo arrozais e explorações piscícolas e poluíndo os lençóis subterrâneos.»
Nas jazidas abandonadas (esgotadas ao fim de três anos de exploração intensa), dez anos depois, ainda ninguém conseguiu voltar a plantar arroz...

A China produz 99% do térbio utilizado em todo o mundo!

Acho que vou ficar à espera de uma tecnologia LED mais acessível. Estas lâmpadas são ainda mais economizadoras que as compactas e não parecem ter componentes tão prejudiciais. São já apelidadas de "lâmpadas do futuro".

Entretanto, desculpem-me os defensores das LFC, mas acho que durmo mais descansada continuando a usar as velhas incandescentes (ou alterando os meus candeeiros para poderem suportar lâmpadas de halogéneo... Será possível?), até porque são os candeeiros que menos são utilizados.

A não ser que encontre fluorescentes compactas que não sejam fabricadas na China e que digam que o óxido de térbio usado na sua fabricação é de origem sustentável...

9 de março de 2010

129 - Usar mais a panela de pressão


Tenho uma panela de pressão "herdada" da minha tia, anterior moradora desta casa. Daquelas antigas e bem pesadas, baça e com riscos, mas com ar de que vai durar muitas gerações.

Até agora usava-a apenas para cozer feijões e outros grãos (que compro sempre secos e não de lata...) e, no Verão, a beterraba.

De tanto ler, em listas de sugestões ecológicas, "use mais a panela de pressão", fui eu procurar em que mais posso eu usar a minha, e descobri todo um mundo novo!

Fiquei a saber que há imensas pessoas com medo da panela de pressão. Embora não tenha encontrado nenhum testemunho de que alguma tenha "explodido".

Tive uma lição sobre a história e outra sobre o funcionamento desta pequena maravilha, onde também aprendi (depois de reflectir sobre isto e sabendo um mínimo de física, é lógico) que um terço da altura da panela tem que ficar sempre livre (algumas têm marcações) e que se tem que usar, pelo menos, 250ml (2 copos) de líquido.


E que quase tudo se pode cozinhar na panela de pressão e bem mais rápido (até 3 x mais), o que, claro, poupa energia (em até 70% em relação à cozedura tradicional)!

receitas (mais aqui) para todos os gostos (claro que predominam receitas com carne, mas são fáceis de adaptar, como esta de macarrão...) e até um livro que podemos descarregar gratuitamente.

Até pizza se pode fazer (esta eu vou experimentar, até porque agora só ligo o forno quando o rei faz anos)!!!

Só o barulhinho é que é um pouco chato...

Já experimentei cozer arroz integral (demorou uns 10 minutos). Só cozer, mas também dá para ficar pronto, seco e temperado. E também já cozi batatas para puré (5 minutos). Na lista das próximas tentativas está (além da pizza), cozer esparguete, cuscus e cozinhar arroz com legumes.

Para que não me aconteça como da primeira vez que cozi feijão (e que não quis ligar à minha mãe a perguntar quanto tempo era necessário) e que fiquei com um óptimo puré de feijão para sopa quando o pretendia cozido para uma feijoada vegetariana... procurei, e encontrei, uma óptima e completa (grãos, feijões, vegetais, frutas, ...) tabela de tempos (em inglês), para me guiar nas minhas novas experiências. Foi feita para as modernas panelas, que permitem regular a pressão, mas dá para ter uma ideia dos tempos necessários. Até porque estes também variam conforme o fogão (o meu é eléctrico).

Agora, para experimentar os legumes (normalmente cozo-os a vapor na bimby), também vou ver se consigo encontrar um "cesto vapor" (que se adapte à minha relíquia) que permite cozer a vapor e a pressão. Dois em um!

Ou talvez reformar a minha panela e arranjar uma digital...

"Não, não, Ema (ai a veia consumista...)!!!"

5 de março de 2010

125 - Ligar a televisão só depois das 22h


Achamos que, para já, não vale a pena ser radical e simplesmente deixar de usar a televisão... por isso vamos começar um pouco mais devagar.

Até porque, em comparação com o que tenho visto e lido, nem sequer nos podemos considerar viciados*: só temos uma televisão (na sala), bem normalzinha e não temos televisão por cabo; só os quatro canais abertos ao público em geral e, verdade seja dita, até são demais! E, em média, vemos nem duas horas de televisão por dia (tendo em conta que há dias em que vemos filmes, há outros em que nem ligamos a televisão).

O problema é que gostamos muito de filmes e como não dá para ir ao cinema tantas vezes como desejaríamos, vemos muitos deles... na televisão. Às vezes o Zé Manel também usa esta "caixa que mudou o mundo" para matar saudades de jogar playstation, por isso a televisão serve para mais do que... ver televisão!

E, nestes dias em que está a chover e está frio, dá-nos uma preguiça... e sabe bem não fazer nada a não ser ver um filme, enroladinhos numa manta...

Mas agora está a chegar a Primavera (e o Sol!!!) e já podemos voltar a passar mais tempo fora de portas (temos o privilégio de viver bem perto do parque da cidade e do meu amado Mar) e, mesmo dentro de portas, o calorzinho já nos puxa para fora da manta, para fazermos outras coisas (hobbys não me faltam...).


E pronto, a partir de hoje só vamos ligar este aparelho depois das 22h (temos o bio-horário), um pouco depois da hora a que, normalmente, chegamos a casa a seguir às aulas do fim-da-tarde/noite. Vemos o noticiário da rtp2 (o único para o qual ainda temos paciência) e, quem sabe, nalguns dias, um filme ou uma série...

O Zé Manel (a quem esta medida vai custar um pouco mais) estabeleceu uma excepção: quando dá algum jogo de futebol da equipa dele...

*Neste blog, de um publicitário (?) brasileiro, que começa com "A mídia possui um poder perigoso, porque pode ser sutilmente utilizada para dominar mentes...", encontrei algumas dicas (para quem for mais televisão-dependente) para ajudar a diminuir o vício... Tem boas sugestões para reduzir as horas que as crianças passam em frente ao televisor:

- remova a sua TV para um lugar menos importante na casa. Isto ajudará muito no seu processo de libertação (soa mesmo a vício...);
- esconda o controle remoto (lá está!);
- não permita a existência de uma TV no quarto de seus filhos, pois distancia-os da vida familiar e do contacto com os demais membros. Não os deixa dormir bem e também torna difícil controlar a programação imprópria para menores (nunca tive televisão no quarto);
- não assista a TV durante as refeições, pois é um óptimo momento para se cultivar o diálogo familiar (sempre assim foi em nossa casa, onde aliás, também só havia uma TV);
- determine claros limites para se assistir aos programas da TV, por exemplo, meia hora, uma hora... Estabeleça as normas de forma positiva, isto é, não diga: "não vais ver televisão!", mas "podes ver tanto tempo por dia" ou "vamos fazer tal coisa";
- não use a TV como "ama!. Faça com que os seus filhos participem das tarefas domésticas, para que se sintam úteis. Dê-lhes a oportunidade de sentir que podem ajudá-lo bastante;
- fixe alguns dias da semana como dias sem TV e realize noites de entretenimento familiar;
- não faça da TV instrumento de recompensa ou castigo pois isto aumenta ainda mais o seu poder de influência;
- ouça rádio ou as suas músicas favoritas ao invés de deixar a TV ligada numa outra divisão da casa, usando-a como "som ambiente";
- não pague para assistir TV, ao invés, utilize essa verba para comprar jogos ou livros (boa!);
- não se assuste se o seu filho lhe disser: "não tenho o que fazer!". Isto irá despertar-lhe a criatividade;
- não permita que a TV supere o mais importante: o diálogo familiar, a criatividade, a leitura e a diversão;
- pense sempre na possibilidade de assistir cada vez menos TV. Quando conseguir libertar-se, ficará espantado com quanto tempo perdeu para se dedicar à família, à criatividade, ao amor e às outras formas de entretenimento. Contudo, após a libertação, passará a controlar o botão de liga/desliga da TV... E o mais importante: à hora que bem quiser! (esta parte soa mesmo a AA - pelo menos do que vemos nos filmes... - depois dos 12 passos, o 13º é a libertação!).


1 de março de 2010

121 - Subir (e descer) as escadas em lugar de ir de elevador


Isto é algo que até já faço. Normalmente. Até porque não há muitos elevadores na minha vida, neste momento. Vivo num rés-do-chão não muito rés, porque subo "meio lanço" de escadas (mesmo que vivesse no 2º e último andar iria de escadas, porque o prédio não tem elevador...), o nosso espaço é num rés-do-chão mesmo rés, e só num dos sítios em que dou aulas é que existe elevador, mas costumo subir os dois pisos pelas escadas. Uso o elevador quando vou ao cinema e, às vezes, também quando vou visitar alguns dos meus amigos, porque, sejamos sinceros, as caixas de escadas dos edifícios de habitação não são muito agradáveis (a minha "sobrinha" Inês, de 7 anos, pede para não ir pelas escadas, quando a levo a casa, porque não gosta muito das aranhas que andam por lá)...


E, lembro-me eu agora: temos, quase sempre, que acender a luz, porque as caixas de escadas são escuras como breu. O que gasta mais energia: usar o elevador ou acender a luz (normalmente quando o fazemos, acende automaticamente nos pisos todos)?

Penso que será o elevador, mas (ainda) não encontrei resposta, só dicas para reduzir o gasto energético, colocando sensores de movimento nos patamares das escadas (aqui fica a sugestão).

Bom, posso sempre juntar a este desafio o não acender a luz (ai, ai!) e passá-lo para "subir (e descer) as escadas - às escuras - em lugar de ir de elevador"... Já o faço quando chego à noite a casa, mas, como disse, é só meio lanço e entra luz do candeeiro público pelas janelas (é um prédio antigo) das escadas.

Mas pronto a partir de hoje, e (pelo menos) até ao fim deste desafio não uso mais elevadores!

Espero não me vir a arrepender (lembro-me de um filme em que o protagonista, por fobia, penso, subia e descia, todos os dias, uma imensidão de degraus...) porque, sei lá, vou de férias a algum lado onde tenho que subir muitas escadas para apreciar a vista! Ou porque, muito simplesmente, tenho que fazer mudanças para um 2º andar...

Tendo em conta o (pouco) número de escadas que subo e desço diariamente, não vou sentir os efeitos deste benéfico exercício (atenção apenas a quem tem problemas nos joelhos, principalmente ao descer), mas no fim do mês digo-vos se sinto alguma diferença!

21 de fevereiro de 2010

113 - Deixar de usar o mini-aspirador


O mini-aspirador era, até hoje, o único electrodoméstico cá de casa que mesmo quando não estava a ser usado, ficava ligado à corrente (de outra maneira, quando o quisséssemos usar, estaria descarregado...). A sua luzinha vermelha continuamente acesa lembrava-me desse facto sempre que passava por ele...

A minha consciência não me deixou continuar a usar, por comodismo, este pequeno sugador de energia.


Na verdade, quase só o usávamos para aspirar (apesar de ser umas três ou quatro vezes por dia...) o serrim que cai do lado de fora da casa-de-banho das nossas gatas (uma delas é compulsiva e o seu ritual de "cobrir o que faz" ultrapassa os limites da caixa fechada!).

É algo que podemos fazer com o nosso aspirador "normal"*, que até é pequeno e está quase mesmo ao lado... Dá um bocadinho mais de trabalho, claro, mas nada que transtorne a nossa vida.

Assim, esvaziei-o, lavei-o, limpei-o e guardei-o, para não cedermos à tentação...

*melhor ainda (acrescentado pós publicação do post, por sugestão de terceiros...): usar o apanhador e a vassoura (às vezes as coisas mais simples passam-me ao lado)!!!

18 de fevereiro de 2010

110 - Limpar lâmpadas e candeeiros regularmente


Nós até temos cuidado com a limpeza do nosso pequeno apartamento, não vão pensar, pelo título deste post, que não somos adeptos de tal actividade. Até porque com 3 gatas se não o fizéssemos vivíamos no meio de uma mistura de pêlo e de serrim e de ocasionais folhas trazidas do exterior...

Mas há coisas que, por inexperiência, ficam esquecidas e os candeeiros estão neste departamento. Não os de mesa, nem os suspensos (sala, quartos), mas os que estão lá em cima, "colados" ao tecto (cozinha, casa de banho).

Ao ler no 30 coisas simples que você pode fazer com energia para salvar a Terra*, que "... o pó acumulado sobre uma lâmpada ou a sujidade retida nos suportes pode reduzir a luz produzida em cerca de 10%..." lembrei-me que, desde que aqui estamos (há uns dois anos e tal), nunca limpámos os candeeiros (daqueles rectangulares feiinhos, de armadura, com lâmpadas fluorescentes) da cozinha e da varanda fechada, nem o redondo (também com o mesmo tipo de lâmpadas) da casa de banho!


Portanto hoje, munidos de escadote, fomos rectificar esta falha. Como é possível uns suportes tão fechados acumularem tanto pó?!

E realmente faz uma certa diferença (ou será psicológico?). A nossa cozinha parece um pouco mais luminosa!

* The Earth.Works Group, Difusão Cultural, Lisboa 1993

14 de fevereiro de 2010

106 - Usar o forno só em ocasiões especiais


O forno cá de casa é antigo, de uma marca portuguesa que já não existe, a Leão. Aparentemente é um óptimo forno (eléctrico...) e funciona muito bem, apesar de só ter um botão para regular a temperatura e não permitir opções de tipos de funcionamento (o que até é bom, pois parece que a função grill é a que gasta mais energia).

Mas nós somos duas pessoas cá em casa. E ligar um forno grande para fazer um assado para dois é, sem dúvida, um desperdício de energia. Por isso, a partir de hoje, só fazemos assados em dias especiais (muito especiais se formos, na mesma, só nós os dois...).

Há outras medidas que ajudam a reduzir o gasto energético do forno tradicional:

- evitar abrir a porta do forno durante a sua utilização, pois este vai precisar de bastante energia para recuperar a temperatura a que estava anteriormente (perde cerca de 20% do calor acumulado, a cada abertura);
- tal como no caso do fogão, desligar o forno algum tempo antes de finalizar o assado;
- evitar o pré-aquecimento. Regra geral, só é mesmo necessário quando fazemos bolos ou souflés.


E ainda hei-de fazer um forno solar!

13 de fevereiro de 2010

105 - Limpar, periodicamente, o software do meu pc


Como tive sempre por perto um irmão "especialista" em informática nunca me preocupei com questões técnicas do meu computador. Quando algo não estava bem, chamava-o... Agora, que ele não está na divisão ao lado, tenho que ser um pouco mais do que utilizadora.

Quando pesquisava sobre como usar o computador de uma forma mais amiga do ambiente (o que me levou já a fazer algumas alterações), li que devemos limpar o software do nosso computador. O programa sugerido, em vários sítios, é o ccleaner (o primeiro c é de crap...), que podemos descarregar gratuitamente, coisa que fiz, e que "limpa" programas corrompidos, entradas incorrectas e arquivos temporários. Pu-lo a correr e em 104.375 segundos libertou-me 1.961,7 Mb. Tendo em conta que eu já fazia (e faço) o delete browsing history - dentro do internet explorer, nas opções de safety (isto assim fica giro... já pareço alguns economistas a usar termos em inglês, quase palavra sim, palavra não, nas suas explicações!) - que limpa tudo o que é relacionado com a internet, e que tenho sempre o meu caixote da reciclagem vazio, ainda é qualquer coisa!

Descobri, depois..., que o próprio windows tem um programa de limpeza, o Disk Cleanup (procurei-o através do windows explorer), que me indicava poder, ainda, libertar mais 7,5 Mb.
Para a próxima vez vou primeiro usar este e depois ver se o ccleaner é útil na mesma!
Ainda não sei qual deve ser a periodicidade, mas vou começar com uma vez por semana e ver no que dá...

Também há um programa (que se pode descarregar gratuitamente...), o SC-DiskInfo, que nos mostra como está a ser usado o espaço no nosso computador, permitindo-nos organizarmo-nos melhor. O meu até nem está nada mal!


Para quem tiver um computador "fixo": convém limpar, de 6 em 6 meses, o hardware. Abrir a "torre" e limpar, gentilmente e superficialmente, pó e sujidades acumulados.

Como sou completamente novata nestas andanças, aconselho-vos a consultar um especialista antes de efectuarem algumas das minhas sugestões... Posso ter feito tudo errado!

Se bem que o meu "bichinho" parece estar óptimo!!!

9 de fevereiro de 2010

101 - Descongelar os alimentos no frigorífico


Não que usemos muitos congelados, mas, às vezes, quando cozinhamos, fazemos um pouco a mais e congelamos* para aqueles dias em que não temos tempo ou não nos apetece cozinhar... normalmente sopas e estufados. Neste momento também temos bastantes tomates no congelador, porque este Verão os tomateiros da horta da minha mãe fartaram-se de produzir e deu para comer tomate de todas as maneiras possíveis e imaginárias, fazer molhos de todas as espécies e feitios e ainda congelar. Ah! E algum peixe para o Zé Manel.

E como esta medida poupa energia? Ao colocarmos os alimentos no frigorífico para descongelarem, aqueles "dão frio", diminuindo o trabalho deste para arrefecer a temperatura no seu interior! Pode ser pouco, mas todos os bocadinhos contam.

Claro que isto envolve alguma programação, porque desta maneira a descongelação demora cerca de um dia (dependendo da zona do frigorífico onde se colocam os alimentos em questão). Mas é uma questão de hábito (embora não resulte quando decidimos, no momento, que não nos apetece cozinhar...).


Por outro lado este método, além de ecológico, é mais seguro porque (o que eu não sabia), por questões de saúde, não se deve descongelar alimentos à temperatura ambiente (em especial carnes e peixes...) mas a temperaturas inferiores a 4º. Acho que nem mesmo nos dias mais frios a nossa cozinha atinge esta temperatura...

* ver aqui uma pesquisa óptima, cheia de dicas de como congelar, convenientemente, diferentes alimentos.

8 de fevereiro de 2010

100 - Desligar o fogão (eléctrico) antes do fim da cozedura


Esta é daquelas coisas que eu sei, o Zé Manel sabe, mas que nos esquecemos muitas vezes, normalmente porque nos distraímos...

Como temos uma bimby (que, acho eu, é ecológica porque, entre outras coisas, não usa temperaturas muito elevadas, permite cozinhar ao vapor e tem tempos exactos de cozedura) deixámos de usar o fogão para algumas coisas do dia-a-dia (sopas, cozidos) e muitas outras dos dias especiais.... Mas eu (o Zé Manel não...) continuo a fazer o arroz no fogão, porque não gosto tanto do da bimby, e a cozer as massas (aqui preferimos os dois). E fazemos os grelhados, os "guisados", os rissotos, os salteados (no Wok), ...


Como ambos estávamos habituados a fogões a gás, agora andamos a testar quanto tempo antes podemos desligar o disco, para que o que está a ser cozinhado fique bem, sem termos que voltar a rodar o botão... Por exemplo, no arroz "à portuguesa" é fácil: depois de ferver, reduzir para o mínimo e passados 7 minutos desligar.

Mas temos uma dúvida, nas preparações que precisam de um certo tempo de cozedura (tipo um guisado). Gastamos menos energia se:

- deixarmos mais tempo na temperatura mais alta, o que reduz o tempo em que o disco está ligado (mas a uma temperatura alta);
- ou, baixar logo a temperatura, quando começa a ferver, o que prolonga o tempo em que o disco está ligado (mas a uma temperatura baixa)?

O que acham?

31 de janeiro de 2010

92 - Colocar "chouriços" nas janelas


Em vez de comprar ou até mandar fazer numa senhora "para os lados de Entre-os-Rios" de quem o meu primo Carlos tem o contacto... resolvi fazer eu os 2 rolos, ou tapa-frinchas, ou "chouriços", para colocar nas nossas janelas (de guilhotina), ajudando, assim, a diminuir as fugas de ar quente.

Não estava à espera que ficassem tão giros como os da Gabriela, mas pensei que fosse mais fácil de fazer, mesmo para alguém como eu, que não percebe nada de costura.


Resolvi reutilizar umas velhas calças de ganga para ficarem uns rolinhos bem resistentes e aguentarem a areia e possíveis ataques das gatas, mas na minha ignorância esqueci-me que a ganga é um tecido grosso...

Bom, ainda não estão prontos, mas depois de finalizada esta tarefa ponho aqui as fotografias do meu "árduo" trabalho!

29 de janeiro de 2010

90 - Baixar a temperatura do cilindro de água quente


É sempre bom saber, quando estamos a tentar diminuir os nossos gastos energéticos, que o nosso cilindro (ou termoacumulador) é a forma mais poluente de aquecer a água...

A (única?) coisa boa é o facto do nosso cilindro estar colocado mesmo por cima do lava-loiças (se bem que agora não usemos água quente para lavar a louça), na parede que separa a cozinha da casa-de-banho, o que faz com que as perdas de calor sejam bem menores. Mas a juntar ao facto de que ter um cilindro é mau, o nosso está nu! O que quer dizer que se perde calor pelas paredes do tanque... ai, ai!

Já tenho uma nova medida para breve: isolar o nosso cilindro.


Uma coisa que podemos fazer para atenuar o gasto deste "monstrinho" é baixar a temperatura do cilindro, que normalmente está nos 60º, para 50º.

Portanto lá fui eu procurar o termostato e respectivo "regulador". Eu procurei, o Zé Manel procurou, procurámos os dois juntos... e nada.

O nosso cilindro não tem termostato visível (como têm muitos que vi pela net), nem nenhuma tampa de algum compartimento secreto onde possa estar escondido. Ou se tem escapou à nossa intensa vistoria.

E agora?

Descobri o plano B, que agora até parece melhor que o A:

desligar o cilindro e ligá-lo apenas uma hora antes de precisarmos de água quente, o que cá em casa se resume à altura dos duches. Como temos o bi-horário, vamos ter que passar a tomá-los algures entre as 22h e as 7h...

É pena o poliban não permitir tomarmos banho juntos, sob risco de um de nós escorregar e lesionar-se seriamente. Esta é que seria uma bela medida!

Entretanto, a minha amiga Carla, que trabalha na área dos materiais de construção, lembrou-me que existem temporizadores, para não termos que andar a ligar e a desligar a ficha da tomada. Mais uma coisa para procurar.

E também aprendi que para funcionar bem e durar mais tempo devemos, de três em três meses, drenar 1/4 da água do cilindro, a partir da válvula na parte inferior do depósito (para prevenir o aumento da sedimentação de materiais).

Terei coragem?

28 de janeiro de 2010

89 - Calafetar as portas


Comprámos 6m de fita de calafetar, castanha, da tesa, por 4,69€ e duas réguas de calafetagem de 1m, por 2,50€ cada (na verdade 4,99€ cada, mas têm 50% desconto no cartão Continente).
Usámos a fita nos aros da porta de entrada do apartamento, uma porta antiga em madeira. E colocámos as réguas na parte inferior (que no nosso caso, era por onde "entrava mais frio") desta e também na da porta da varanda (em alumínio...).


Por menos de 10€ calafetámos as nossas duas portas, o que segundo a própria marca, nos pode ajudar a poupar até 35% de energia. Outros (que não estão a vender um produto) dizem que poupamos apenas 5%...

Mas seja qual for o valor, provavelmente entre estes dois, é suficiente para tomar esta, tão simples, medida.

No domingo tratamos das janelas.

26 de janeiro de 2010

87 - Usar menos lâmpadas no candeeiro de tecto da sala


Sem ainda aprofundar a questão dos tipos de lâmpadas (embora estejamos a trocar, à medida que vão fundindo, as incandescentes por fluorescentes compactas) estou neste momento a reduzir a utilização de luz artificial, uma das dicas mais referidas nos sites com conselhos para poupar electricidade.

Ao observar os candeeiros cá de casa para ver se, de alguma maneira, precisavam de ser reposicionados, ou mesmo eliminados, reparei que o nosso "polvo", o candeeiro de tecto da sala tem 8 lâmpadas, 8. (tem lógica...)


Oito lâmpadas de halogéneo, das que têm dois pinos metálicos.
E precisamos nós de ter 8 lâmpadas de halogéneo acesas na nossa pequena sala comum?
Não, não precisamos.
Fui tirando uma, mais uma, outra e ainda mais outra, e é mais do que suficiente!
4 lâmpadas são suficientes para iluminar, de forma confortável, a nossa sala, quando jantamos ou vemos televisão, ...
Quando faço as minhas "artesanices" uso um candeeiro de mesa (já o fazia antes). Para ler temos um candeeiro... de leitura!

Visto que, para já, não existem lâmpadas mais económicas para substituir estas, esta parece-me uma boa solução.

Simples, não?

24 de janeiro de 2010

85 - Escovar as minhas gatas com regularidade para evitar o pêlo pela casa


Nunca escovámos as nossas gatas... De todos os gatos e cães que foram passando por minha casa só um tinha pêlo médio (era escovado esporadicamente) e assumi que os animais domésticos de pêlo curto não precisavam de tal ritual, principalmente os gatos que passam a vida a "escovarem-se"...

Descobri que, afinal, escovar as minhas gatas de pêlo curto é benéfico, e não só em termos ecológicos. Além de diminuir a quantidade de pêlos espalhados pelo apartamento, o que nos obriga a aspirar (principalmente no verão), pelo menos, o dobro das vezes e, logo, gastar mais energia, este hábito ajuda, entre outras coisas a prevenir a acumulação das famosas bolas de pêlo no estômago e a deixar o complexo pêlo dos gatos mais saudável.

Depois de ler a descrição da Isabel Cabral sobre a experiência de escovar os seus gatos e de ler alguns avisos acerca da probabilidade dos gatos não aceitarem ser escovados, estava bastante apreensiva ao aproximar-se das minhas três meninas (duas adultas e uma adolescente) com a minha simples escova para gatos, oferecida, e guardada há um bom tempo.


(a yari, a kuri - que agora já tem o dobro do tamanho... - e a pucca)

Comecei pela Yari, a nossa gata zen de pêlo macio e que nunca, nunca põe as unhas de fora connosco. Tirando o facto de querer agarrar a escova, correu bem. Com a Kuri, a nossa pachorrenta e gordinha gata mais nova, também foi pacífico, só não deixou escovar a barriga, ficando sempre meio enrolada. Já a achar que era sorte a mais, peguei na Pucca, a "atravessada" mãe da Kuri. Mas não houve nenhuma tragédia. Também não me deixou aproximar a escova da barriga, mas portaram-se todas muito bem, tendo em conta que foi a primeira vez. Ou será que por ser a primeira vez não tiveram reacção?! Daqui a uma semana (visto que não largaram muuuuuito pêlo e é Inverno) veremos.

E sabiam que se pode dar lustre à pelagem dos gatos? Eu não...

16 de janeiro de 2010

77 - Ter, a cada duas semanas, "um dia sem tecnologias"


Já tive muitos dias verdadeiramente sem tecnologia (sem entrar em grandes dissertações sobre o que é tecnologia porque se até a roda, talvez a maior invenção do Homem, o é...).

Quase todos os acampamentos, raid's e caminhadas que fiz/faço, enquanto escuteira e depois disso, foram/são sem as tais tecnologias: entre 1 a 10 dias (acho que, seguido, este foi o tempo máximo que assim estive) no meio do "monte", sem televisão, sem telemóvel, sem computador, sem rádio. Uma maravilha! Mas não há nenhum mérito nisto, porque, quem precisa de tais coisas, estando embrenhado na Natureza?

Complicado é fazer a mesma coisa mas aqui na cidade, num dia da minha vida habitual (à falta de melhor palavra). Mesmo escolhendo, desta vez, um sábado, dia tecnologicamente mais calmo para mim.

Desde o despertar, seguido de um passeio rápido, passando por um fim-de-manhã e uma tarde a preparar uma jantarada, até ao próprio jantar - que correu muito bem - e a pré-arrumação que se lhe seguiu, consegui:

- não ligar o computador nem, claro, aceder à internet (como tal, este post, apesar de, por questões práticas, ter a data de sábado, foi escrito no domingo...);
- não ligar a televisão (houve tempos e que me custaria mais);
- não usar o meu novíssimo ipod.

Mas não desliguei o telemóvel, e como estava a organizar um jantar, atendi, se não me engano, duas chamadas... e acabei por usar a aparelhagem para colocar a tal de música ambiente.

Confesso que, como este foi o primeiro "dia sem tecnologias mantendo-me no meu habitat", escolhi um dia que sabia estar preenchido, como que a servir de transição (não, não foi batotice!!!). Mesmo assim tive umas tentações: umas pausas em que pensei em ligar o computador e a net "só para ver se tinha comentários", uma altura em que tive acesso a outro pc, ligado, prontinho para ser usado...

Vejo agora que este vai ser o meu problema nos próximos "dias sem tecnologias": viver sem o computador. Tudo o resto será, penso, pacífico. Mas, ironicamente, desde que comecei este blog fiquei mais pc-dependente (os posts, os comentários, o facebook, o twitter,...). Vício este cada vez mais generalizado, havendo já um Shutdown Day, também com origem no Canadá, dia - lá para Maio - para abdicarmos do computador e reflectirmos sobre o seu peso na nossa vida. Até há ajuda, bem humorada, para os mais dependentes ultrapassarem este desafio.

O meu próximo dia será num domingo, dia que, agora no Inverno, é atreito à "pasmacice" e a estes vícios tecnológicos. Um verdadeiro desafio...

Já tenho uma lista de hipóteses de coisas (que não faço no meu dia-a-dia) para fazer nas horas que terei livres (dependendo da metereologia):

- passar o nosso passeio a pé de uma hora para um de duas ou três horas;
- ler - estudar não conta ... - uma tarde inteira (e não só uma ou duas horas);
- fazer um piquenique;
- ir de bicicleta até Espinho e voltar;
- aprender a fazer massa (pasta) fresca;
- montar o puzzle que está à minha espera no armário;
- visitar o Parque biológico de Gaia (só lá fui uma vez);
- matar saudades dos meus lego!!!!;
- ...


Não incluo nesta lista as caminhadas (quase) mensais a que vou, organizadas pela SPID, porque, tal como disse no início do post, nesses dias abdicar das tecnologias não é um desafio. Mas fica aqui a dica para quem nunca experimentou: passa o dia a caminhar pela serra, respirando ar puro, ouvindo os pássaros, o vento, os riachos e apreciando as belas paisagens naturais do nosso país.

15 de janeiro de 2010

76 - Optar, no Autocad, pelo fundo negro


Já troquei o wallpaper do meu monitor por um fundo preto e escureci o azul deste blog, já reduzi (muito) a luminosidade do ecrã e mudei o padrão de fundo do meu gmail. Mas estava a custar-me a alterar o fundo do Autocad, o programa de desenho que uso nas minhas “arquitecturas”.

Nunca usei o branco, mas também não conseguia usar o preto porque não gosto das cores primárias - mas em versão fluorescente... - que melhor se vêem neste fundo e que tão representativas são deste programa. Tenho usado um cinza que, desde que comecei este blog, fui escurecendo. Mas hoje foi o dia da alteração final: autocad preto. E foi uma surpresa! Como reduzi a luminosidade do meu monitor, agora já não me incomodam nada as cores mais vivas (continuo a não gostar do verde fluorescente) e tenho apenas que "avivar" ligeiramente as cores mais suaves que usava no fundo cinza.


Um bom "puxão de orelhas" para mim: Experimenta! Experimenta (quase...) sempre antes de tirares conclusões...

E como passo mais tempo no Autocad do que com o wallpaper activo, assim poupo bem mais energia.

10 de janeiro de 2010

71 - Vestir mais uma camisola... e baixar o aquecedor!


Para já (mas só para já...), não vou falar das opções, mais ou menos ecológicas, de aquecedores domésticos. Para já temos que melhorar a temperatura do nosso gélido apartamento usando o que temos.

Já disse como este apartamento é mesmo frio?... Mesmo fechando e abrindo as persianas, assim como os estores interiores, mesmo fechando as portas entre as divisões e aquecendo só aquela onde estamos - normalmente a sala - continuamos (mais eu, na verdade), nos dias em que as temperaturas baixam ainda mais, com frio.

Solução habitual, neste dias?

Aumentar a temperatura do nosso aquecedor a óleo.

A partir de hoje?

Vestir mais uma camisola e, já agora, um par de meias e rodar o botão no sentido contrário...

Não custa nada, só ficamos um bocadinho mais cheiinhos! Mas resulta.

(óptima solução, só faltam umas meias...)


7 de janeiro de 2010

68 - Deixar de usar as toalhas de papel e os secadores de mãos nos sanitários públicos


Apesar de não ser muito apreciadora de centros comerciais, acabo por visitá-los uma quantas vezes por mês. Aí e também num ou noutro restaurante, café ou, até, numa estação de serviço, em viagem, acabo por ter de usar a casa de banho: porque bebo muita água e tenho que me libertar dela... ou mesmo só porque tenho um bocado a paranóia de lavar as mãos (sempre tive, não é nada relacionado com esta "moda" de agora). Devido às, mais ou menos recentes, regras de higiene, os estabelecimentos públicos não podem ter as tradicionais toalhas de pano. Podem optar pelas de papel, pelos secadores de mãos eléctricos ou, o que acontece mais raramente, pelos rolos de algodão.

Esta última, das três, parece ser a melhor hipótese (menos consumo de energia, menos produção de resíduos), mas não consegui perceber o que fazem aos rolos depois de utilizados...

Entre as duas mais usuais, parece que não há consenso em relação a qual é mais eco sustentável, apesar de ter mais defensores a opção do secador eléctrico. Ambas conduzem a emissões de dióxido de carbono, mas os secadores gastam menos energia. Parece que se o papel utilizado for reciclado aí a coisa muda de figura (gasta-se menos 40% de energia para produzir a mesma quantidade de papel, em relação ao normal. E este último ainda é usualmente branqueado, o que não ajuda).


Como nunca gostei dos secadores, até porque tenho sempre a sensação que nunca secam realmente as mãos, confesso que usava as toalhas de papel. Correcção: usava uma folha apenas - para diminuir os problemas de consciência - mas usava-a escrupulosamente, aproveitando cada milímetro de papel seco para absorver mais uma gota de água. Mas claro, as mãos nunca ficavam completamente secas (parece que são precisas 3 folhas para tal).

Então, se não ficam bem secas e não, adoptei o método Air dry! Depois de lavar as mãos, sacudo-as bem (dentro do lavatório para não pingar o chão e não ser responsável pela escorregadela de alguém) e pronto. Passado um bocadinho estão secas. Também lhe posso juntar, agora com o frio, uma passadela pelas calças...

Quem não quiser seguir este método pode começar a trazer consigo um lenço, uma pequenina toalha ou um pano absorvente...

4 de janeiro de 2010

65 - Reduzir o brilho do monitor do computador


Reduzir o brilho do monitor é uma óptima forma de economizar energia, além de que faz menos mal à nossa "vistinha"...

Ao verificar o brilho de nosso monitor vi que estava em quase 100% (não dá para ter a certeza, porque é uma barra horizontal não numerada). É, por certo, a definição que vem de fábrica, porque nem eu nem o Zé Manel tínhamos, até hoje, investigado tal domínio. E, como estávamos acostumados, nem nos apercebíamos do excesso de brilho.

Neste momento já está definido em cerca de 25%, e não notamos nenhuma "falha" de visibilidade. Quem passar muitas horas em frente ao computador deve até notar a diferença nos olhos (lembro-me que quando trabalhava assim muitas horas seguidas, havia finais de dia em que os olhos me ardiam).


No nosso pc, sobre o fundo do ecrã, clicamos no botão direito do rato e escolhemos screen resolution. A janela que aparece não é a pretendida mas se carregarmos em display, na barra superior, estamos logo no sítio certo. Depois é só escolher adjust brightness, e na barra que aparece em baixo, mexer no indicador de screen brightness. Vão diminuíndo gradualmente até encontrarem o brilho certo para vocês!

Se calhar há maneiras mais rápidas que o fazer, mas esta foi a que eu encontrei (não sou propriamente perita em computadores...)