28 de outubro de 2014
26 de maio de 2013
214 - Recuperar as colheres de pau existentes ao invés de comprar novas
antes
8 de dezembro de 2012
210 - Fazer todos os produtos necessários para a limpeza da casa
Com meia dúzia de ingredientes podemos fazer todos os produtos necessários para a limpeza de uma casa:
Bicarbonato de sódio
Neutraliza os ácidos, funciona como desodorizante, combate a gordura, limpa alumínio, plástico, porcelana, aço inoxidável, ...
Além do seu perfume agradável, têm propriedades de complementam a dos outros ingredientes.
17 de outubro de 2012
208 - Encontrar um pano esponja de cozinha "verde"
4 de setembro de 2012
206 - Bater as claras (e não só) manualmente
31 de outubro de 2010
182 - Confeccionar conservas caseiras

30 de outubro de 2010
181 - Encontrar um modo ecológico de afiar as facas

29 de outubro de 2010
180 - Cortar e picar os alimentos à mão ao invés de o fazer no robot de cozinha


- cortar um limão ao meio (também há quem use laranja, mas quem quer ficar com o cheiro de laranja nas mãos???) e esfregar as mãos no limão durante uns minutos;
- esfregar (e esmagar) um pé de salsa com os dedos e passar por água;
- esfregar borra de café nas mãos e lavar em seguida;
- lavar as mãos com vinagre;
- esfegar as mãos com um pouco de leite e, claro, lavar em seguida;
- esfregar um punhado de sal grosso nas mãos, depois lavar em água corrente (nalgumas versões é sal com detergente da louça);
- esfregar as mãos com açúcar (tal como o sal, esfolia) e lavar;
- esfregar pasta de dentes nas mãos e depois lavar;
- passar um pouco de polpa de batata ralada nas mãos e depois lavar normalmente;
- lavar as mãos com a água da lavagem do arroz (não lavo o arroz...);
- esfregar a polpa de um tomate nas mãos (que desperdício! Além de que não existe durante todo o ano);
- lavar as mãos em água corrente abundante, usando um objecto de aço inoxidável (a faca com que se esteve a usar, por exemplo. Até há uns sabonetes próprios);
- usar luvas (sim, já cortei cebola com as luvas de cozinha calçadas... mas não gostei);

28 de outubro de 2010
179 - Limpar com regularidade os sifões e os filtros


Se precisar de algo mais... não use soda cáustica! Há várias receitas caseiras, ecológicas (só não o são mais porque gastam alguma água), para dissolver o que quer que seja que está a impedir a passagem da água:
4ª - Junte 1 copo de vinagre, ½ copo de bicarbonato de sódio e 2/3 colheres de sopa de sal. Deite pelo ralo e cubra durante 30 minutos. Para terminar, deixe correr um pouco de água morna;
5ª - Junte ½ copo de sal, ½ copo de vinagre e ½ copo de bicarbonato de sódio e deite no cano entupido, seguido de uma panela de água a ferver.
Atenção que o bicarbonato e o vinagre reagem e fazem "espuma e vapor"!
Material
cerca de 1 cm de folhas de jornal ou qualquer papel (tamanho A3).
Passos
1 - Colocar as folhas de jornal sobre o assento e fechar o tampo;
2 - Subir sobre o tampo com os dois pés e pressionar - dar pulinhos leves (!!!) - como se fosse um desentupidor;
3 - Sem sair de cima do tampo, porém sem fazer o movimento anterior, puxar o autoclismo, se necessário duas vezes.
E pronto, já está!!
Importante: Caso esteja muito acima do peso, peça ajuda para outra pessoa subir e pressionar o tampo do sanitário.
Obs.: o papel utilizado fica intacto.
...
25 de outubro de 2010
176 - Aprender a guardar melhor legumes e frutas
As frutas podem ser guardadas no frigorífico, embrulhadas - no caso das peças grandes - uma a uma, em papel vegetal, ou em caixas, tal como os legumes, mas aqui não tenho muita experiência, as nossas aguentam bem na fruteira. As bananas e os kiwis devem ficar à temperatura ambiente e longe das outras frutas para que não amadureçam muito depressa.
Os legumes armazenados por mais de uma semana no frigorífico podem perder nutrientes. Mas, ainda assim, é um bom lugar para os guardar, porque as enzimas responsáveis pelo processo de amadurecimento são mais sensíveis ao frio e demoram mais tempo a actuar. Alimentos bem embalados ou acondicionados não perdem nutrientes com facilidade, uma vez que não ficam em contacto com o ar. De qualquer maneira, começando a chegar o frio do Inverno começa a ser menos necessário usar o frigorífico (pelo menos aqui, na nossa casa "fresquinha"...)
Há alguns cuidados gerais a ter em atenção:
- Alimentos ainda molhados ou ligeiramente húmidos deterioram-se rapidamente. Se lavar os vegetais, como alface, rúcula, etc., para guardá-los limpos e prontos para serem logo utilizados, deve certificar-se que ficam bem secos;
- Colocar uma folha de papel (ou uma toalha/pano) na gaveta dos legumes do frigorífico ajuda a absorver a humidade excessiva;
- Colocar a alface, couve, espinafres ou hortaliça com os pés dentro de uma bacia com água dentro do frigorífico permite manter a frescura e as folhas viçosas;
- Legumes que já não estão muito frescos melhorarão se forem colocados em água fria antes de serem lavados e cortados, repousando assim pelo menos por 1/2 hora;
- Retire sempre as partes ou folhas estragadas antes de guardar as verduras.
Guardar e "espevitar" (alguns vegetais)
Se tiver uma abóbora inteira que vai cortando à medida das suas necessidades, durará mais tempo se ao invés de a cortar no sentido longitudinal, o fizer na transversal.
Agriões
Depois de lavados e secos guarde os talos mais tenros num saco de plástico na gaveta dos legumes do frigorífico.
Aipo, salsa, coentros, cebolinho, ...
Para conservá-los sempre frescos, coloque-os de pé numa jarra contendo água e uma pitada de sal, e guarde no frigorífico.
Também pode, antes de guardar no frigorífico (sem ser na tal jarra), queimar (com um fósforo, por exemplo) bem as partes onde foram arrancadas;
Ou pode humedecê-las e embrulhá-las em jornal, também bem humedecido com água; manter esta humidade até as usar.
Alface
Para conservar bem um pé de alface por alguns dias há várias soluções:
- borrifar a alface com água, e embrulhá-la num pano ou jornal molhado com água, tendo o cuidado de manter essa humidade até o momento de a usar.
- guardar no frigorífico (na gaveta forrada com papel ou toalha), tendo, perto delas, 1 limão partido;
- retirar as folhas velhas, lavar e secar muito bem, colocá-la no frigorífico dentro de uma caixa plástica (ou de vidro) com tampa bem fechada;
Alho Francês
Colocar dentro de um recipiente plástico (ou de vidro) fechado e conservar no frigorífico.
Cenouras
Para que não fiquem moles e secas, retire o talo antes de as guardar. Pode lavá-las, secá-las e guardá-las numa caixa, na gaveta do frigorífico. Se estiverem murchas coloque-as dentro de um recipiente com água.
Cogumelos
Os cogumelos frescos conservam-se mais tempo se forem guardados num saco de papel na gaveta dos legumes do frigorífico.
Couve
Não arranque os talos, mantenha as folhas inteiras e guarde-a dentro de um recipiente de plástico na gaveta do frigorífico.
Se estiverem verdes, porém um pouco murchas, deixe-as com os talos mergulhados em água fria (mais ou menos meia hora).
Couve Roxa
Guarde-a - sem lavar nem molhar - dentro de uma caixa plástica bem fechada ou embrulhada muito bem em papel vegetal.
Espargos
Se os espargos frescos que estão guardados ficarem moles, reviva-os, colocando-os de pé, dentro de um recipiente fundo contendo água gelada. Cubra tudo com um saco plástico e leve ao frigrorífico durante meia hora.
Espigas de milho
Coloque-as inteiras e com as cascas num recipiente com água - com as extremidades voltadas para cima - e guarde-as no frigorífico.
Rabanetes e Nabos
Conservam-se frescos se mergulhados com as folhas - e não com as raízes - dentro da água.
Tomates
Se tiver que guardar alguns tomates maduros fora do frigorífico, coloque na parte onde se arrancaram os cabos um pouco de farinha de trigo.
Também podem ser guardados (duram até 1 mês), se forem colocados bem secos num recipiente plástico e cobertos com farinha de trigo. Fechar bem o recipiente e guardar na gaveta do legumes, no frigorífico.
Se os tomates estiverem muito maduros e moles para serem cortados e usados em saladas, mergulhe-os por alguns minutos em água fria salgada.
20 de setembro de 2010
171 - Usar uma garrafa térmica com água gelada

14 de julho de 2010
165 - Comprar apenas sal artesanal

esta salina em Aveiro já desapareceu...
Ainda por cima, o nosso sal é considerado um dos melhores do mundo, por isso não há necessidade de comprar sal dos Himalaias ou de uma ilha no Pacífico, só por que é exótico.
11 de julho de 2010
162 - Fazer um vermicompostor
Tal como "prometi" quando aprendi a fazer compostagem, já somos mais cá em casa. Além de nós e das nossas três gatas, temos agora uma família de minhocas ao nosso cuidado!
Quando participei na oficina de compostagem percebi que não a poderia fazer no nosso apartamento (o compostor tem que ficar pousado na terra) e como me ficaram a incomodar os 40% (nós, provavelmente mais) de resíduos orgânicos no lixo que cada um de nós produz por dia, mal surgiu a oportunidade fomos participar numa oficina sobre vermicompostagem, organizada pelo núcleo de Braga da Quercus.
O vermicompostor

Se não for grande o suficiente, posso depois comprar uma mais alta, da mesma linha e esta primeira fica como tabuleiro de repouso de composto já pronto ou para recolher o excesso de líquido (chorume). Mas ATENÇÃO, não vale a pena comprar caixas muito altas, as minhocas só sobem até uns 20/25 cm de altura! Se for preciso mais espaço, joguem com a largura ou o comprimento.
Depois fazem-se buracos na tampa e na laterais da caixa (para arejamento) e no fundo (para escoamento de eventual excesso de humidade). Como a nossa caixa vai ficar na varanda não colocámos nada por baixo, para já, mas se a colocarem numa divisão interior convém pôr um tabuleiro por baixo para recolher o chorume. NÃO faça como eu (esperta...), que, para não ter ir buscar o berbequim (...) comecei a fazer os buracos como vi a formadora fazer nas caixas de esferovite (usando um ferrinho aquecido numa vela...): derreter plástico liberta vapores TÓXICOS!!! Os buracos devem ser pequenos para as minhocas não sairem da caixa. E acreditem que elas saem por "buraquinhos bem pequenininhos": já andei a salvar minhocas pelo chão da varanda (nalguns casos cheguei tarde demais...). Muitos não são demais - aprendi eu com a prática - porque a caixa deve ser bem arejada. Li algures que podemos colocar no fundo da caixa (e forrar as paredes também) com rede plástica bem apertada, de maneira a sairem líquidos mas não as minhocas. Parece-me uma óptima ideia, a experimentar na altura da remodelação da moradia... E pronto, a casinha está pronta!
As habitantes
As nossas minhocas dão pelo bonito nome de eisenia fetida, mas são mais conhecidas como minhocas vermelhas, e parece que são campeãs a processar uma grande variedade de materiais, daí serem as mais usadas na vermicompostagem.
Gostam de trabalhar entre os 15º e os 25º. Temperaturas mais baixas ou mais altas diminuem a sua produtividade e podem mesmo matá-las. Por isso, às vezes - dependendo da temperatura do sítio onde estão - pode ser necessário retirar a tampa, para refrescar (o calor é a situação mais comum por cá). Quando estão com calor saem da mistura e sobem para as paredes laterais e tampa. Se o PH não for do seu agrado (entre 5 a 9) também tentam fugir, daí não ser aconselhável colocar critinos na caixa. Gostam de humidade, lugares bem arejados e fogem da luz mais rápido do que um vampiro... Parecem umas bichinhas complicadas mas não são, a sério!
Iniciar o processo
- colocamos os primeiros restos de comida (li algures que devemos aguardar 2 semanas antes de alimentar as minhocas, para elas se habituarem à casa nova. Eu não o fiz e deram-se bem);
- cobrimos tudo com mais tiras de jornal humedecidas (cama).Manutenção
- se a mistura estiver seca, borrifar com água ou juntar cama humedecida e, se necessário, colocar a caixa num sítio mais húmido. Se estiver molhada, evitar juntar alimentos muito ricos em água, adicionar cama seca (as tiras de jornal sem as humedecer, folhas secas, palha, ...) e se for o caso, mudar a caixa para um local menos húmido;
9 de julho de 2010
160 - Comprar, quando forem mesmo necessários, guardanapos de papel reciclado
Sabem, aquelas alturas em que precisam de guardanapos para muitas pessoas? Mesmo muitas pessoas? E não têm, nem de perto nem de longe, guardanapos de pano suficientes?
Pois é, foi o que me aconteceu.
Nós já não compramos guardanapos de papel desde o início deste desafio (e mesmo antes só os usávamos esporadicamente), mas confesso que normalmente gostava daqueles maiores, mais espessos e de cor (ai, ai, ai...), a condizer com o resto da decoração...
Como tal, lá fui eu comprar guardanapos de papel, mas reciclados, porque apesar de tudo têm algumas vantagens: há menos consumo de recursos naturais, menos "contribuição" para os aterros ou incineração, a sua transformação consome menos água e energia («240 kw/h por tonelada de fibra secundária contra 1000 kw/h por tonelada de fibra virgem») e menos detritos sólidos.
Realmente, no meio de tanta cor, fica difícil optar pelos pardos e "insignificantes" guardanapos reciclados...
Comprei os da Renovagreen (0,85€ uma embalagem com 90 guardanapos), marca de que já falei no post sobre os rolos de papel de cozinha. Ainda procurei da marca Continente - porque estava lá, claro - mas também porque já comprei papel higiénico reciclado desta marca, mas não os encontrei (posso até nem ter reparado, no meio de tanto guardanapo...).
Só ainda não percebi porque é que, aqui, os guardanapos reciclados são de um branco acinzentado e nos EUA, por exemplo, são castanhos (da cor do cartão):
E, no final, coloquei os guardanapos usados na compostagem, porque, segundo o que aprendi quando fiz a oficina de compostagem, papel com vestígios de gordura não dá para reciclar.
8 de julho de 2010
159 - Não comprar café, para a máquina, em pastilhas


2 de julho de 2010
153 - Comprar cereais a granel





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