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6 de agosto de 2017
19 de dezembro de 2014
12 de novembro de 2014
17 de novembro de 2013
Curso Sabão Natural
Se não estou em erro é a primeira vez que divulgo aqui um workshop curso, mas já vos falei tantas vezes da Sylvia, dos seus ensinamentos e da sua importância na minha evolução enquanto "produtora natural de cosméticos e produtos de limpeza"... que achei que o devia fazer.
A Sylvia, por motivos vários, esteve ausente destas lides, mas o seu regresso é em grande, com este curso de Sabão Natural.
Ainda há vagas. Eu vou, e vocês?
a cartaz não tem muita definição, mais informações aqui
26 de maio de 2013
214 - Recuperar as colheres de pau existentes ao invés de comprar novas
Continuo a usar - e a gostar - de colheres de pau (e não sou só eu). Mesmo que não fosse pela minha decisão de evitar novos objectos de plástico, não trocaria uma bela colher de madeira por uma de plástico.
No entanto, nos últimos tempos, tenho reparado que algumas das minhas colheres estão com um aspecto... bom... como hei-de dizer... pindérico. Deixei de as usar, andava a ver como as podia reutilizar e na minha lista dos "a fazer" constava "comprar colheres de pau".
antes
Até que, no meio dos meus apontamentos, encontrei uma dica (não registei a fonte) sobre impermeabilizar colheres de pau. Por associação de ideias (ando a recuperar uns móveis de madeira) também me lembrei de experimentar lixar as colheres a ver se ganhavam nova cara e... voilá! As duas coisas juntas transformaram as minhas colheres pindéricas... numas belas colheres rejuvenescidas!
depois
Como o fiz:
- lavei bem as colheres (estavam abandonadas há algum tempo) e deixei-as secar bem;
- lixei-as com lixa fina para madeira;
- coloquei, ao lume, um tabuleiro (porque não tenho nenhum tacho onde as colheres maiores caibam "deitadas") com vinagre branco suficiente para cobrir as colheres;
- quando o vinagre começou a ferver, submergi as colheres e mantive-as ao lume durante 10 minutos;
- retirei-as, deixei-as secar e pronto!
Fácil, não? Hei-de experimentar com as tábuas de cozinha...
Nota: podem impermeabilizar só a parte da colher que entra em contacto com os alimentos.
Outra nota: as colheres de pau - habitualmente -devem ficar ao ar (de preferência onde sejam banhadas pelo sol), e não guardadas numa gaveta ou noutro local com pouca ventilação (como as bactérias gostam).
E se as vossas colheres estiverem num estado tal que não permita recuperação, aqui ficam algumas (muitas mais há) ideias para lhes darem uma nova vida:
26 de fevereiro de 2013
212 - Comprar pneus usados
Eu sei que este é um tema muito polémico (basta ver a quantidade de opiniões diversas em fóruns automóveis por essa internet fora) por isso esperei até poder falar com - já o posso dizer - anos de experiência neste assunto, visto que quase desde o início deste desafio começámos a comprar pneus usados ao invés de novos.
Também gostaria de frisar que esta é a minha opinião, baseada na minha/nossa experiência (aliás, como sempre, mas hoje acho importante reforçar este facto).
Dito isto, nós estamos satisfeitos com a nossa escolha. Infelizmente o Zé Manel tem que fazer bastantes quilómetros quase todos os dias, pois ficou colocado longe de casa e o comboio nem sempre é opção. Feitas as contas (num período de tempo igual ao período em que utilizávamos pneus novos) comprando pneus usados, gastamos menos dinheiro, não notamos diferença em termos de desempenho ou segurança e, muito importante, reduzimos o nosso impacto no ambiente, pois estamos a dar uma segunda hipótese a pneus que de outra forma iriam para o lixo (ainda que - como vou falar mais à frente - possam vir a ser reciclados. Mas isto continua a poder acontecer depois de passarem por nós...).
Há pneus recauchutados, reconstruídos (remold), semi-novos, usados, ... Posso estar errada, mas pelo que percebi o recauchutado é um pneu que só leva a banda de rodagem nova enquanto que, no caso de um pneu reconstruído, o exterior é todo novo, sobre o "esqueleto" do pneu antigo. Acho que aqui está uma boa explicação (embora haja quem distinga 3 tipos de "recuperação": recapados, recauchutados e remoldados). Penso que semi-novos e usados são a mesma coisa (mas corrijam-me se estiver errada), pneus que já foram usados mas ainda estão em bom estado (como, por exemplo, os pneus de um automóvel que sofreu um acidente e não tem recuperação. Mas os pneus não só não sofreram danos, como até tinham sido trocados há pouco tempo...)
Como disse no início, aparecem testemunhos para todos os gostos. Muitas pessoas a criticar e a rejeitar os recauchutados, os reconstruídos, os usados... A mim parece-me que as questões se prendem principalmente com o desempenho dos pneus quando conduzem a altas velocidades (ai, ai, ai)... Mas posso ter percebido mal... Por outro lado, há muitas pessoas a dizer que não sentiram diferenças entre os pneus recauchutados, ou os reconstruídos, ou os usados e os novos.
Enfim, é muito difícil chegar a uma conclusão baseada nos comentários que se encontram na net ("que novidade", dirão vocês...). No nosso caso temos toda a confiança em quem nos arranja os pneus, e acho que este é o melhor conselho que vos posso dar: encontrem um fornecedor de pneus em quem confiem... E não, não estou a ser irónica (nem inocente), já percebi - por comentários de amigos e conhecidos - que não é assim tão fácil. O máximo que posso fazer é dar-vos o contacto do nosso (se estiverem pelo Porto e arredores...)!
Entretanto, encontrei informação sobre pneus ecológicos e pensei que seriam feitos de materiais mais "simpáticos", mas são ecológicos devido à redução de emissões de CO2, economia de combustível, ... O que é óptimo também, claro, mas... E a notícia que refere a possível utilização de óleo de soja no fabrico de pneus, ao invés de petróleo, faz-me torcer o nariz, pois perdemos, a um ritmo assustador, áreas extensas de floresta tropical para plantações de soja, não se podendo considerar esta hipótese "simpática" para o ambiente, certo? É difícil, ao que parece, encontrar uma solução...
Para já vou continuar a "reusar" pneus e a aplaudir ideias como esta (portuguesa) de reciclar pneus para fabricar asfalto para a pavimentação de estradas, ou esta, de transformar pneus velhos em produtos substitutos da madeira (como, por exemplo, decks exteriores) além da mais conhecida em que a borracha dos pneus dá origem a pavimentos para recintos desportivos, infantis, ...
E, claro, não faltam ideias para reutilizar pneus...
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e, muitas, muitas mais há, mas - às vezes - as mais simples são as melhores...
22 de janeiro de 2013
211 - Fazer pressão, pôr a circular petições e escrever cartas em prol de causas ambientais
Este é sem dúvida um direito - e um dever - do qual não devemos abdicar. E, contra mim falo, às vezes facilitamos e não somos tão activos como nos cabe ser enquanto cidadãos.
Tenho-me esforçado por ser participativa, a nível "ambiental", para além deste blog e das medidas que tomo no dia-a-dia, claro. E aqui incluo o participar como voluntária em acções ambientais e ser um membro activo de uma associação ambiental (agora sou sócia da A.P.V.C. - associação para a protecção do vale do coronado, uma pequena mas interventiva associação).
Apesar de ainda não ter posto a circular nenhuma petição, tenho estado atenta, assinando e partilhando as que me parecem justas. Sim, porque se lerem este post - onde podem encontrar maneiras de se ser virtualmente amigo do ambiente... - podem descobrir petições completamente descabidas!
A minha primeira carta - ou melhor dizendo, email - foi para a Ecover. Depois de ter escrito um post em que fazia referência a esta marca, uma pessoa levantou-me dúvidas sobre o facto da marca fazer testes em animais. Até hoje não me responderam... já se passaram tantos meses que posso começar a falar de anos...
Solução? Deixar de comprar produtos desta marca. Com as empresas não perco muito tempo. Se, como consumidor, não me tratam bem, "abandono-as". Devia insistir? Prefiro então criar uma petição (não foi este o caso), como forma de alertar mais pessoas para o problema e assim fazer a tal pressão. Neste caso, encontrei - depois - várias associações/organizações de defesa dos animais que já têm esta marca na lista negra.
Não é o tema deste post, mas a BUAV anda atenta a estas questões e costuma apresentar listas actualizadas das empresas que testam ou não. Sim, que este é um assunto bastante confuso: oram testam, ora deixam de testar, voltam a testar, não testam mas compram ingredientes testados, seguem a lei dos 5 anos (???), não seguem, ...
Também sobre este assunto, aconselho-vos este artigo: "defende" que não há nenhuma marca, que de uma forma ou outra, não contribua para alguma forma de crueldade sobre animais.
Porque é que eu, cada vez mais, faço - usando os ingredientes mais simples (acho que não se testa azeite, vinagre, ...) os produtos que uso? ...
Voltando ao tema deste post...
Já há algum tempo que achava que devia escrever uma carta (email...) à minha Câmara Municipal. Moro numa zona agradavelmente arborizada e nos últimos anos temos perdido algumas árvores. E, apesar da câmara tratar da manutenção dos jardins, nenhuma árvore foi "reposta". Confesso que fui adiando esta decisão (lá está...), até ao passado fim-de-semana, quando - devido ao mau tempo - mais duas árvores "foram à vida"...
Neste caso vou, claro, insistir até obter uma resposta. Trata-se de um organismo de serviço público, não é?
Se quiserem apoiar o meu pedido ("fazer pressão"...), podem encaminhar os vossos email para dmevhp@cm-porto.pt. A zona em questão é o antigo bairro da caixa de providência, mesmo ao lado do inatel (em ramalde).
Há outras zonas do Porto que também ficaram sem árvores, por isso podem alargar o pedido, adaptá-lo a outras cidades e lugares por este país fora, onde as árvores estão a fazer falta.
Eu escrevi do coração, porque acredito que tem mais efeito do que um pedido formal e impessoal. Espero que vos inspire a ser, também, mais interventivos (seja pelas árvores ou por outro assunto...):
Tenho-me esforçado por ser participativa, a nível "ambiental", para além deste blog e das medidas que tomo no dia-a-dia, claro. E aqui incluo o participar como voluntária em acções ambientais e ser um membro activo de uma associação ambiental (agora sou sócia da A.P.V.C. - associação para a protecção do vale do coronado, uma pequena mas interventiva associação).
Apesar de ainda não ter posto a circular nenhuma petição, tenho estado atenta, assinando e partilhando as que me parecem justas. Sim, porque se lerem este post - onde podem encontrar maneiras de se ser virtualmente amigo do ambiente... - podem descobrir petições completamente descabidas!
A minha primeira carta - ou melhor dizendo, email - foi para a Ecover. Depois de ter escrito um post em que fazia referência a esta marca, uma pessoa levantou-me dúvidas sobre o facto da marca fazer testes em animais. Até hoje não me responderam... já se passaram tantos meses que posso começar a falar de anos...
Solução? Deixar de comprar produtos desta marca. Com as empresas não perco muito tempo. Se, como consumidor, não me tratam bem, "abandono-as". Devia insistir? Prefiro então criar uma petição (não foi este o caso), como forma de alertar mais pessoas para o problema e assim fazer a tal pressão. Neste caso, encontrei - depois - várias associações/organizações de defesa dos animais que já têm esta marca na lista negra.
Não é o tema deste post, mas a BUAV anda atenta a estas questões e costuma apresentar listas actualizadas das empresas que testam ou não. Sim, que este é um assunto bastante confuso: oram testam, ora deixam de testar, voltam a testar, não testam mas compram ingredientes testados, seguem a lei dos 5 anos (???), não seguem, ...
Também sobre este assunto, aconselho-vos este artigo: "defende" que não há nenhuma marca, que de uma forma ou outra, não contribua para alguma forma de crueldade sobre animais.
Porque é que eu, cada vez mais, faço - usando os ingredientes mais simples (acho que não se testa azeite, vinagre, ...) os produtos que uso? ...
Voltando ao tema deste post...
Já há algum tempo que achava que devia escrever uma carta (email...) à minha Câmara Municipal. Moro numa zona agradavelmente arborizada e nos últimos anos temos perdido algumas árvores. E, apesar da câmara tratar da manutenção dos jardins, nenhuma árvore foi "reposta". Confesso que fui adiando esta decisão (lá está...), até ao passado fim-de-semana, quando - devido ao mau tempo - mais duas árvores "foram à vida"...
Neste caso vou, claro, insistir até obter uma resposta. Trata-se de um organismo de serviço público, não é?
Se quiserem apoiar o meu pedido ("fazer pressão"...), podem encaminhar os vossos email para dmevhp@cm-porto.pt. A zona em questão é o antigo bairro da caixa de providência, mesmo ao lado do inatel (em ramalde).
Há outras zonas do Porto que também ficaram sem árvores, por isso podem alargar o pedido, adaptá-lo a outras cidades e lugares por este país fora, onde as árvores estão a fazer falta.
Eu escrevi do coração, porque acredito que tem mais efeito do que um pedido formal e impessoal. Espero que vos inspire a ser, também, mais interventivos (seja pelas árvores ou por outro assunto...):
"Boa tarde.
Chamo-me (o meu nome) e sou moradora na rua (a minha morada).
Vivo num bairro construído no final dos anos 50, projectado por um dos grandes nomes da arquitectura portuguesa: Fernando Távora. Os apartamentos, apesar de pequenos, pelos padrões de hoje, são deliciosos, mas o que torna este bairro tão agradável, e mesmo especial comparando-o com outros semelhantes, é a profusão de árvores - muitas delas existentes desde o início do projecto - que rodeiam os edifícios, afastando os ruídos da cidade que nos rodeia, namorando com os habitantes dos apartamentos, transformando as janelas em molduras de belos quadros, trazendo até nós os perfumes da natureza, o canto bucólico dos pássaros. Costumo dizer que vivo num pequeno paraíso verde, escondido numa zona privilegiada da cidade.
Nos 5 anos que vivo aqui, já vi este bairro perder - pelo menos - três árvores, das mais antigas. Duas tiveram que ser cortadas porque estavam a pôr em risco a segurança dos habitantes, uma literalmente morreu (mas não de pé), caindo sem provocar nenhum estrago no que a rodeava. Muito poético, mas deixando mais um espaço vazio.
Agora, com o temporal do passado fim-de-semana, perdemos mais duas árvores. E, infelizmente, muitas mais árvores se renderam à intempérie, um pouco por toda a cidade (e país...).
Não estou a diminuir os estragos que houve a outros níveis, espero que o compreendam, mas são as árvores que me fazem escrever-vos.
Há árvores que tombam, outras são depostas por mão humana, mas já a sabedoria antiga sabia que uma árvore desaparecida deve ser substituída por uma nova, com vista a manter o equilíbrio. E aqui, na cidade, este equilíbrio é delicado, pois mais facilmente nos desligamos da natureza. Se nenhuma árvore for plantada onde outras desapareceram, corremos o risco de um dia acordarmos sozinhos, sem as nossas sombras, sem os nossos pássaros.
Assim, venho pedir-vos para reporem a harmonia aqui no nosso bairro (e já agora nas restantes zonas prejudicadas pelo mau tempo), encontrando substitutas dignas das árvores que durante décadas alegraram as vidas dos moradores.
E, se o desejarem, estou disponível para vos fazer uma visita guiada ao bairro, indicando-vos os locais atingidos.
Atentamente,
Ema Magalhães"
12 de dezembro de 2012
A minha horta
Lembrei-me - a propósito de ter sido contactada por causa de um artigo para o Correio da Manhã - que desde as fotografias que mostrei da minha primeira experiência com as ervas aromáticas, nunca vos dei uma imagem mais geral da nossa horta na varanda (aqui mostrei as minhas sementeiras reutilizadas).
Não é que seja especialmente bonita, ou original, mas foi aqui que fui ganhando gosto por esta coisa de meter as mãos na terra.
Esta fotografia foi tirada no início de novembro.
Além do que aparece descrito na imagem, há, num vaso - mais escondido no canto inferior esquerdo - cebolinho, que ainda resiste, apesar do verão ter findado há muito. Os coentros e o aipo já acabaram. E no canto superior esquerdo, vê-se uma parte do pé de fisalis que costuma aguentar-se durante o inverno, rebentando em grande na primavera.
As protecções laterais (resultado de uma falha de comunicação entre a anterior inquilina e o fornecedor), apesar de feias (e longe da imagem das originais...) protegem o espaço da varanda das intempéries, criando um ligeiro efeito de estufa...
Na caixa de madeira, que no verão acolheu tomates-cereja, alfaces, rúcula, cebolinho e manjericão, tinham sido semeados - por altura da fotografia - rúcula e alho português.
Por debaixo do meu regador reutilizado (gostam?), do balde das "cascas" e de um vaso onde estão umas estacas de alfazema (a ver se pegam), vive a nossa família de minhocas...
E a nossa gata mais velha, não está bem camuflada?...
A rúcula agora está assim, prontinha a ser mondada...
... e o alho português já está a despontar. Uns mais do que outros!
8 de dezembro de 2012
210 - Fazer todos os produtos necessários para a limpeza da casa
Se no início deste desafio procurava soluções compradas mais amigas do ambiente do que as convencionais, à medida que fui pesquisando e aprendendo mais, fui mudando a minha maneira de pensar em relação a este assunto (e a muitos outros...). Comecei a substituir os produtos comprados (ainda que mais "verdes") por soluções caseiras, usando ingredientes simples, acessíveis e não agressivos, como o vinagre, o bicarbonato de soda, ...
O primeiro produto que substitui foi o limpa-vidros. Depois fui arranjando soluções para afugentar as traças, as pulgas das gatas, e outros "bichinhos" que não são muito bem vindos em nossas casas...
Claro que há uma imensidão de receitas, para tudo e mais alguma coisa, por essa internet fora. Eu continuo fã dos meus livros de receitas caseiras.
Com meia dúzia de ingredientes podemos fazer todos os produtos necessários para a limpeza de uma casa:
Bicarbonato de sódio
Neutraliza os ácidos, funciona como desodorizante, combate a gordura, limpa alumínio, plástico, porcelana, aço inoxidável, ...
Aqui deixo-vos as que usamos neste momento cá em casa. Agora faço - quase sempre - tudo "a olho", mas estas são as medidas das receitas originais.
Com meia dúzia de ingredientes podemos fazer todos os produtos necessários para a limpeza de uma casa:
Bicarbonato de sódio
Neutraliza os ácidos, funciona como desodorizante, combate a gordura, limpa alumínio, plástico, porcelana, aço inoxidável, ...
Vinagre
Desinfectante, permite dissolver depósitos de calcário e remover a gordura.
Bórax
Desodoriza, inibe o crescimento de bolores, aumenta o poder de limpeza do sabão ou dos detergentes.
Sumo de limão
Limpa vidros, remove manchas do alumínio, porcelana, ...
Sabão líquido natural para a louça
Neste post deixei uma receita. Remove a gordura.
Óleos essenciais
Além do seu perfume agradável, têm propriedades de complementam a dos outros ingredientes.
Além do seu perfume agradável, têm propriedades de complementam a dos outros ingredientes.
Spray multiusos
(para limpar todas as superfícies, excepto as de madeira)
½ c. de chá de boráx
250ml de água tépida
½ c. de chá de vinagre branco
½ c. de café de sabão líquido natural para a louça
5 gotas de óleo essencial de alfazema
3 gotas de óleo essencial de alecrim
Para limpar a casa de banho acrescento mais vinagre
(3 c. de sopa) e substituo o óleo essencial de alecrim por 2 gotas de óleo
essencial de eucalipto e 2 gotas de óleo essencial de limão.
Misture o bórax e a água num frasco vaporizador.
Junte os restantes ingredientes e agite bem antes de cada aplicação.
Limpa-vidros
(aqui deixei mais receitas)
2 chávenas de água
1 chávena de vinagre branco
2 gotas de óleo essencial de limão (opcional)
Misture tudo num frasco vaporizador e agite bem
antes de cada aplicação.
Utilize papel de jornal para a limpeza dos vidros.
(Não se devem limpar os vidros quando bate o sol,
pois ficam com brilho azulado)
Limpa-móveis (de madeira)
1 parte de azeite extra virgem
1 parte de sumo de limão
Misture num frasco vaporizador e agite bem antes
de cada aplicação.
(as receitas com sumo de limão devem guardar-se,
no máximo, durante 1 semana, as restantes duram bastante tempo. Lembrar de
agitar antes de usar, porque podem ganhar depósito.)
Limpa-soalhos
10l de água quente
60ml de vinagre branco
15 gotas de óleo essencial de alfazema
Misture todos os ingredientes num balde grande e
passe o chão com uma esfregona.
Limpa-chão (mosaicos)
(aqui deixei mais receitas)
2 c. de sopa de bicarbonato de soda
2 c. de sopa de sabão líquido natural para a loiça
125 ml de vinagre branco
10 l de água quente
10 gotas de óleo essencial de eucalipto
5 gotas de óleo essencial de limão
Misture todos os ingredientes, excepto os óleos
essenciais, e mexa bem. Junte os óleos e volte a mexer. Aconselham a, depois de
passar o chão com este produto, a enxaguar com água limpa. Eu não o faço.
“cif”
3 c. de sopa de bicarbonato de soda
3 c. de sopa de bórax
1 c. de chá de sabão líquido natural para a loiça
5 gotas de óleo essencial de alfazema
5 gotas de óleo essencial de eucalipto
Misture os ingredientes num recipiente de vidro.
Molhe as louças sanitárias e aplique o produto com uma esponja ou um pano.
Enxague bem.
Estes são os habituais. Para situações pontuais ou problemas inesperados socorro-me das minhas bíblias...
Por exemplo, para limpar o forno - que usamos esporadicamente - uso bicarbonato de soda:
pulverizo o forno com água quente, espalho uma camada fina de bicarbonato de soda na base do forno e volto a borrifar com água quente. Deixo ficar durante a noite. Em seguida esfrego bem com um esfregão de arame e enxaguo.
Também já tinha falado aqui de soluções naturais para desentupir canos.
E se acham que gastam muito tempo nas limpezas da casa,
aproveitem as dicas da Jamie (como limpar a casa uma vez por mês) e da Rita (speed cleaning).
Boas (e verdes) limpezas!
11 de novembro de 2012
Florestar Portugal
Lembram-se deste post e da minha lista de 101 livros a ler?
Estando neste momento a ler "Por quem os sinos dobram", do grande Hemingway, deparei-me com um excerto que achei adequado para partilhar aqui, principalmente nesta altura, em que se aproxima o dia da iniciativa "Florestar Portugal", inserido na Semana da Floresta Autóctone.
"(...) Mas os pinheiros são uma floresta de tédio. Tu nunca viste uma floresta de faias, nem de carvalhos, nem de castanheiros. Isso é que são florestas. Nessas florestas cada árvore é diferente da outra, todas têm um carácter próprio, beleza. Uma floresta de pinheiros enfastia. (...)"
Actual, apesar de ter mais de 70 anos, não? E podemos substituir/acrescentar eucaliptos aos pinheiros... Cerca de 1/3 do território nacional é ocupado por "floresta". As espécies que ocupam mais espaço? Em primeiro lugar o pinheiro-bravo, depois o eucalipto e em terceiro o sobreiro...
Um outro projecto valioso é o "Futuro - o projecto das 100 000 árvores", que, nesta altura, tem actividades a precisar de voluntários todos os fins-de-semana (para quem andar pelo norte...).
Divulguem, participem!
17 de outubro de 2012
208 - Encontrar um pano esponja de cozinha "verde"
Para começar, não sei se já repararam que o fundo do blog passou de azul-escuro a branco...
Segundo os peritos destas coisas, a maior parte das pessoas, hoje em dia, tem monitores que "poupam a branco/cores claras" ao contrário do que provavelmente acontecia na altura que escrevi este post (se quiserem informação mais técnica leiam também os comentários dos leitores).
Simplificando muito, e se bem percebi, portáteis (o que eu tenho) e monitores planos poupam a branco, os outros a preto. E, para quem não anda por aqui desde o início, vejam se já reduziram o brilho do monitor. O ambiente e os vossos olhos agradecem!
Passando ao assunto principal deste post.
Andava já há algum tempo à procura de uma solução para substituir o pano esponja da cozinha (parece que é o nome oficial, eu costumo chamar-lhe... pano de cozinha). Cheguei a comprar os panos da linha Naturals, da Vileda (tal como a esfregona de que falei aqui), 100% biodegradáveis, mas... quanto a mim ficaram "pindéricos" depressa de mais, o que faz com que - mesmo sendo biodegradáveis (...) - o processo de fabricação, transporte, ... não compense o tempo de uso que têm.
Depois lembrei-me de experimentar t-shirts velhas. Estas já são reaproveitadas por cá na limpeza da casa (é uma das coisas que eu já fazia, mesmo antes de iniciar este desafio).
Mas, e o tal do poder absorvente? Há uns panos que "anunciam" uma capacidade de absorção em 10 vezes o seu peso a seco... Certo, não são tão absorventes, claro. Mas, pelo menos para nós, chega muito bem. E somos pessoas bem activas na cozinha!
O único cuidado que tenho é guardar as t-shirts brancas para este fim (no resto das limpezas podem ser de qualquer cor...), para ter uma boa noção do nível de limpeza/sujidade. E acreditem, estes panos duram muito tempo. E podem ser lavados. E quando realmente já não tiverem mais uso, bom, vão para o lixo.
Não vos parece a solução mais sustentável?
7 de outubro de 2012
207 - Fazer as minhas máscaras para o cabelo
Ao contrário do que acontecia com as máscaras para o rosto - de que falei aqui - não tenho nenhuma tradição de tratamentos para o cabelo, provavelmente porque sempre tive uma farta e abundante cabeleira, apesar de - ora comprido ora curto - ter direito apenas aos cuidados básicos...
Há algum tempo fartou-se da falta de atenção (e dos químicos dos champôs comuns...) e desenvolveu uma sensibilidade no couro cabeludo, que me fez experimentar todo o tipo de champôs até, um pouco antes de iniciar este blog, perceber que tinha que mudar de abordagem. Passei a usar champôs mais naturais (e, nalguns períodos, sabão, e noutros, nada, mas estas histórias ficam para outra altura) para lavar o cabelo e substituí o amaciador (que raramente usava...) por um "banho" de vinagre (podem ver mais abaixo a receita). Entretanto descobri os benefícios das máscaras, e - no seguimento da pesquisa que fiz no outono passado sobre tratamentos para a queda do cabelo - venho, como prometido, partilhar as receitas que encontrei.
Mais uma vez as minhas fontes são inúmeros sítios por essa internet fora e os meus livros de receitas, que refiro inúmeras vezes (e que podem ver aqui)... Como é óbvio não as experimentei todas, muitas nem são adequadas para o meu tipo de cabelo. Aconselho-vos a ler os CUIDADOS que referi aqui, e que são - na sua maioria - válidos também neste caso. Também penso que não faz sentido ter o cuidado de fazer máscaras o mais naturais possível e continuar a usar produtos agressivos, por isso tenham em atenção o champô (e amaciador, se for o caso) que usam.
Há muitas mais receitas, mas, como sempre, escolhi algumas das mais simples, com ingredientes comuns (salvo raras excepções)...
Máscara de maçã e limão
1 maçã
½ limão
½ copo de água mineral
Bata tudo no liquidificador e aplique nos cabelos por lavar. Deixe actuar durante 15 minutos e depois lave normalmente.
Tónico caseiro para a oleosidade
1 ovo
½ copo de leite
2 colheres de sopa de sumo de limão
Depois de tudo misturado, aplique sobre o cabelo massajando muito bem junto ao couro cabeludo. Cubra o cabelo com papel de alumínio para o proteger e deixe actuar durante 30 minutos. Enxague o cabelo com vinagre de maçã.
Máscara para volume
Gérmen de trigo
Água
Junte o gérmen de trigo com um pouco de água quente e deixe repousar durante 5 minutos. Escorra-o e aplique-o no cabelo. Mantenha durante 5 minutos e depois lave com água abundante morna.
Máscara de argila
2 colheres de sopa de argila
½ chávena de chá de água mineral
Misture os ingredientes até atingir uma consistência homogénea. Aplique a máscara por todo o cabelo e deixe actuar durante 20 minutos. Em seguida lave o cabelo com água morna.
Máscara de abacaxi
½ abacaxi
1 colher de chá de óleo de amendoim ou de soja
Bata os ingredientes no liquidificador. Aplique a mistura no cabelo e deixe actuar durante 20 minutos. Para retirar lave os cabelos com água morna.
Máscara de clara de ovo
2 claras de ovo
Bata as claras em castelo, aplique no cabelo húmido, deixe durante 20 minutos e depois enxague bem.
Máscara de bicarbonato de sódio
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio
2 ovos
600 ml de água
Misture a água, o bicarbonato e os ovos batidos. Espalhe pelo cabelo, massaje bem e deixe actar durante 10 minutos. Lave como habitualmente.
Truque
o SUMO DE LIMÃO diluído num copo de água e aplicado depois da lavagem, regula a gordura (enxague muito bem depois da aplicação pois pode ter efeitos secundários com a exposição solar).
Para cabelos normais
Máscara de manga
1 manga (grande)
1 clara de ovo
Bata os ingredientes no liquidificador. Aplique a mistura no cabelo molhado e deixe actuar durante 20 minutos. Depois enxague com água morna.
Máscara de mamão
1 mamão papaia
1 copo de água
Bata no liquidificador os ingredientes e aplique no cabelo lavado. Deixe actuar durante 20 minutos, envolvendo o cabelo numa toalha. Depois enxague.
Máscara de manga e iogurte
1 iogurte natural
½ manga rosa grande
1 colher de café de óleo de girassol
Misture os ingredientes até atingir uma consistência homogénea. Aplique a máscara por todo o cabelo e deixe actuar durante 20 minutos. Em seguida lave o cabelo com água morna.
Para cabelos secos
Máscara de maionese e mel
2 colheres de sopa de maionese (de preferência caseira)
½ colher de sopa de mel
Misture bem os ingredientes e aplique a mistura sobre os cabelos, deixando-a actuar durante 10-15 minutos. Sente-se num sítio ao sol de modo a intensificar o tratamento. Depois retire com água tépida e lave normalmente com champô e amaciador.
Máscara de abacate e mel
3 colheres de sopa de mel
½ abacate
2 colheres de sopa de azeite
Misture os ingredientes e aplique sobre o cabelo, evitando a zona das raízes (uns 3cm). Massaje mechas de cabelo, no sentido da raiz até a ponta (cerca de 2 minutos em cada mecha). Repita este processo no cabelo todo. Deixe actuar durante 20 minutos. Depois retire com água tépida e lave normalmente com champô e amaciador.
Máscara de banana
1/2 maçã
1 banana
Bata ambas no liquidificador. Aplique nos cabelos mecha por mecha. Deixe actuar durante 20 minutos. Enxague com água fria e lave normalmente com champô e amaciador.
Máscara de cenoura
½ iogurte
1 colher de sopa de mel
½ cenoura
Misture tudo no liquidificador e aplique no cabelo, mecha por mecha. Deixe actuar durante 20 minutos. Lave normalmente com champô e amaciador.
Máscara de abacate e clara de ovo
½ abacate
1 colher de sopa de azeite
1 clara de ovo
Misture os ingredientes até atingir uma consistência homogénea. Aplique a máscara em todo o cabelo e deixe actuar durante 20 minutos. Lave o cabelo com água morna.
Tratamento para cabelos secos
1 cenoura
½ abacate
1 colher de sopa de óleo de amêndoa doce
1 colher de sopa de mel
1 iogurte natural
1 cápsula de vitamina E
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Aplique sobre o cabelo lavado espalhando com um pente. Cubra o cabelo com papel de alumínio e aguarde 40 minutos. Enxague com água morna e aplique condicionador.
Para cabelos danificados
Máscara de banana
1 banana
óleo de amêndoas doces
Esmague a banana sem a casca com algumas gotas do óleo. Aplique a mistura sobre os cabelos e deixar actuar durante 10 minutos. Retire com água tépida e lave o cabelo normalmente.
Máscara de banana e aveia
1 banana
1 colher de sopa de aveia (flocos bem pequenos)
Amasse a banana e misture-a com a aveia até criar uma pasta. Aplique nos cabelos molhados e deixe actuar durante 20 minutos. Depois lave o cabelo normalmente.
Máscara de mamão com banana
½ mamão
1 banana
Bata ambos no liquidificador e aplique a máscara no cabelo molhado. Deixe actuar durante 20 minutos, envolvendo o cabelo numa toalha. Em seguida lave normalmente.
Truque
Repare os cabelos danificados com AZEITE e GEMA DE OVO. Massaje azeite no cabelo. Depois faça uma massagem, da raiz para as pontas, com uma gema batida. Aguarde 10 minutos e use lave o cabelo normalmente. Faça isto 1 vez por semana, durante 1 mês.
Para cabelos quebradiços
Máscara de aloe vera
4 folhas de aloe vera
Corte as folhas de aloe vera e aplique a seiva da planta no cabelo lavado. Massaje e deixe actuar durante 15 minutos. Enxague com água morna. O ideal é repetir a aplicação a cada 15 dias.
Máscara para pontas quebradiças
1 gema de ovo
1 colher de sopa de vinagre de maçã
2 colheres de sopa de mel
Bata todos os ingredientes até fazer espuma. Aplique primeiro nas pontas, depois massaje bem o couro cabeludo. Coloque uma touca plástica e aguarde 20 minutos. Em seguida enxague para remover qualquer resto de cheiro do ovo ou do vinagre.
Creme vitaminado para cabelos quebradiços
1 colher de café de óleo de rícino
1 ampola de vitamina A
1 gema de ovo
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Aplique o creme com um pente de dentes largos. Deixe actuar durante 15 minutos e lave como habitualmente.
Truques
Se quer dar corpo a um cabelo muito ralo ou fraco, junte um copo de CERVEJA bem cheio à última água de enxaguar. A levedura da cerveja revitaliza as fibras capilares mais pobres.
Uma massagem com ÓLEO DE BARDANA nutre e amacia os cabelos muito secos, finos e estragados, fortificando o couro cabeludo.
Para cabelos baços
Máscara de coco
1 colher de sopa de mel
2 colheres de sopa de óleo de coco
Misture bem o óleo e o mel. Massaje o couro cabeludo com a pasta,. Deixe actuar durante 15 minutos e depois lave normalmente.
Creme de abacate
½ colher de chá de óleo de abacate
½ abacate
2 colheres de sopa de iogurte natural
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Aplique a mistura nos cabelos e deixe actuar durante 30 minutos. Retire com água fria e lave normalmente.
Truque
O AZEITE é um dos melhores hidratantes, aconselhado sobretudo para cabelos muito secos, espigados ou baços, ou também para aqueles que foram maltratados por tintas e permanentes. Aplique o azeite morno no cabelo, embrulhe-o numa toalha previamente aquecida no microondas e deixe actuar durante 15 minutos. Depois lave o cabelo normalmente. Faça este tratamento uma vez por mês.
Para cabelos com caspa
Máscara de cebola
1 cebola roxa média
casca de 1 limão
Rale a cebola juntamente com a casca de limão. Esfregue no couro cabeludo e aguarde 15 minutos. Lave como habitualmente.
Para a queda de cabelo
Máscara de aloe vera e gérmen de trigo
1 folha de aloe vera (polpa)
1 colher de chá de óleo de gérmen de trigo (ou de nozes ou de jojoba)
Misture bem e aplique no couro cabeludo, fazendo massagens circulares na cabeça. Deixe actuar durante 20 minutos e retire com água tépida.
Truque
Depois de lavar o cabelo enxague com um chá (para cabelos claros infusão de camomila e para cabelos escuros chá preto). Evita a queda de cabelo e deixa-os mais brilhantes e macios. Aplique a cada 3 semanas.
Para cabelos crespos
Máscara de banana
1 banana
1 clara de ovo
Misture os ingredientes com um garfo. Aplique nos cabelos húmidos e aguarde 20 minutos. Retire com água morna.
Para cabelos pintados
Máscara de castanhas e leite de coco
1 chávena de café de castanhas picadas
1 chávena de café de leite de coco
Forme uma pasta com os ingredientes. Aplique a mistura no cabelo seco e deixe actuar durante 15 minutos. Lave normalmente.
Máscara de laranja, mel e banana
2 laranjas
2 bananas
5 colheres de sopa de mel
Esprema as laranjas, misture as bananas amassadas e o mel aquecido. Aplique a máscara no cabelo lavado e húmido e deixe actuar durante 2 horas. Depois, lave a cabeça normalmente.
Máscara de cenoura com aloe vera
4 folhas de aloe vera
1 cenoura média
Corte as folhas de aloe vera e retire a polpa. Rale a cenoura. Misture até formar uma pasta homogénea. Escorra o líquido em excesso e aplique a mistura no cabelo húmido. Deixe actuar durante 30 minutos e lave o cabelo como habitualmente.
Máscara de coco e azeite
1 coco
1 colher de chá de azeite
Bata a polpa do coco e a água de coco no liquidificador com o azeite. Aplique no cabelo seco e deixe actuar durante 30 minutos. Lave como habitualmente.
Truque
Faça uma infusão com algumas folhas de ERVA-CIDREIRA. Aguarde 5 minutos antes de coar. Passe no cabelo como último enxaguamento. Faça esse “tratamento” 2 vezes por semana.
Para cabelos descoloridos
Máscara de iogurte e mel
½ iogurte natural
2 colheres de sopa de mel
Bata os ingredientes no liquidificador. Espalhe esta mistura por todo o cabelo e deixe actuar durante 40 minutos. Depois lave normalmente.
Máscaras de espinafres com alecrim
1 molho de espinafres
2 raminhos de alecrim
Coza os espinafres durante cinco minutos e coloque-os no liquidificador com o alecrim. Em seguida retire o excesso de líquido e aplique a máscara no cabelo. Deixe actuar durante 15 minutos. Lave o cabelo como habitualmente.
Máscara de abacate, banana e mamão
½ abacate
½ mamão
1 banana
Misture tudo no liquidificador. Espalhe a mistura nos cabelos, da raiz às pontas, e deixe actuar durante 30 minutos. Depois lave o cabelo como habitualmente.
Todos os tipos de cabelo (amaciadores)
Banho de vinagre para dar brilho
1 litro de água mineral
1 colher de sopa de vinagre de maçã
Junte o vinagre à água e passe no cabelo como último enxaguamento. Dá brilho e não deixa cheiro.
Tónico balsâmico
1 litro de água
1 colher de sopa de vinagre de maçã ou de sumo de limão
1 colher de sopa de plantas seleccionadas adequadas a cada tipo de cabelo:
- Cabelos secos: salsa (ramos), salva (folhas), urtiga (folhas), malvaísca.
- Cabelos secos: salsa (ramos), salva (folhas), urtiga (folhas), malvaísca.
- Cabelos oleosos: alfazema (flores), calêndula (flores), rosmaninho (flores), hortelã (folhas).
- Cabelos com caspa: camomila (flores), rosmaninho (flores), salsa (ramos), tomilho (flores).
- Para tonificar o cabelo: calêndula (flores), rosmaninho (flores), salsa (ramos), agrião (folhas), salva (folhas).
Esta infusão aplicada depois da lavagem permite ter um cabelo brilhante e com mais volume. Coloque a água a aquecer num recipiente de inox ou de esmalte e quando levantar fervura adicione as plantas, deixando ferver, em lume brando, durante aproximadamente 15 minutos. Deixe arrefecer e, de seguida, filtre e adicione o vinagre de maçã ou sumo de limão. Guarde num frasco e utilize misturando com a água do último enxaguamento do cabelo tendo o cuidado de, ao aplicar, massajar bem o couro cabeludo para entranhar.
29 de junho de 2012
203 - Fazer a minha mistura de cereais para o pequeno-almoço
Uma das coisas que sinto que mais me diferencia do comum dos mortais ("sustentavelmente" falando...) com que me cruzo (e de mim própria há uns tempos atrás!) é a necessidade de saber - à exaustão - a história do que compro, seja um alimento, seja um produto de higiene, seja o que for... E digo-vos - se ainda não foram atingidos por este bicho - é cansativo! E imagino que, para quem, às vezes, leva com as minhas dúvidas, não seja nada agradável...
Toda esta informação que fui/vou recolhendo sobre se é ou não biológico, ético, poluente, venenoso, ... fica aqui, latente, e, mal eu pego nalguma coisa com a intenção de a adquirir... um alarme soa:
- De que país?
- O que é esse nome esquisito?
- É testado em animais?
- Não diz se é ogm???? (Eu sei, ainda não dediquei um post a este tema, mas já ando a pô-lo em prática)
- É biológico, mas de onde?
- Ui, traz essas embalagens todas?!
- ...
E podia continuar com mais algumas questões que têm que ser satisfatoriamente respondidas antes de a minha mente concordar em trazer o que quer que seja que está na minha mão...
Conclusão: tenho-me tornado, cada vez mais, adepta do "faça você mesma".
Já há algum tempo que comecei a fazer a mistura de cereais que, nalguns dias, comemos ao pequeno almoço. Repesquei uma receita de granola aprendida com uma das minhas professoras de yoga e pesquisei receitas de muesli pela internet. E não, não é a mesma coisa. Para começar o muesli foi inventado por um senhor suíço e a granola por um americano, depois - e talvez mais importante - a granola é mais "rica em calorias" que o muesli... Mas ambos partem da mistura de ingredientes semelhantes.
a minha granola
GRANOLA
Ingredientes secos
3 copos de flocos integrais de aveia
1 copo de flocos integrais de trigo
1 copo de flocos integrais de centeio
½ copo de amêndoas picadas
½ copo de avelãs, ligeiramente trituradas
½ copo de gérmen de trigo
½ copo de sementes de sésamo
1 colher de chá de sal
½ copo de coco ralado (não ponho, odeio...)
½ copo de açúcar mascavado
1 copo de sultanas
Ingredientes molhados
2 colheres de água morna com 2 colheres de sopa de mel dissolvido
½ copo de óleo de linhaça
MUESLI
Ingredientes
½ copo de óleo de linhaça
Misturar numa tigela grande todos os ingredientes secos, excepto o sal, as sultanas.
Juntar os ingredientes líquidos (óleo e água morna com mel) e acrescentar o sal.
Adicionar o preparado líquido aos ingredientes secos, misturando muito bem para humedecer os flocos de cereais.
Espalhar a mistura num tabuleiro grande e levar ao forno brando durante 20 a 25 minutos, mexendo a cada 5 minutos para ficar dourado por igual.
Retirar do forno, deixar arrefecer e finalmente acrescentar as sultanas. Misturar muito bem.
Guardar em frascos ou latas bem tapadas.
MUESLI
Ingredientes
200g de flocos de aveia (se preferir, podem ser dos que se vendem já mais
desfeitos)
25g de de gérmen de trigo e/ou farelo de trigo
75g de flocos de centeio ou cevada
50g de avelãs, ligeiramente trituradas
50g amêndoas laminadas
50g sultanas
100g de frutos secos picados, a gosto: alperces, figos, maçã
seca, manga, cerejas, banana, ...
Método tradicional
Misturar tudo (é melhor misturar primeiro os frutos secos picados com a aveia para desfazer os "grumos" que possam formar-se).
Guardar em frascos ou latas bem tapadas (tem um tempo de conservação menor que a granola ou o muesli tostado, descrito a seguir)
Método menos ortodoxo (para quem gostar de texturas mais crocantes)
Misturar todos os ingredientes, excepto as sultanas e os frutos secos picados.
Espalhar a mistura num tabuleiro grande e levar ao forno brando durante 10 a 15 minutos, mexendo a cada 5 minutos para ficar dourado por igual.
Retirar do forno, deixar arrefecer e finalmente acrescentar as sultanas e os frutos secos picados. Misturar muito bem.
Guardar em frascos ou latas bem tapadas.
Estas são as minhas receitas base. Há imensas, basta procurar pela internet. Nem sempre faço de igual modo. Por exemplo, da última vez que fiz granola usei flocos de cevada em vez dos de trigo e óleo de cártamo em vez do de linhaça. E no muesli raramente ponho os frutos secos picados.
Acho que ainda não há nenhuma confraria, quer de muesli quer de granola, por isso quase tudo é permitido...
23 de janeiro de 2012
201 - Procurar soluções caseiras/naturais para tratar o pé-de-atleta
Quase todos os livros de medicina natural, remédios naturais, ervas medicinais, ..., têm um aviso semelhante a este (retirado do 1001 remédios naturais):
"Não tente diagnosticar ou auto medicar problemas de saúde graves ou prolongados sem supervisão médica. Não inicie um auto tratamento em simultâneo com um tratamento médico prescrito e não exceda as dosagens recomendadas sem primeiro procurar aconselhamento profissional. Consulte o seu médico se os sintomas persistirem. Se está grávida ou a amamentar, não utilize óleos essenciais ou medicamentos à base de ervas sem antes consultar um profissional."
Posto isto, a ideia é - antes de correr para a farmácia - tentar encontrar soluções caseiras e mais naturais (e muitas vezes ancestrais e esquecidas) para, neste caso, matar o fungo que provoca o pé-de-atleta e que, volta e meia, vem visitar o Zé Manel. Ele tem cuidado, anda sempre de chinelos nos balneários, nos chuveiros, mas... é karateca... portanto, treina descalço. Em vários sítios diferentes... E, na verdade, já experimentou vários tratamentos recomendados nas farmácias. Agora vamos experimentar outra abordagem, com menos químicos e menos embalagens.
Além do livro de que falo no início do post, tenho um outro, da mesma editora, bem pequeno mas cheio de informação, "101 sugestões - ervas medicinais", de Penelope Ody. Entre estes e um que herdei, das Selecções do Reader's Digest, "Guia prático de remédios e tratamentos naturais", tenho receitas para imensos problemas de pele: psoríase, herpes, verrugas, acne, ... e, claro, pé-de-atleta. Também na internet se encontram dezenas de receitas. O problema é escolher!
Fiz uma selecção com algumas receitas que utilizam ingredientes que, normalmente, temos em casa e que são simples de pôr em prática. Imagino que fazer um unguento com cera de abelhas, lanolina anídrica, óleo de maravilha emulsionado e óleo de árvore-do-chá (receita do "101 sugestões - ervas medicinais") assuste alguns...
Para já o Zé Manel está a fazer - por recomendação de um amigo formado em medicina tradicional chinesa - banhos de chá preto, todas as noites, e está a utilizar o spray antifúngico (ver receita mais abaixo). E já sente a diferença!
Aqui ficam mais sugestões. Pode combinar uma opção para "demolhar" os pés com uma solução para aplicação local, por exemplo. A ideia é manter o tratamento escolhido até erradicar o fungo (ou, se não estiver a obter resultados, experimentar um outro)!
Receitas com VINAGRE
Spray antifúngico
O vinagre de sidra restitui a acidez natural à pele, ajudando-a a tornar-se mais resistente ao crescimento de fungos. A alfazema é antimicrobiana e acalma a comichão e a inflamação.
125 ml de vinagre de sidra
1/2 c. chá de óleo essencial de alfazema
Misture num frasco vaporizador e aplique uma vez por dia, após o banho.
Banho de vinagre
Lave e seque bem os pés. Coloque partes iguais de água morna e vinagre de sidra numa bacia. Deixe-os uns vinte minutos de molho. Repita todos os dias.
- Coloque bicabornato de sódio na zona afectada. Irá reduzir a humidade localizada, eliminando as condições ideais para o crescimento de fungos.
- Aplique uma pasta de bicarbonato de sódio na área, especialmente entre os dedos. Misture 1 colher de mesa de bicarbonato de sódio com um pouco de água morna. Aplique e aguarde alguns minutos. Seque bem e coloque um pouco de amido em pó nos pés.
(experimente primeiro em casa, para ver se o cheiro é perceptível...)
- esfreque alho cru, ou espalhe alho em pó, na zona afectada;
- corte alho cru em pequenos pedaços e coloque alguns nos sapatos (quando não os está a usar...);
- amasse alho com um pouco de óleo e aplique na área;
- coma mais alho...;
- coloque alguns dentes de alho esmagados numa bacia com água morna e um pouco de álcool. Mergulhe os pés nesta solução durante alguns minutos;
- esmague vários dentes de alho em azeite e deixe repousar entre um a três dias. Coe a solução, guarde num frasco escuro e aplique o óleo de alho nas zonas afectadas, uma ou duas vezes por dia;
- coloque lascas de alho previamente cortadas entre os dedos, durante uma hora. Repita todos os dias. Se esta abordagem lhe irritar a pele, interrompa-a ou diminua a duração do tratamento.
OUTRAS abordagens:
- faça um banho de chá de pau d'arco;
- Aplique sumo de limão 1 a 2 vezes por dia na área, e deixe secar;
- a própolis é tradicionalmente usada no tratamento de fungos. Aplique extracto ou tintura directamente sobre as zonas afectadas (cuidado porque pode manchar a roupa);
- aplique óleo de árvore-do-chá (tea tree) nas zonas afectadas;
- Esmague raiz de gengibre e adicione a água em ebulição durante 20 minutos. Depois de arrefecer aplique directamente nas zonas afectadas duas vezes por dia com algodão ou um pano limpo;
- a canela pode ser adicionada a qualquer das soluções sugeridas em cima, por ter características anti-fúngicas, pelo que poderá, e deverá, adicioná-la também a banhos de chá de hortelã, manjericão, salva, tomilho, trevo vermelho ou limão;
- impregne o seu pé numa mistura de 2 colheres de mesa de sal por litro de água morna, durante 5 a 10 minutos; seque bem e repita até que o problema seja resolvido;
- a equinácia fortalece o sistema imunitário. Tome 1/2 colher de chá de extracto de equinácia 2 vezes por dia, durante 10 dias, faça um intervalo de 3 dias e repita o tratamento, durante mais 10 dias;
- aqui tem algumas sugestões à base de cravinho (cravo-da-índia).
E, claro, alguns CUIDADOS a ter para prevenir, ou ajudar a combater, o pé-de-atleta:
- use um calçado que permita uma boa transpiração dos pés;
- use meias de tecidos naturais e o mais frescas possível (e para ajudar a manter os seus pés secos, mude de meias várias vezes por dia);
- lave bem as meias (a temperaturas elevadas) para matar o fungo;
- caminhe descalço sempre que for possível para que os pés respirem e apanhem sol (em superfícies “de confiança”...);
- banhe os pés em água de mar ou com água e sal (e seque muito bem logo em seguida);
- evite usar o mesmo calçado 2 dias seguidos e, se possível, coloque os sapatos ao sol - os raios ultra violeta matam o fungo;
- seque muito bem os pés após o banho, principalmente entre os dedos (troque a toalha a cada banho, e não a utilize para secar o resto do corpo);
- use, para lavar os pés, sabão à base de enxofre ou própolis, já que têm propriedades fungicidas;
- nos balneários e espaços públicos, use chinelos de banho para evitar o contágio ou contagiar;
- na alimentação, dê preferência a frutas e vegetais crus, cereais integrais (tudo muito bem mastigado), beba água com abundância, limite o consumo de açúcar (alimento preferido das leveduras e fungos), gordura e cafeína. Os ácidos gordos essenciais (como o ómega 3) favorecem a cura da pele;
- se o problema piorar e começar a ter pus ou febre, consulte um profissional.
1 de dezembro de 2011
Natal
Para mim a época natalícia começa hoje, 1 de Dezembro, independentemente de "lá fora" já haver indícios há uns... meses, poderei dizer?!...
E, como já tive oportunidade de dizer, eu gosto do Natal. Sim, também gosto das prendas, de as dar a quem trago no coração, de as receber... Mas as prendas são uma parte de algo maior, uma fascinante mistura de crenças, tradições, algumas tão antigas que se perdeu nos tempos o seu porquê; interpretadas, adaptadas, transformadas, cunhadas, a cada ano, por cada família que as adopta. Para mim o Natal é o entusiasmo em estudar e fazer as decorações de Natal; o escolher ou fazer carinhosamente cada presente, cada oferta, até os embrulhos; o partilhar com amigos, vizinhos, desconhecidos; o participar na alegra labuta dos doces tradicionais segundo receitas herdadas; é a leve excitação que paira no ar até ao dia 24; é a alegria esfuziante dos mais pequenos, ... Sim, é confusão, risos, conversas, abraços, frio lá fora e lenha a arder na lareira, cheiro a calda de açúcar, a pão a levedar e a especiarias. É também acreditar que tudo é possível, que o bem prevalece, que no fim ganha o Amor.
O segundo mês deste blog foi também um dezembro (o de 2009!) e noto bem, agora, a diferença entre os post de então e os mais recentes. Mas tenho por eles um carinho maternal (eh, eh) e penso que continuam actuais. Deixo-vos aqui um pequeno resumo se os quiserem consultar:
- neste falo sobre a árvore de Natal e neste sobre o decorar a árvore (e aqui tem uma imagem de outras estrelas de papel que fiz);
- aqui deixo sugestões de presentes mais amigos do ambiente e aqui a carta que escrevi ao Pai Natal...;
- e aqui deixo-vos uma das receitas vegetarianas do meu Natal!
Se, como eu, gostarem de fazer (algumas d)as coisas que oferecem, na internet não faltam "blogs" e "sites" cheios de ideias fantásticas e com óptimos passo-a-passo. Se preferirem (e caso precisem...), "surgem", por esta altura, oficinas onde nos ensinam a fazer presentes, lembranças, decorações (algumas revistas, como a Visão, costumam trazer uma listagem destes locais). Por exemplo, o Núcleo do Porto da Quercus organiza algumas oficinas e até uma eco-feira de Natal. E, em Matosinhos, o Coisas Assim, que se dedica não só ao ensino de "artes e ofícios", mas também à divulgação de artesãos portugueses, tem vários workshops de Natal. Mais há, claro, falo apenas daqueles que conheço por experiência própria. Se tiverem outras sugestões - e quiserem - deixem-nas aqui nos comentários!
E se quiserem ser o Pai Natal e levar magia a uma criança que dela bem precisa, escolham uma carta e realizem um sonho, participando na campanha dos Ctt, Pai Natal solidário.
E agora vou continuar a tratar da decoração de Natal, que, provavelmente, só estará pronta no fim-de-semana... Ah!!! E inspirada pela minha amiga Cláudia (professora do 1º ciclo) que esteve a cortar 25 janelinhas em cada uma de 70 cartolinas (para os seus alunos completarem...) vou voltar a fazer um calendário de natal, como quando era pequena!
17 de outubro de 2011
199 - Encontrar um substituto vegetal para o óleo mineral que uso depois do duche
Sou um bocadinho preguiçosa no que toca a espalhar creme pelo corpo... daí que "antigamente" usava óleo mineral, vulgo óleo de bébé. É só espalhar umas gotinhas no corpo saído do duche, limpar com a toalha e já está!
Depois descobri, com a Sylvia, que o óleo mineral é um derivado da produção de gasolina (petróleo!!! bahhh...) e passei a usar o creme de corpo que aprendi a fazer numa das oficinas.
Mas (lá está...) no inverno passado o boião durou imeeeeenso tempo. Quando está frio, passar alguns minutos extra como vim ao mundo a espalhar creme dos pés aos pescoço não é propriamente um programa aliciante.
A antecipar a próxima temporada "fresca" comecei a procurar uma solução alternativa (mas equivalente...) ao óleo mineral: o óleo vegetal.
O único que encontrei à venda foi da Eucerin (à venda em farmácias) que - na minha lista - aparece nas empresas que não testam em animais. Mas um frasco de 125ml custa cerca de 14€, quando 500ml de óleo mineral custa, sensivelmente, 4€.
Ao olhar para os ingredientes daquele (óleo de girassol, óleo de amêndoa, óleo de jojoba, óleo de macadâmia) lembrei-me - quase em simultâneo - que tinha bastante informação sobre as propriedades de vários óleos (mais uma vez, aprendi com a Sylvia) e que na antiga medicina ayurvédica só usam no corpo o que também podem comer...
E decidi fazer o meu óleo vegetal.
Inspirei-me também no livro dos 1001 remédios naturais (de que já falei aqui) e criei a minha receita. Fui fazendo pequenos ajustes, e pretendo experimentar óleos diferentes, mas uso há dois meses o óleo que vou partilhar com vocês e estou extremamente satisfeita (até já parece um anúncio...).
Usei óleos "oleosos" (sim, existem óleos "secos", como o de grainha de uva ou o de cânhamo, por exemplo, bons para peles oleosas) porque a pele do meu corpo é mais para o seco, principalmente no inverno. Dentro dos oleosos escolhi os que vêm de mais perto: de Portugal ou de países europeus.
Não faço uma grande quantidade de cada vez: por uma questão prática (e de ironia...) reutilizei o frasco de 500ml do óleo mineral (tem uma tampa de segurança e não se parte, o que é bom porque o levo para muitos sítios) mas se o fizerem podem juntar vitamina E (é um antioxidante natural).
150ml de azeite virgem extra (português)
150ml de óleo de linho
150ml de óleo de amêndoas doces
10 gotas de óleo essencial de alfazema (biológico e português!) para, entre outras coisas, dar "cheirinho" (podem substituir por outro óleo essencial, cada um tem propriedades diferentes)
Não tem nenhuma técnica especial, é só colocar no recipiente e está pronto a usar (eu agito o frasco antes de cada utilização)! E custa, mais coisa menos coisa, 2,5€ cada 500ml...
Experimentem este, façam um ao vosso gosto, testem várias combinações e se tiverem alguma dúvida contactem-me.
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