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18 de julho de 2013

Mudanças...


Não, não é por aqui...

Estou a mudar de casa. Aliás estamos (e não é no sentido figurado, andamos mesmo com as mãos na massa) a fazer obras no apartamento para onde temos que nos mudar dentro de pouco tempo.


A juntar a isto, também estamos a tratar da mudança de casa da mãe do zé manel - com tudo o que isso implica: vender uma casa, comprar outra (e levar 40 anos de uma vida num mesmo sítio para um lugar novo). A mãe do zé manel ficou viúva há uns meses (foi do meu sogro que falei aqui e aqui, quando também andei mais ausente) e chegamos à conclusão que devia estar mais perto de nós, numa casa mais à sua medida.

Eu tenho vários post começados e outros tantos alinhavados, acreditem, mas a minha cabeça anda tão preenchida com outras coisas, que a inspiração e o tempo disponível para o blog escasseiam.

Por isso, durante uns tempos não vou aparecer por aqui. Em princípio devo "voltar" em meados de setembro. Espero que compreendam e aguardem o meu regresso! E claro, que continuem a fazer as vossas mudanças...

Se for urgente podem sempre contactar-me através do email 365coisasquepossofazer@gmail.com.

E, para quem for o caso, boas férias!


7 de maio de 2013

O Mundo é a Nossa Casa


Estou de volta. Devagarinho, porque há muito para colocar em dia a vários níveis. De forma algo abrupta  - ainda que esperada - a dor de quem amamos terminou. Uma nova fase se inicia, reaprendendo a vida. Obrigada pelos vossos comentários e mensagens!

Recordei-me (a propósito das perguntas que a atenciosa Liliana - do blog Verdade Verde no Preto - me pediu para responder, com o intuito de partilhar este projecto com os seus leitores) de alguns dos primeiros livros que me marcaram e de como tinham uma forte componente ambiental: "Beatriz e o Plátano", "Valéria e a Vida", a natureza maravilhosa dos livros de Sophia de Mello Breyner Andresen. Tinha a ideia de um outro, bastante gráfico, mas não me lembrava do nome...

Até que o encontrei! Chama-se "O Mundo É A Nossa Casa", de Júlio Moreira, Sena da Silva, Cristina Reis, Margarida D'Orey (Edição da Comissão Nacional do Ambiente, Lisboa 1975). Na altura talvez tenha sido distribuído pelas escolas (a minha mãe é professora "primária") por aquela Comissão, que foi a primeira estrutura pública de política do ambiente. Devo tê-lo apanhado quando comecei a ler e ficou pela minha "biblioteca". Entretanto encontrei mais alguém que também o tem como preferido e descobri que foi reeditado e que é recomendado pelo plano nacional de leitura. «Os autores estiveram na vanguarda das preocupações com o design da paisagem encarado na perspectiva ecológica, no princípio dos anos 70. É um livro de "educação" ecológica, com ilustrações originais. Um livro adulto que pode ser lido por qualquer criança.» (Bertrand)

Quis partilhar com vocês o início do texto (poema?), que aliás faz parte da própria capa do livro:

"O mundo é a nossa casa
dizemos nós    porque é
no mundo que todos os
homens vivem como uma
grande família numa
grande casa      Mas a
família dos homens
está dividida e há uns que
vivem como senhores e
os outros como escravos
E por isso há as guerras
e as crises e a fome
Por isso a casa está em
ruínas e em risco de se
tornar inabitável      Por
isso ninguém se sente no
mundo como em sua casa
É preciso e urgente
transformar a maneira
de viver no mundo    e é
para o conseguir que
muitos homens trabalham
e lutam      Toda a gente
sabe estas coisas    mas
nem todos gostam de
falar nelas    e foi por
isso que fizemos este livro"

22 de abril de 2013

Armandinho


Alguns de vocês já se aperceberam que ultimamente não tenho postado sobre as minhas medidas, mas (quase) apenas partilhado ideias nas "365 coisas... em imagens". Infelizmente não é um por bom motivo: tenho alguém próximo muito doente e tenho dedicado muito do meu tempo a apoiar quem amo.

Foi também há uns tempos atrás que descobri o Armandinho, cujo pai é o ilustrador brasileiro Alexandre Beck. Esta foi uma das primeiras tiras com que me deparei e que me deixou imediatamente apaixonada por este garoto de cabelos azuis:


Além de me conseguir sempre fazer sorrir - ou mesmo rir - o humor do "pai" do Armandinho é muitas vezes direccionado para questões ambientais:






E esta foi a tira que me fez lembrar de todos vós, os que me acompanham silenciosamente, os que deixam comentários encorajadores, inspiradores, desafiadores, os que me enviam questões ou sugestões por email, os que partilham post pelo facebook, os que conheci "ao vivo e a cores", cada um de vós que - de alguma forma - me tocou e me faz sentir que somos muitos e estamos a fazer a diferença:


Hoje dia da Terra, quero agradecer-vos, não só por estarem desse lado, mas pelo que estão a fazer pelo planeta em que vivemos!

E obrigada pelo apoio e paciência...


20 de dezembro de 2012

E a sorte (desta vez) bafejou...


... a Cátia Moreira, que escreveu:

"Vale pela família junta, o rebuscar das receitas das antigas gerações, as luzes, e o cheirinho a canela e gengibre que paira no ar :)
(e tantas já foram as vezes em que aqui encontrei soluções amiguinhas e muito práticas!)"

Parabéns! Por favor, entre em contacto comigo através do email 365coisasquepossofazer@gmail.com, para combinar o envio da caixinha...


(desculpem a qualidade da fotografia...)

... que contém (da esquerda para a direita):

- um frasquinho com a minha mistura de masala chai (podem ver a receita aqui);
- um frasquinho com sal marinho artesanal com ervas aromáticas da minha horta e da da minha mãe (alecrim, louro, segurelha e orégãos);
- um frasquinho com chutney de tomate feito por mim;
- um frasquinho com uma mini-vela (também feita por mim).

Ah! Para quem me perguntou... A caixinha faz parte de um conjunto que comprei há uns tempos na Ikea. Não sei se ainda existem.

Boas festas!

14 de dezembro de 2012

oferta - oferenda - prenda - presente - miminho - ... versão 2


Gosto da palavra inglesa giveaway, que é a normalmente utilizada “nestes casos”. Procurei uma portuguesa, mas a verdade é que nenhuma me enche as medidas...

Não me farto de dizer como gosto do Natal, contrariando, talvez, o "verde" politicamente correcto... Porque para mim o Natal não tem nada a ver com consumismo. Continuo a "defender" tudo o que disse no ano passado por esta altura. A nossa vida, enquanto seres sociais que somos, é feita de rituais, que prolongam e mesclam tradições, unem as pessoas enquanto elementos de uma mesma comunidade ou de um clã, escrevem a história da humanidade. Claro que se tivesse nascido na China não era o Natal que me entusiasmava, mas não nasci... Nasci onde o Natal ainda mantém ritos próprios das festividades celtas do Solstício de Inverno (como o enfeitar das árvores), quando no dia mais pequeno do ano, as pessoas celebravam o início do caminho para a Primavera, o Sol, o renascer da vida. Nasci onde a religião tradicional é a cristã, que se apropriou das tradições pagãs e as reinventou. Por isso, e apesar de ter crescida numa família não religiosa, habituei-me à construção do presépio. Nasci onde as famílias se juntam - às vezes vindo de pontos opostos do país -  e durante uma noite e um dia celebram o que as une e partilham amor.

E sim, é verdade que, hoje em dia, nesta época o apelo ao consumo é assustador (e sim, o Pai Natal é o São Nicolau disfarçado pela Coca-Cola...) mas depende de nós seguirmos ou não a corrente, não é?

Por tudo isto, para mim o Natal é uma época maravilhosa, em que o nosso clã barulhento (somos mais de 30...) cozinha as receitas dos ancestrais, recorda histórias de outros tempos, aplaude as peças de teatro criadas e representadas pelos mais pequenos em frente à lareira, simula a chegada do pai natal (que se escapa sempre sem ser visto) e partilha presentes. Sim, presentes. Comprados, alguns. Feitos, outros. Presentes escolhidos com carinho para quem os recebe. E sempre fomos regrados e apenas saudavelmente consumistas, ainda no tempo em que não se falava sequer de consumismo...

Pronto, dito tudo isto, venho aqui hoje porque também vos quero ofertar um miminho. Não só porque é Natal, mas porque em novembro este projecto celebrou 3 anos (onde já vai o "um ano"...) e continuo a sentir-me imensamente reconhecida por todos vocês, que desse lado me lêem, escrevem comentários e emails, me aconselham, me corrigem, me acarinham. Obrigada!!!


Assim, vou sortear, entre vocês, uma caixinha surpresa (porque eu adoro presentes surpresa...)! Só vos posso dizer que tem algumas coisas boas, feitas por mim. No dia em que revelar @ feliz contemplad@, mostro-vos o conteúdo, está bem?

Para se candidatarem, têm que ser seguidores deste blog (ou tornarem-se agora) e escreverem um comentário a este post até às 23h59 de 17 de dezembro. No dia 19 publicarei o resultado.

Boa sorte!

Ah! E aqui encontrarão os post de medidas relacionadas com o Natal.

12 de dezembro de 2012

A minha horta


Lembrei-me - a propósito de ter sido contactada por causa de um artigo para o Correio da Manhã - que desde as fotografias que mostrei da minha primeira experiência com as ervas aromáticas, nunca vos dei uma imagem mais geral da nossa horta na varanda (aqui mostrei as minhas sementeiras reutilizadas).

Não é que seja especialmente bonita, ou original, mas foi aqui que fui ganhando gosto por esta coisa de meter as mãos na terra.



Esta fotografia foi tirada no início de novembro.

Além do que aparece descrito na imagem, há, num vaso - mais escondido no canto inferior esquerdo - cebolinho, que ainda resiste, apesar do verão ter findado há muito. Os coentros e o aipo já acabaram. E no canto superior esquerdo, vê-se uma parte do pé de fisalis que costuma aguentar-se durante o inverno, rebentando em grande na primavera.

As protecções laterais (resultado de uma falha de comunicação entre a anterior inquilina e o fornecedor), apesar de feias (e longe da imagem das originais...) protegem o espaço da varanda das intempéries, criando um ligeiro efeito de estufa...

Na caixa de madeira, que no verão acolheu tomates-cereja, alfaces, rúcula, cebolinho e manjericão, tinham sido semeados - por altura da fotografia - rúcula e alho português.

Por debaixo do meu regador reutilizado (gostam?), do balde das "cascas" e de um vaso onde estão umas estacas de alfazema (a ver se pegam), vive a nossa família de minhocas...

E a nossa gata mais velha, não está bem camuflada?...


A rúcula agora está assim, prontinha a ser mondada...



... e o alho português já está a despontar. Uns mais do que outros!

22 de agosto de 2012

Sugestão - mapa


Perguntaram-me, por email, por onde tinha andado (mais especificamente...).
Deixo-vos - literalmente - o nosso mapa. Espero não me ter enganado, nalguma estrada mais escondida, a marcar o nosso percurso. E, claro, apesar de não estar marcado, o início da viagem foi no Porto... No regresso ficamo-nos por Mancelos - Amarante, onde há um turismo rural fantástico, extremamente exclusivo... a casa da minha mãe!



17 de agosto de 2012

Sugestão


Vim aqui num pulinho deixar-vos uma sugestão. Se ainda não foram de férias e se ainda não têm destino (ou mesmo se quiserem um programa para um fim-de-semana) partam pelas estradas deste nosso belo país. Foi o que fizemos: percorremos o norte/nordeste de Portugal. Começámos no Gerês, percorremos partes de Trás-os-Montes e voltámos pelo Douro Internacional. Mas, claro, há muitos caminhos a descobrir, por esse Portugal fora... E, às vezes, bem perto de casa!

Andámos pelas estradas secundárias, algumas tão secundárias, "esquecidas por Deus", que o alcatrão já foi comido pelo uso. Passámos por aldeias aninhadas nas encostas das nossas serras, envelhecidas mas orgulhosas e descobrimos que aqui, tal como o pequeno Astérix e os seus gauleses, as gentes irredutíveis resistem, não aos romanos, mas ao abandono e ao esquecimento dos que partiram em busca de uma vida melhor. Sim, porque por aqui ela é dura, arrancada, a cada dia, à natureza agreste. Fomos loucos o suficiente para, em pleno agosto, andarmos pelas terras secas e duras de Trás-os-Montes, onde no pico do dia a temperatura atinge os 40 º e, num mundo suspenso, somos os únicos seres vivos (e, lá está, loucos) que se avistam durante quilómetros e quilómetros. Mas fomos recompensados com paisagens de cortar a respiração, com a surpresa de encontrar um rio fresco ao dobrar da curva, com o vento morno do final da tarde, com o repouso numa pequena loja de estrada ou no café central que existe em todas as vilas. E enchemo-nos de pó e de ar puro e de silêncio.


 gerês


barragem do alvão


vila flor


linha (desactivada) do tua

torre de moncorvo


torre de moncorvo


algures por trás-os-montes 


albufeira do peneireiro


o douro 


pinhão

5 de agosto de 2012

Por outras bandas...


... vou andar nas próximas semanas, conhecendo mais um pouco deste nosso belo país.

Poderei vir aqui deixar uma ou outra imagem - no meu entender - inspiradora, mas post escritos e respostas aos vossos comentários só em setembro.


Desejo, a tod@s @s que me têm acompanhado nesta aventura, uns óptimos dias, estejam de férias ou não!

2 de agosto de 2012

Para reflectir...


... e agir.

Achei que esta imagem/frase merecia destaque. Até porque se refere a muito mais do que apenas uma colher de plástico...


(autor desconhecido) via Pinterest

15 de julho de 2012

Os (bons) parques urbanos...


... são lugares fantásticos para, quem vive na cidade, apreciar um pedacinho da beleza que pode haver quando o Homem conversa harmoniosamente com a Natureza.

Temos a sorte de morar quase ao lado do Parque da Cidade do Porto, que não fica absolutamente nada atrás de outros parques urbanos por esse mundo fora! Bom, pelo menos dos que eu conheço.




E um dos prazeres simples da vida é estar deitad@ sob uma árvore e sentir a carícia do sol coado pelas folhas...

21 de junho de 2012

Estou cheia de amor por este senhor...


... e apesar de ter um post prontinho a sair, não resisti a partilhar esta história convosco.

Como disse uma vez, dentro desta grande causa que é o planeta do qual fazemos parte, cada um de nós tem um especial carinho por questões mais concretas. Para mim, além da água (em todas as suas formas) são as árvores. Talvez por ter lido, em pequenina, o livro "Beatriz e o Plátano", de Ilse Losa...

E eu, que não sou, nem nunca fui, dada a ter heróis, tornei-me profunda admiradora do Bernie (não tem cara de ficar chateado por o tratar tão informalmente...):

o homem que salva árvores

(cliquem na imagem para ler a notícia)

artigo publicado na 2, suplemento do jornal Público, de domingo, 17 de junho de 2012

18 de junho de 2012

Do silêncio, da internet, de organização, ...


Antes de mais obrigada a todo@s pela paciência, preocupação e carinho, apesar de andar - de novo... - um pouco afastada!

Quando aqui escrevi sobre o facto de estar a espaçar as minhas "postagens" (supostamente diárias) estava numa fase da minha vida em que mudanças (boas) me trouxeram mais desafios, mais projectos. Isto implicou mais trabalho e aparentemente menos tempo.

Mas fui percebendo, nos últimos meses, que a principal causa tem a ver com organização. Não que alguma vez tivesse sido um modelo de tal virtude (...), mas ia-me "safando". Ora, quando somos nós a gerir a quase totalidade do nosso tempo, tudo se complica e, durante largos meses, nem me apercebi que fui criando hábitos menos saudáveis que interferiram com o ritmo que desejava para o meu dia-a-dia. Alguns destes hábitos "apareceram" com o blog: por exemplo, ao usar a internet em muitas das pesquisas que faço para os post acabo por encontrar tanta coisa fascinante que, muitas vezes, me perco no mundo virtual: ele é aquele blog cheio de ideias fantásticas, o pinterest com as suas imagens sedutoras, um site onde podemos ler imensos artigos interessantes, são os comentários no facebook ...


Por ironia, foi numa dessas viagens que encontrei sites e blogs sobre organização. Vários tipos de organização, inclusive do nosso/ meu tempo. E foi ao passar os olhos por alguns artigos que percebi o meu problema. Aliás tive a minha epifania: eu, yogini Ema, estava a perder o meu foco no que se refere à minha vida profissional (se é que realmente podemos separar as coisas...). Outra ironia. E uma lição valiosa para a minha evolução.


À constatação seguiu-se o processo de cura... E cá estou eu empenhada em reencontrar o meu método, a minha rotina (ui, o pavor que eu tive, em tempos, desta palavra...) diária, saudável e equilibrada.

A seu tempo também aqui falarei de organização e minimalismo (que só conhecia, mais profundamente, aplicado à arquitectura) que, como descobri, têm tudo a ver com sustentabilidade! Para já aconselho-vos a visitar o fantástico e útil blog da Rita, que me tem inspirado e ajudado.

E claro, vão poder ver - em primeira mão - se está a resultar...


(imagens encontradas... no pinterest...)

26 de dezembro de 2011

E a sorte bafejou...



... a Sara, que escreveu o 34º comentário:

"Olá! Que boa ideia este passatempo. O livro parece bastante interessante. Já sigo o blog há muito tempo e sempre com muita atenção, uma vez que sendo a minha área Ambiente qualquer dica nova é sempre recebida de braços abertos. Feliz natal a todos."

Parabéns! Por favor, entre em contacto comigo através do email 365coisasquepossofazer@gmail.com, para combinar o envio do livro.

Obrigada a todos, por participarem, e claro, pelos vossos (mais do que) simpáticos comentários!

21 de dezembro de 2011

oferta - oferenda - prenda - presente - miminho - ...


(Como podem ver, não sabia o que chamar a este post. Gosto da palavra inglesa giveaway, que é a normalmente utilizada “nestes casos”. Procurei uma portuguesa, mas a verdade é que nenhuma me enche as medidas...)

Quero de uma forma mais palpável - e simbólica - retribuir o vosso apoio, entusiasmo e, entre muitas outras coisas, companhia, ao longo dos 2 anos (feitos em novembro) de vida deste blog e deste desafio; que era um projecto de um ano e que, por motivos vários, se tem estendido.

Ao fim destes três anos o saldo é francamente positivo: cá por casa, 200 hábitos foram alterados, substituídos ou adaptados. Aprendi (e continuo a aprender) imenso! Conheci pessoas, não só nas "estratosfera" da net, mas no mundo real. Partilhei a minha experiência com miúdos e graúdos e até tive “direito de antena”! Ganhei - também muito graças a vocês - dois green blogger award, e outros blogs e sites relacionados com o ambiente deram destaque ao “365 coisas que posso fazer...”. Muitos motivos (e mais há) para me sentir reconhecida a cada um dos seguidores e dos visitantes deste blog, e a cada um dos amigos do mesmo no facebook e notwitter. Sinto-me honrada por poder contar com as vossas opiniões, experiências, sugestões, correcções... Sei que, também na blogosfera, há experiências negativas e “coisas más”, mas, tirando dois comentários estúpidos (e não publicados) não tenho nada do que reclamar. E - se não fosse por mais nada - só por vocês, já tinha valido a pena.


E como, ainda por cima, estamos no Natal resolvi sortear entre vocês um livro. A escolha deste também me causou algumas dúvidas... mas optei por um livro “para utilização”, que abrange várias áreas, e que, de uma forma simpática, nos leva a diminuir o nosso impacto na natureza. O “1001 remédios naturais”, de Laurel Vukovic, que já referi aqui e aqui, e que está cheio de receitas simples e acessíveis para fazermos os nossos produtos de higiene, beleza, limpeza da casa, da roupa, ... o que implica menos embalagens, menos produtos e ingredientes nocivos por aí espalhados, ...



Como se candidatarem? Basta escreverem um comentário a este post até às 23h59 de 25 de dezembro. No dia 26 publicarei o resultado.

Um Feliz Natal para cada um de vós! Bem hajam!!!

21 de outubro de 2011

"Ir à natureza"


Apesar de vivermos numa cidade, acabamos por não sentir - totalmente - o afastamento do natural de que se ressentem os que vivem entre blocos e ruas: vivemos na franja do Porto, bem perto do belo parque da cidade e do mar, num bairro cheio de árvores onde se ouvem mais os pássaros do que os carros.

Ainda assim precisamos, de vez em quando, de espraiar o olhar pela imensidão das serras, escutar apenas o vento, inspirar ar mais limpo. Talvez porque desde cedo (com os escuteiros) nos habituamos a caminhar - dias seguidos - por "montes e vales", a acampar sob o céu nu, a sentir os ritmos da natureza.

Costumamos, os dois ou com amigos, um dia ou (se possível) um fim-de-semana por mês - pelo menos... - fazer o nosso recarregamento de baterias e "ir à natureza"...

Há tantos sítios lindíssimos em Portugal, lugares onde ainda é possível esquecer o tanto que temos estragado o que nos rodeia...

Uma das zonas de que mais gostamos é Trás-os-Montes, mais especificamente o Parque Natural de Montesinho. É uma terra de contrastes, onde tão depressa percorremos um caminho envolto em árvores brilhantes de água que coam o sol, como atravessamos um campo onde torrões de terra vermelha brotam secos do solo. Onde a um vale primaveril se segue um silencioso monte árido.

Como o outono está atrasado ainda não podemos apreciar os vibrantes vermelhos e amarelos que pintam o Parque por esta altura (nem saborear castanhas apanhadas do chão...) mas, como podem ver nas fotos, até na secura de um verão que não acaba esta terra é bonita.

montesinho
(mais fotos aqui)

Mais a norte, mais a sul, com sol, com frio, saiam de casa e embrenhem-se na natureza. Amando algo é mais difícil destruí-lo...

4 de setembro de 2011

... das férias e de outras coisas


Depois de uma altura em que o meu tempo encolheu...


... seguiu-se um período em que experienciei um bloqueio, não de escritor (ainda tenho o discernimento para saber o meu lugar...) mas de blogger - altura em que as ideias continuavam a surgir mas, quando me sentava em frente ao computador, as palavras fugiam todas...


... e de um outro em que houve um pouco disto:


(é verdade, confesso...)

... seguiram-se as férias:





... e cá estou fresquinha e recomposta!


Entetanto a nossa horta na varanda ofertou-nos (depois das alfaces e da rúcula) ervas aromáticas, tomates, e temos, ainda, um belo girassol a crescer:



Além de continuar com os post habituais (ainda faltam 170 resoluções!!!) decidi criar estes post "extra..." para partilhar assuntos relacionados com o projecto do "365 coisas que posso fazer...", mas que não são propriamente medidas.

Outra novidade vão ser as "365 coisas... em imagens". Nas minhas buscas, tenho encontrado imensas imagens inspiradoras, originais, geniais, ... que dispensam qualquer palavra e que nos entusiasmam a usar a nossa imaginação (ou a, humildemente, reproduzir a ideia de alguém iluminado).


Vai sair uma já a seguir!

E se, como eu, "funcionam" com o ano lectivo: bom ano!