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4 de dezembro de 2017
6 de agosto de 2017
2 de agosto de 2016
7 de outubro de 2013
216 - Comprar uma bicicleta "verde"...
Como devem ter reparado a minha pausa prolongou-se para cá de meados de setembro e - apesar das mudanças não estarem completas (as obras demoram sempre mais tempo do que o previsto...) - já estava a sentir falta do "365 coisas..." e, claro, de vocês!
Neste período houve mais mudanças para além das referentes à casa e que implicam eu poder andar mais de bicicleta e menos de carro (boa, boa!!!). Também o Zé Manel anda mais de bicicleta e como, nos nossos tempos de lazer, queremos passear os dois juntos e só tínhamos uma (e andar sentado no quadro não é nada confortável...) resolvemos comprar a segunda. E claro, decidi logo investigar e procurar a bicicleta mais amiga do ambiente...
Por si só uma bicicleta já é "ecológica", mas há umas mais do que outras...
Gostava de vos dizer que comprámos esta (sim é de cartão), mas ainda não está à venda:
Mas não.
Entre a (ainda) inexistência de uma, o preço de outra, e o facto da última "estar" no Brasil, resolvi procurar uma bicicleta caseirinha, isto é made in Portugal.
E apaixonei-me - à primeira vista - por esta:
"É a tua cara!"disse logo o Zé Manel... e assim assinou a sina de herdar a minha bicicleta anterior!
A minha nova menina é o modelo Sport Classic, da Órbita, empresa de Águeda com mais de 40 anos. E tive o prazer de a comprar na Velo Culture, uma charmosa loja "à antiga", em Matosinhos (há outra em Lisboa).
E não, não tive nenhum desconto por estar a fazer publicidade... As coisas boas são para partilhar, certo?
E entretanto lembrei-me que a minha primeira bicicleta também foi uma Órbita, como esta (mas branquinha):
No nosso caso não se justificava, mas as bicicletas eléctricas - apesar de terem uma bateria de lítio - podem ser uma escolha sustentável, se implicarem menos viagens de automóvel, não é? E esta, por exemplo, carrega-se simplesmente pedalando:
26 de fevereiro de 2013
212 - Comprar pneus usados
Eu sei que este é um tema muito polémico (basta ver a quantidade de opiniões diversas em fóruns automóveis por essa internet fora) por isso esperei até poder falar com - já o posso dizer - anos de experiência neste assunto, visto que quase desde o início deste desafio começámos a comprar pneus usados ao invés de novos.
Também gostaria de frisar que esta é a minha opinião, baseada na minha/nossa experiência (aliás, como sempre, mas hoje acho importante reforçar este facto).
Dito isto, nós estamos satisfeitos com a nossa escolha. Infelizmente o Zé Manel tem que fazer bastantes quilómetros quase todos os dias, pois ficou colocado longe de casa e o comboio nem sempre é opção. Feitas as contas (num período de tempo igual ao período em que utilizávamos pneus novos) comprando pneus usados, gastamos menos dinheiro, não notamos diferença em termos de desempenho ou segurança e, muito importante, reduzimos o nosso impacto no ambiente, pois estamos a dar uma segunda hipótese a pneus que de outra forma iriam para o lixo (ainda que - como vou falar mais à frente - possam vir a ser reciclados. Mas isto continua a poder acontecer depois de passarem por nós...).
Há pneus recauchutados, reconstruídos (remold), semi-novos, usados, ... Posso estar errada, mas pelo que percebi o recauchutado é um pneu que só leva a banda de rodagem nova enquanto que, no caso de um pneu reconstruído, o exterior é todo novo, sobre o "esqueleto" do pneu antigo. Acho que aqui está uma boa explicação (embora haja quem distinga 3 tipos de "recuperação": recapados, recauchutados e remoldados). Penso que semi-novos e usados são a mesma coisa (mas corrijam-me se estiver errada), pneus que já foram usados mas ainda estão em bom estado (como, por exemplo, os pneus de um automóvel que sofreu um acidente e não tem recuperação. Mas os pneus não só não sofreram danos, como até tinham sido trocados há pouco tempo...)
Como disse no início, aparecem testemunhos para todos os gostos. Muitas pessoas a criticar e a rejeitar os recauchutados, os reconstruídos, os usados... A mim parece-me que as questões se prendem principalmente com o desempenho dos pneus quando conduzem a altas velocidades (ai, ai, ai)... Mas posso ter percebido mal... Por outro lado, há muitas pessoas a dizer que não sentiram diferenças entre os pneus recauchutados, ou os reconstruídos, ou os usados e os novos.
Enfim, é muito difícil chegar a uma conclusão baseada nos comentários que se encontram na net ("que novidade", dirão vocês...). No nosso caso temos toda a confiança em quem nos arranja os pneus, e acho que este é o melhor conselho que vos posso dar: encontrem um fornecedor de pneus em quem confiem... E não, não estou a ser irónica (nem inocente), já percebi - por comentários de amigos e conhecidos - que não é assim tão fácil. O máximo que posso fazer é dar-vos o contacto do nosso (se estiverem pelo Porto e arredores...)!
Entretanto, encontrei informação sobre pneus ecológicos e pensei que seriam feitos de materiais mais "simpáticos", mas são ecológicos devido à redução de emissões de CO2, economia de combustível, ... O que é óptimo também, claro, mas... E a notícia que refere a possível utilização de óleo de soja no fabrico de pneus, ao invés de petróleo, faz-me torcer o nariz, pois perdemos, a um ritmo assustador, áreas extensas de floresta tropical para plantações de soja, não se podendo considerar esta hipótese "simpática" para o ambiente, certo? É difícil, ao que parece, encontrar uma solução...
Para já vou continuar a "reusar" pneus e a aplaudir ideias como esta (portuguesa) de reciclar pneus para fabricar asfalto para a pavimentação de estradas, ou esta, de transformar pneus velhos em produtos substitutos da madeira (como, por exemplo, decks exteriores) além da mais conhecida em que a borracha dos pneus dá origem a pavimentos para recintos desportivos, infantis, ...
E, claro, não faltam ideias para reutilizar pneus...
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e, muitas, muitas mais há, mas - às vezes - as mais simples são as melhores...
24 de novembro de 2012
209 - Comprar apenas pilhas recarregáveis
Claro que convém ter um carregador de pilhas...
O nosso foi comprado, há já algum tempo, pelo Zé Manel, no Ikea. Eu andava à procura de qual seria o melhor, e não me decidia...:
"- Precisamos de pilhas.
- Temos que comprar um carregador e pilhas recarregáveis! Ainda não sei quais são os melhores!
(passados uns tempos)
- Temos mesmo que comprar pilhas.
- Têm que ser recarregáveis... e o carregador... e é tudo tão confuso, tantas opiniões!
(uns tempos depois)
- Já sabes quais são as melhores pilhas? O relógio da cozinha já não funciona...
- Eu não percebo nada do assunto e quanto mais procuro, mais perdida fico...
- Olha estas aqui!
- E se não funcionam bem?...
(mais uns dias)
- olha que jeitoso (talvez não tenha sido esta a palavra...) este carregador e pilhas que "encontrei"! Não gostas das coisas do Ikea?!..."
E foi mais ou menos assim que passamos a usar pilhas recarregáveis.
Não temos razão de queixa, para já (mas também só as temos há uns meses...), mas parece-me que as pilhas são do tipo recarregáveis convencionais (continuem a ler...).
Devo dizer que continuo indecisa em relação a quais são as melhores pilhas, qual é o melhor carregador (em termos de marca)... Mas dou-vos as dicas que me deram e que encontrei pela net... Quem perceber mais deste assunto (o que não será difícil...) esteja à vontade para corrigir/acrescentar o que achar que pode ajudar futuros compradores de pilhas recarregáveis...
Um leitor da página no facebook aconselhou-me as pilhas recarregáveis Ni-MH do tipo híbrido (como as Sanyo Eneloop). Ele refere que "só são 2100 mAh mas em contrapartida entregam a voltagem que prometem durante muito mais tempo" (estão a ver a minha confusão?). Pelo que percebi não vale de nada a pilha ter carga se depois não tem voltagem suficiente para que o aparelho funcione. Também têm a vantagem de perderem muito menos carga ao longo do tempo, o que é bom para os aparelhos que usam pouca energia (comandos/ratos/teclados/relógios/...).
Também encontrei informação sobre as Ni-MH com baixa auto descarga. Presumo que sejam a mesma coisa que as referidas Ni-MH do tipo híbrido (corrijam-me se estiver errada, por favor) porque mantêm pelo menos 85% (70%?) da sua carga ao final de 1 ano. Geralmente a embalagem diz que estas pilhas já vêm carregadas.
Resumindo (e se não tiver percebido tudo mal):
As recarregáveis convencionais apresentam maior capacidade de carga, por volta dos 2700 mAh; as recarregáveis de baixa auto descarga apresentam menor capacidade - por norma em torno de 2000 mAh - mas garantem que mesmo que se lhes pegue um ano depois de carregadas ainda oferecem uma elevada percentagem da carga (mais de 70%). Estas são melhores para aparelhos que usam pouca energia ou que ficam longos períodos de tempo sem serem utilizados. Disse tudo bem?
Ah, e já agora, uma questão (e desde já peço desculpa se é uma pergunta estúpida...): Posso carregar pilhas de outras marcas no meu carregador?
E só há pouco tempo é que descobri que existem carregadores solares para pilhas.
O que eu gostava mesmo é que estas pilhas solares (um protótipo "faça você mesmo") fossem eficientes.
Ou que estas pilhas que se recarregam com o movimento normal do uso já fossem viáveis.
Quanto a esta ideia - as pessoas enviarem as pilhas recarregáveis para a empresa em vez de terem um carregador em casa -, será mesmo mais sustentável (teria que se estudar o impacto dos carregadores versus o transporte - ida-e-volta - das pilhas, certo?)?
Mas mesmo, mesmo bom era o relógio da cozinha e os comandos da televisão e do disco multimédia não precisarem de pilhas...
4 de setembro de 2012
206 - Bater as claras (e não só) manualmente
Deixem-me começar por vos desejar um óptimo ano (lectivo)!!!
Durante as férias tive oportunidade de experimentar algumas daquelas receitas de sobremesas que vamos guardando para um dia fazer e... vamos adiando e adiando. Como em agosto "ele" foi aniversários, baptizados, almoços de família, festas só porque sim (ainda bem que para compensar também tive muita actividade física), aproveitei para aperfeiçoar os meus dotes de pasteleira.
Foi neste processo que me apercebi que podia poupar alguma energia, água e detergente. Eu sei que é coisa pouca, comparado com, por exemplo, a energia que se poupa desligando a arca congeladora, mas, grão a grão...
Normalmente uso o robot de cozinha para bater os bolos. Ora, quando a receita inclui bater claras em castelo, o processo complica-se um pouco. Se as bato antes, elas "caem" (e a dica de colocar um garfo metálico para impedir que tal aconteça, não funciona, pelo menos não comigo), se deixo este passo para depois, tenho que retirar o que estiver no robot (para outro recipiente), lavá-lo, secá-lo muito bem, para então bater as claras.
Numa das vezes - e devo confessar que foi mais a preguiça de lavar louça a falar do que a consciência ambiental - lembrei-me de experimentar bater as claras com um batedor manual que andava cá por casa, como se fazia antigamente (e sabiam que o recipiente deve ser de cobre não estanhado ou porcelana??? Eu não).
E não é que até correu bem? A partir daí tenho batido todas as claras por este processo e até já cometi a loucura de fazer um bolo de forma totalmente "artesanal"...
Devo frisar que tenho a capacidade, extremamente útil, de usar alternadamente as duas mãos - com igual competência - em inúmeras tarefas, o que faz com que não tenho sentido qualquer desconforto nos pulsos ou braços, como é suposto nas primeiras vezes... mas não desanimem, se não possuem esta bela habilidade, pensem nesta actividade como mais uma forma de exercício!
Agora só me falta construir um forno solar, para poder fazer bolos "energy free"...
parece que este é o ideal
uso um destes
para quem não aguentar o esforço físico...
2 de agosto de 2012
Para reflectir...
... e agir.
Achei que esta imagem/frase merecia destaque. Até porque se refere a muito mais do que apenas uma colher de plástico...
(autor desconhecido) via Pinterest
30 de julho de 2012
205 - Deixar o aviso de "Não incomodar" na porta do quarto do hotel
Em casa não mudamos os lençóis da cama todos os dias, por muito bem que saiba deitar numa cama acabadinha de fazer de lavado... Nem trocamos as toalhas de banho todos os dias. Nem aspiramos o quarto todos os dias.
Também não precisamos de o fazer quando ficamos num hotel, pousada, casa de turismo, ...
Não custa nada.
Alguns hotéis já estão sensibilizados para esta questão (até porque também é económica...). Fiquei, há uns tempos, num hotel que tinha o habitual aviso de "Não incomodar/Do not disturb", mas na outra face deste tinha a opção (caso o pendurássemos na porta) de os funcionários limparem o quarto e fazerem as camas, mas sem mudarem lençóis e toalhas. Na altura tirei uma fotografia ao aviso para vos mostrar, mas recentemente perdi tudo o que tinha no meu disco externo (snif!!!).
Nas casas de turismo rural onde já ficamos - por este nosso Portugal fora - tem funcionado falar com a pessoa responsável e explicar-lhe o que pretendemos. Normalmente ficam surpreendidas, com aquela cara "lá vêm estes maluquinhos do ambiente...", mas depois de abarcarem o alcance da medida, costumam ficar satisfeitas...
Quando não há outra hipótese, resta deixar o famoso aviso "Não incomodar" pendurado na porta. Claro que a cama vai ficar por fazer, mas... é assim tão mau? Pensem na quantidade de água (e detergentes) e energia que se poupa (e a quantidade de lençóis e toalhas que duram mais tempo). Vá lá, provavelmente estão de férias...
E, claro, aproveitem para sensibilizar os responsáveis do local onde estão, seja na recepção, seja através do livro de sugestões/opiniões ou daquelas folhinhas que costumam estar nos quartos para darmos a nossa opinião sobres o hotel.
E deixo-vos com uma ideia do peso que tem, em termos ambientais, a indústria hoteleira (neste caso são números referentes aos EUA), divulgados no âmbito de uma campanha de sensibilização para esta questão:
4 de julho de 2012
204 - Aplicar a regra dos 10 (3) segundos
Conhecem? A regra (!!!) que diz que se deixarem cair algo (comestível) ao chão e se a apanharem em menos de 10 segundos, a podem comer, sem risco de apanharem "alguma coisa"?
Vá, não façam essas caras...
Adorei a explicação do Vanderlei:
De maneira análoga, comportam-se as bactérias. Afinal, a pipoca que cai está para as bactérias assim como o meteoro está para os humanos. E da mesma maneira, a bactéria tem medo de ser esmagada, vê a bola negra se aproximando e corre para longe. As que ficarem ali, desapercebidas ou lerdas, são esmagadas! As outras, só depois de perceberem que na verdade o meteoro é COMIDA é que vão ao seu encontro, sobrando aí esse meio-tempo, os 10 segundos.»
neste caso não há nada a fazer...
Admito que não sou muito picuinhas com estas coisas. Como poderia? Fui escuteira durante anos e acampar no meio do monte, cozinhando em pequenos fogões periclitantes... bem, não podíamos dar-nos ao luxo de ser esquisito! Tenho quase a certeza que comi alguns insectos, caruma, ...
Bom, voltando ao presente.
Parece que afinal mais seguro é apanhar - a bolacha que caiu, por exemplo - aos 3 segundos (toca a trabalhar os reflexos). Há pouco tempo, cientistas, que não tinham nada melhor para fazer, andaram a atirar diferentes tipos de comida ao chão e a ver que tipo de bactérias "ficavam" nos alimentos após 3, 5 e 10 segundos de permanência no chão (podem ler o artigo, em inglês, aqui). 10 segundos não resulta para todos, 5 segundos assim-a-assim, por isso vou-me ficar pelos 3. A melhor comida para cair ao chão é a processada (sal e/ou açúcar q.b.) e com pouco água (lá está, é a bolacha).
Vou aplicar esta regra só cá em casa, onde sei quantas vezes, e como, o chão é limpo. E no meio do monte, quando vou acampar (e nada se desperdiça...). Nos restantes sítios deixo para os passarinhos.
29 de junho de 2012
203 - Fazer a minha mistura de cereais para o pequeno-almoço
Uma das coisas que sinto que mais me diferencia do comum dos mortais ("sustentavelmente" falando...) com que me cruzo (e de mim própria há uns tempos atrás!) é a necessidade de saber - à exaustão - a história do que compro, seja um alimento, seja um produto de higiene, seja o que for... E digo-vos - se ainda não foram atingidos por este bicho - é cansativo! E imagino que, para quem, às vezes, leva com as minhas dúvidas, não seja nada agradável...
Toda esta informação que fui/vou recolhendo sobre se é ou não biológico, ético, poluente, venenoso, ... fica aqui, latente, e, mal eu pego nalguma coisa com a intenção de a adquirir... um alarme soa:
- De que país?
- O que é esse nome esquisito?
- É testado em animais?
- Não diz se é ogm???? (Eu sei, ainda não dediquei um post a este tema, mas já ando a pô-lo em prática)
- É biológico, mas de onde?
- Ui, traz essas embalagens todas?!
- ...
E podia continuar com mais algumas questões que têm que ser satisfatoriamente respondidas antes de a minha mente concordar em trazer o que quer que seja que está na minha mão...
Conclusão: tenho-me tornado, cada vez mais, adepta do "faça você mesma".
Já há algum tempo que comecei a fazer a mistura de cereais que, nalguns dias, comemos ao pequeno almoço. Repesquei uma receita de granola aprendida com uma das minhas professoras de yoga e pesquisei receitas de muesli pela internet. E não, não é a mesma coisa. Para começar o muesli foi inventado por um senhor suíço e a granola por um americano, depois - e talvez mais importante - a granola é mais "rica em calorias" que o muesli... Mas ambos partem da mistura de ingredientes semelhantes.
a minha granola
GRANOLA
Ingredientes secos
3 copos de flocos integrais de aveia
1 copo de flocos integrais de trigo
1 copo de flocos integrais de centeio
½ copo de amêndoas picadas
½ copo de avelãs, ligeiramente trituradas
½ copo de gérmen de trigo
½ copo de sementes de sésamo
1 colher de chá de sal
½ copo de coco ralado (não ponho, odeio...)
½ copo de açúcar mascavado
1 copo de sultanas
Ingredientes molhados
2 colheres de água morna com 2 colheres de sopa de mel dissolvido
½ copo de óleo de linhaça
MUESLI
Ingredientes
½ copo de óleo de linhaça
Misturar numa tigela grande todos os ingredientes secos, excepto o sal, as sultanas.
Juntar os ingredientes líquidos (óleo e água morna com mel) e acrescentar o sal.
Adicionar o preparado líquido aos ingredientes secos, misturando muito bem para humedecer os flocos de cereais.
Espalhar a mistura num tabuleiro grande e levar ao forno brando durante 20 a 25 minutos, mexendo a cada 5 minutos para ficar dourado por igual.
Retirar do forno, deixar arrefecer e finalmente acrescentar as sultanas. Misturar muito bem.
Guardar em frascos ou latas bem tapadas.
MUESLI
Ingredientes
200g de flocos de aveia (se preferir, podem ser dos que se vendem já mais
desfeitos)
25g de de gérmen de trigo e/ou farelo de trigo
75g de flocos de centeio ou cevada
50g de avelãs, ligeiramente trituradas
50g amêndoas laminadas
50g sultanas
100g de frutos secos picados, a gosto: alperces, figos, maçã
seca, manga, cerejas, banana, ...
Método tradicional
Misturar tudo (é melhor misturar primeiro os frutos secos picados com a aveia para desfazer os "grumos" que possam formar-se).
Guardar em frascos ou latas bem tapadas (tem um tempo de conservação menor que a granola ou o muesli tostado, descrito a seguir)
Método menos ortodoxo (para quem gostar de texturas mais crocantes)
Misturar todos os ingredientes, excepto as sultanas e os frutos secos picados.
Espalhar a mistura num tabuleiro grande e levar ao forno brando durante 10 a 15 minutos, mexendo a cada 5 minutos para ficar dourado por igual.
Retirar do forno, deixar arrefecer e finalmente acrescentar as sultanas e os frutos secos picados. Misturar muito bem.
Guardar em frascos ou latas bem tapadas.
Estas são as minhas receitas base. Há imensas, basta procurar pela internet. Nem sempre faço de igual modo. Por exemplo, da última vez que fiz granola usei flocos de cevada em vez dos de trigo e óleo de cártamo em vez do de linhaça. E no muesli raramente ponho os frutos secos picados.
Acho que ainda não há nenhuma confraria, quer de muesli quer de granola, por isso quase tudo é permitido...
23 de janeiro de 2012
201 - Procurar soluções caseiras/naturais para tratar o pé-de-atleta
Quase todos os livros de medicina natural, remédios naturais, ervas medicinais, ..., têm um aviso semelhante a este (retirado do 1001 remédios naturais):
"Não tente diagnosticar ou auto medicar problemas de saúde graves ou prolongados sem supervisão médica. Não inicie um auto tratamento em simultâneo com um tratamento médico prescrito e não exceda as dosagens recomendadas sem primeiro procurar aconselhamento profissional. Consulte o seu médico se os sintomas persistirem. Se está grávida ou a amamentar, não utilize óleos essenciais ou medicamentos à base de ervas sem antes consultar um profissional."
Posto isto, a ideia é - antes de correr para a farmácia - tentar encontrar soluções caseiras e mais naturais (e muitas vezes ancestrais e esquecidas) para, neste caso, matar o fungo que provoca o pé-de-atleta e que, volta e meia, vem visitar o Zé Manel. Ele tem cuidado, anda sempre de chinelos nos balneários, nos chuveiros, mas... é karateca... portanto, treina descalço. Em vários sítios diferentes... E, na verdade, já experimentou vários tratamentos recomendados nas farmácias. Agora vamos experimentar outra abordagem, com menos químicos e menos embalagens.
Além do livro de que falo no início do post, tenho um outro, da mesma editora, bem pequeno mas cheio de informação, "101 sugestões - ervas medicinais", de Penelope Ody. Entre estes e um que herdei, das Selecções do Reader's Digest, "Guia prático de remédios e tratamentos naturais", tenho receitas para imensos problemas de pele: psoríase, herpes, verrugas, acne, ... e, claro, pé-de-atleta. Também na internet se encontram dezenas de receitas. O problema é escolher!
Fiz uma selecção com algumas receitas que utilizam ingredientes que, normalmente, temos em casa e que são simples de pôr em prática. Imagino que fazer um unguento com cera de abelhas, lanolina anídrica, óleo de maravilha emulsionado e óleo de árvore-do-chá (receita do "101 sugestões - ervas medicinais") assuste alguns...
Para já o Zé Manel está a fazer - por recomendação de um amigo formado em medicina tradicional chinesa - banhos de chá preto, todas as noites, e está a utilizar o spray antifúngico (ver receita mais abaixo). E já sente a diferença!
Aqui ficam mais sugestões. Pode combinar uma opção para "demolhar" os pés com uma solução para aplicação local, por exemplo. A ideia é manter o tratamento escolhido até erradicar o fungo (ou, se não estiver a obter resultados, experimentar um outro)!
Receitas com VINAGRE
Spray antifúngico
O vinagre de sidra restitui a acidez natural à pele, ajudando-a a tornar-se mais resistente ao crescimento de fungos. A alfazema é antimicrobiana e acalma a comichão e a inflamação.
125 ml de vinagre de sidra
1/2 c. chá de óleo essencial de alfazema
Misture num frasco vaporizador e aplique uma vez por dia, após o banho.
Banho de vinagre
Lave e seque bem os pés. Coloque partes iguais de água morna e vinagre de sidra numa bacia. Deixe-os uns vinte minutos de molho. Repita todos os dias.
- Coloque bicabornato de sódio na zona afectada. Irá reduzir a humidade localizada, eliminando as condições ideais para o crescimento de fungos.
- Aplique uma pasta de bicarbonato de sódio na área, especialmente entre os dedos. Misture 1 colher de mesa de bicarbonato de sódio com um pouco de água morna. Aplique e aguarde alguns minutos. Seque bem e coloque um pouco de amido em pó nos pés.
(experimente primeiro em casa, para ver se o cheiro é perceptível...)
- esfreque alho cru, ou espalhe alho em pó, na zona afectada;
- corte alho cru em pequenos pedaços e coloque alguns nos sapatos (quando não os está a usar...);
- amasse alho com um pouco de óleo e aplique na área;
- coma mais alho...;
- coloque alguns dentes de alho esmagados numa bacia com água morna e um pouco de álcool. Mergulhe os pés nesta solução durante alguns minutos;
- esmague vários dentes de alho em azeite e deixe repousar entre um a três dias. Coe a solução, guarde num frasco escuro e aplique o óleo de alho nas zonas afectadas, uma ou duas vezes por dia;
- coloque lascas de alho previamente cortadas entre os dedos, durante uma hora. Repita todos os dias. Se esta abordagem lhe irritar a pele, interrompa-a ou diminua a duração do tratamento.
OUTRAS abordagens:
- faça um banho de chá de pau d'arco;
- Aplique sumo de limão 1 a 2 vezes por dia na área, e deixe secar;
- a própolis é tradicionalmente usada no tratamento de fungos. Aplique extracto ou tintura directamente sobre as zonas afectadas (cuidado porque pode manchar a roupa);
- aplique óleo de árvore-do-chá (tea tree) nas zonas afectadas;
- Esmague raiz de gengibre e adicione a água em ebulição durante 20 minutos. Depois de arrefecer aplique directamente nas zonas afectadas duas vezes por dia com algodão ou um pano limpo;
- a canela pode ser adicionada a qualquer das soluções sugeridas em cima, por ter características anti-fúngicas, pelo que poderá, e deverá, adicioná-la também a banhos de chá de hortelã, manjericão, salva, tomilho, trevo vermelho ou limão;
- impregne o seu pé numa mistura de 2 colheres de mesa de sal por litro de água morna, durante 5 a 10 minutos; seque bem e repita até que o problema seja resolvido;
- a equinácia fortalece o sistema imunitário. Tome 1/2 colher de chá de extracto de equinácia 2 vezes por dia, durante 10 dias, faça um intervalo de 3 dias e repita o tratamento, durante mais 10 dias;
- aqui tem algumas sugestões à base de cravinho (cravo-da-índia).
E, claro, alguns CUIDADOS a ter para prevenir, ou ajudar a combater, o pé-de-atleta:
- use um calçado que permita uma boa transpiração dos pés;
- use meias de tecidos naturais e o mais frescas possível (e para ajudar a manter os seus pés secos, mude de meias várias vezes por dia);
- lave bem as meias (a temperaturas elevadas) para matar o fungo;
- caminhe descalço sempre que for possível para que os pés respirem e apanhem sol (em superfícies “de confiança”...);
- banhe os pés em água de mar ou com água e sal (e seque muito bem logo em seguida);
- evite usar o mesmo calçado 2 dias seguidos e, se possível, coloque os sapatos ao sol - os raios ultra violeta matam o fungo;
- seque muito bem os pés após o banho, principalmente entre os dedos (troque a toalha a cada banho, e não a utilize para secar o resto do corpo);
- use, para lavar os pés, sabão à base de enxofre ou própolis, já que têm propriedades fungicidas;
- nos balneários e espaços públicos, use chinelos de banho para evitar o contágio ou contagiar;
- na alimentação, dê preferência a frutas e vegetais crus, cereais integrais (tudo muito bem mastigado), beba água com abundância, limite o consumo de açúcar (alimento preferido das leveduras e fungos), gordura e cafeína. Os ácidos gordos essenciais (como o ómega 3) favorecem a cura da pele;
- se o problema piorar e começar a ter pus ou febre, consulte um profissional.
22 de novembro de 2011
200 - Trocar livros
Esta ideia foi o culminar de várias acções:
Primeira, o estar a descobrir o poder das listas (huuuuuu!!!). Eu que olhava com um certo (mas levezinho...) desprezo para quem fazia listas para tudo e mais alguma coisa, comecei a perceber que podem ser uma mais valia. Já fazia lista de compras e lista "do que levar" quando vamos acampar ou de férias, mas sei agora que uma lista pode ser tanto um guia: quando precisamos - por exemplo - de organizar melhor o nosso tempo; como um desafio, quando temos que arrumar o guarda-fatos...; como um aliciante, quando fazemos uma lista do que vamos concretizar no próximo ano. Às vezes uma lista poder ser tudo isto (e mais ainda), como por exemplo a minha lista das "365 coisas que posso fazer..."! Mais à frente volto às listas.
Segunda, o ter decidido deixar de comprar o jornal, comprar menos revistas, "compensar" os livros que compro, isto tudo sem ler menos, claro, o que me levou a voltar a usar a biblioteca pública, onde posso, se quiser, ler jornais, revistas e livros, e trazer estes últimos para casa (assim como "cd's" e "dvd's").
Terceira, o praticar o desapego, palavra que veio ao meu encontro há uns bons anos atrás, quando me iniciei no caminho do Yoga. Claro que tem um alcance, uma profundeza de que não vou falar agora, focando-me mais no seu lado material, que vem também ao encontro de uma vida simples (na interpretação do minimalismo aplicado ao dia-a-dia, se assim o posso dizer) que tenho procurado cada vez mais. E não confundam simples com simplista...
Por isto mesmo, entusiasmei-me, no ano passado, com o bookcrossing, uma ideia genial que faz do mundo uma espécie de biblioteca. Infelizmente comigo não resultou: nunca mais soube do 1º (e único, até agora) livro que "libertei". E nunca encontrei nenhum por aí (eu sei que há pontos de bookcrossing, mas...) Está bem, vou tentar de novo, mas perdi um pouco o entusiasmo nesta ideia (romântica) de livros espalhados pelos bancos, cafés e afins.
Quarta (faltava esta) o termos decidido desligar a televisão, o que me levou a fazer uma lista (eu disse que voltava a elas) "de livros a ler". Para este facto também contribuiu o ter encontrado um recorte (que tinha guardado...) do jornal Público do início deste século (é sempre estranho dizer isto!) com os "100 melhores livros em mil anos segundo o diário El Mundo" (do século passado, o XX, portanto...). Juntei mais umas 4 listas semelhantes que encontrei na internet (umas com os melhores livros de sempre, outras com os melhores em língua inglesa, ...), retirei os livros repetidos e fiquei com uma lista de quase 300 títulos. Retirei os que já tinha lido (uns míseros 50 e tal), escolhi um por autor (quando era o caso), deixei de lado - para já - os anteriores ao nosso ano 1000 e lá cheguei ao número de 177 livros. Como a minha meta eram os 101 (porque acho mais "giro" que 100...) a selecção seguinte foi baseada na minha inspiração do momento, um pouco menos objectiva do que, imagino, as listas que me serviram de base!
Assim com mais 101 livros para ler, não querendo comprá-los (todos), sabendo que posso não encontrar alguns na bibiloteca local, nem nos tais pontos do bookcrossing, nem em casa de amigos e familiares, como fazer?
Encontrei o winking books, que, nas palavras do próprios administradores, é o local onde quem «tem livros em casa, grande parte dos quais estão arrumados na estante para nunca mais serem utilizados, um “stock” de livros abandonados» os pode usar «como "moeda" de troca e ler novos livros».

Só temos que nos registar, colocar os livros que queremos trocar (por cada livro registado recebemos 1 ponto), e quando tivermos 10 pontos podemos - regra geral - pedir o nosso primeiro livro. Também ganhamos pontos quando enviamos um dos nossos livros a alguém que o pediu (normalmente 10). É fácil, é só entrarem no site e começarem por ler as faq. Vamos vendo os nossos pedidos/envios, pontos, ... Podemos fazer uma wish list, e sermos avisados de quando aparecerem os livros que desejamos. Acreditem, dá jeito, principalmente se forem livros muito pretendidos. Esta comunidade é muito activa: muitos dos livros demoram minutos a serem requisitados. Eu ainda estava a registar o meu quarto livro e já tinha os três primeiros pedidos por diferentes leitores!
Os livros são enviados por correio, utilizando a taxa económica do livro ou taxa editorial, que já conhecia graças à Monia que, informalmente (e de forma muito simpática), quando soube que andava à procura dele, me emprestou o "No Impact Man", do Colin Beavan, e à Nídia, que me emprestou o livro que acabei de ler, "A mim não me enganam - um ano sem ir às compras", de Judith Levine, e que tem uma pequena biblioteca com os livros que empresta.
Esta taxa permite enviar livros a um preço mais baixo do que se fosse pelo correio normal... Há algumas regras:
- só se pode enviar o (um) livro, nada como marcadores, folhas, ... Se não a taxa não é aplicada;
- deve escrever-se no envelope:
contém livro,
pode ser aberto para verificação postal,
taxa editorial económica;
- o envelope deve ser fechado com fita-cola que descola facilmente (para a tal verificação) ou, como eu ("aprendi" com a Nídia) faço, usando um pequeno fio ou fita, numa laçada, assim não se rasgam os envelopes e podem ser reutilizados (eu também neles escrevo "por favor, reutilize este envelope." Pode ser que um dia me chegue um livro num destes!). Os envelopes almofadados são os melhores (até já trazem um furinho para passar o fio) e custam cerca de 0,20-0,30€ cada um.
- só se pode enviar o (um) livro, nada como marcadores, folhas, ... Se não a taxa não é aplicada;
- deve escrever-se no envelope:
contém livro,
pode ser aberto para verificação postal,
taxa editorial económica;
- o envelope deve ser fechado com fita-cola que descola facilmente (para a tal verificação) ou, como eu ("aprendi" com a Nídia) faço, usando um pequeno fio ou fita, numa laçada, assim não se rasgam os envelopes e podem ser reutilizados (eu também neles escrevo "por favor, reutilize este envelope." Pode ser que um dia me chegue um livro num destes!). Os envelopes almofadados são os melhores (até já trazem um furinho para passar o fio) e custam cerca de 0,20-0,30€ cada um.
Assim por cerca de 1€ (envelope mais a taxa de envio) podem ter um "novo" livro.
Mais livros trocados, menos livros comprados, menos árvores cortadas.
E aqui vos deixo a minha lista dos "101 livros a ler". Completei e tentei verificar os dados sobre cada livro/autor (as listas que encontrei só traziam o título do livro e o autor), e só com isso já aprendi umas coisas! Se por acaso encontrarem alguma gralha agradeço que me avisem.
001. Achebe, Chinua - Quando Tudo se Desmorona, nigéria, 1958;
002. Adams, Henry - A Educação de Henry Adams, eua, 1918;
003. Assis, Machado de - Memórias Póstumas de Brás Cubas, brasil, 1881;
004. Baldwin, James - Go Tell It on The Mountain, eua, 1953;
005. Balzac, Honoré de - A Comédia Humana, frança, 1848;
006. Baudelaire, Charles - As Flores do Mal, frança, 1857;
007. Bernhard, Thomas - O Náufrago, holanda, 1983;
008. Blake, William - Canções da Inocência/Canções do Exílio, inglaterra, 1794;
009. Boccaccio, Giovanni - Decameron, itália, 1358;
010. Böll, Heinrich - A Honra Perdida de Katherina Blum, alemanha, 1974;
011. Borges, Jorge Luis - Ficções, argentina, 1944;
012. Brecht, Bertolt - Galileu Galilei, alemanha, 1939;
013. Burgess, Anthony - Laranja Mecânica, uk, 1962;
014. Buzzati, Dino - Deserto dos Tártaros, itália, 1940;
015. Byron, Lord - Don Juan, inglaterra, 1819;
016. Camus, Albert - O Estrangeiro, frança, 1942;
017. Carson, Rachel - A Primavera Silenciosa, eua, 1962;
018. Celan, Paul - Selected Poems and Prose, roménia, (antologia de) 2000;
019. Céline, Louis-Ferdinand - Viagem ao Fim da Noite, frança, 1932;
020. Chaucer, Geoffrey - Contos da Cantuária, inglaterra, 1386;
021. Coetzee, J.M. - Desonra, áfrica do sul, 1999;
022. Conrad, Joseph - Lord Jim, polónia/inglaterra, 1900;
023. Cortázar, Julio - O Jogo do Mundo, argentina, 1963;
024. Darwin, Charles - A Origem das Espécies, inglaterra, 1859;
025. Dickens, Charles - Histórias de Duas Cidades, inglaterra, 1859;
026. Diderot, Denis - Jacques, o Fatalista, frança, 1778;
027. Doblin, Alfred - Berlin Alexanderplatz, alemanha, 1929;
028. Dostoyevsky, Fyodor - O Idiota, rússia, 1869;
029. Dreiser, Theodore - Uma Tragédia Americana, eua, 1925;
030. Eliot, George - A Vida Era Assim em Middlemarch, inglaterra, 1874
031. Eliot, T.S. - A Terra Desolada, eua/uk, 1922;
032. Ellison, Ralph - O Homem Invisível, eua, 1952;
033. Faulkner, William - Luz em Agosto, eua, 1932;
034. Flaubert, Gustave - Educação Sentimental, frança, 1869;
035. Forster, E. M. - Passagem para a Índia, inglaterra, 1924;
036. Galbraith, John Kenneth - A Sociedade da Abundância, canadá/eua, 1958;
037. Gide, André - O Imoralista, frança, 1902;
038. Gogol, Nikolai - Almas Mortas, rússia, 1842;
039. Golding, William - O Deus das Moscas, inglaterra, 1954;
040. Grahame, Kenneth - O Vento nos Salgueiros, uk, 1908;
041. Graves, Robert - Eu, Cláudio, uk, 1934;
042. Greene, Graham - O Terceiro Homem, inglaterra, 1949;
043. Hammett, Dashiell - O Falcão de Malta, eua, 1930;
044. Hemingway, Ernest - Por Quem os Sinos Dobram, eua, 1940;
045. Hesse, Hermann - O Lobo da Estepe, alemanha/suiça, 1927;
046. Ibsen, Henrik - Casa das Bonecas, noruega, 1879;
047. Ionesco, Eugène - O Rinoceronte, roménia/frança, 1959;
048. James, William - As Variedades da Experiência Religiosa, eua, 1902;
049. Joyce, James - Ulisses, irlanda, 1922;
050. Kafka, Franz - Amerika, alemanha, 1927;
051. Kawabata, Yasunari - O Som da Montanha, japão, 1949-54;
052. Kerouac, Jack - Pela Estrada Fora, eua, 1957;
053. Kipling, Rudyard - Kim, uk, 1901;
054. Lawrence, D.H. - Filhos e Amantes, inglaterra, 1913;
055. Lessing, Doris - O Caderno Dourado, uk, 1962;
056. Lorca, Federico García - Baladas Ciganas, espanha, 1928;
057. Mahfouz, Naguib - Filhos de Gebelawi, egipto, 1959;
058. Mailer, Norman - Os Duros Não Dançam, eua, 1984;
059. Mallarmé - A Tarde de um Fauno, frança, 1876;
060. Malraux, André - A Condição Humana, frança, 1933;
061. Mann, Thomas - A Montanha Mágica, alemanha, 1924; (a ler, neste momento)
062. Marx, Karl - O Capital, alemanha, 1867;
063. McCullers, Carson - Coração, Solitário Caçador, eua, 1940;
064. McEwan, Ian - Expiação, inglaterra, 2001;
065. Milton, John - O Paraíso Perdido, inglaterra, 1667;
066. Morrison, Toni - Song of Solomon, eua, 1977;
067. Musil, Robert - Homem sem Qualidades, áustria, 1930-43;
068. Nabokov, Vladimir - Fogo Pálido, rússia, 1962;
069. Neruda, Pablo - Confesso que Vivi, chile, 1974;
070. O’Neill, Eugene - A Longa Jornada Adentro, eua, 1941;
071. Orwell, George - 1984, inglaterra, 1949;
072. Pirandello, Luigi - Seis Personagens em Busca de um Autor, itália, 1921;
073. Pound, Ezra - Os Cantos, eua, 1964;
074. Pullman, Philip - Mundos Paralelos, uk, 1995-2000;
075. Queiroz, Eça de - A Ilustre Casa de Ramires, portugal, 1900;
076. Rhys, Jean - Vasto Mar de Sargaços, dominica, 1966;
077. Rimbaud, Arthur - Uma Estação No Inferno, frança, 1873;
078. Rosa, Guimarães - Grande Sertão: Veredas, brasil, 1956
079. Rousseau, Jean-Jacques - O Contrato Social, suíça, 1762;
080. Rulfo, Juan - Pedro Páramo, méxico, 1955;
081. Rushdie, Salman - Os Filhos da Meia-Noite, índia, 1980;
082. Salih, Tayeb - Tempo de Migrar para o Norte, sudão, 1966;
083. Salinger, J. D. - O Apanhador no Campo de Centeio, eua, 1951;
084. Shakespeare, William - Sonetos, inglaterra, 1609;
085. Shikibu, Murasaki - A História de Genji, japão, 1000-12;
086. Sterne, Laurence - A Vida e Opiniões de Tristam Shandy, irlanda, 1759-69;
087. Svevo, Italo - A Consciência de Zeno, itália, 1923;
088. Tanizaki, Junichiro - As Irmãs Makioka, japão, 1948;
089. Tchekhov, Anton - As Três Irmãs, rússia, 1901;
090. Tolstói, Lev - A Morte de Ivan Ilich, rússia, 1886;
091. Turgueniev, Ivan - Pais e Filhos, rússia, 1862;
092. Updike, John - Corre, Coelho, eua, 1960;
093. Warren, Robert Penn - All The King's Men, eua, 1946;
094. Waugh, Evelyn - Um Punhado de Pó, inglaterra, 1934;
095. West, Nathanael - O Dia dos Gafanhotos, eua, 1939;
096. Whitman, Walt - Folhas de Erva, eua, 1855;
097. Wiesel, Elie - Noite, românia/eua, 1958;
098. Williams, Tennessee - Um Eléctrico Chamado Desejo, eua, 1947;
099. Woolf, Virginia - Rumo ao Farol, inglaterra, 1927;
100. Wright, Richard - O Filho Nativo, eua/frança, 1940;
101. Xun, Lu - Diário da Loucura e Outras Histórias, china, 1918.
2 de outubro de 2011
198 - Beber café numa chávena e não num copo de plástico (mais uma resolução do Zé Manel)
Ema
Zé Manel
Cena
A sala de estar de um pequeno apartamento, cheia de livros, fotografias e algumas plantas. É de noite. Num cesto dormem tranquilamente 3 gatas. A televisão está desligada. Ema e Zé Manel estão sentados num sofá confortável, ela tem uma revista nas mãos, ele um computador portátil. Vão conversando sobre os acontecimentos do dia de cada um.
Zé Manel - ... e então quando tinha acabado de tomar o café da máquina (referindo-se às máquinas automáticas de bebidas) e entrado na sala dos professores, tocou o telemóvel e era o Carlos. Tive que sair outra vez e estive a conversar com ele um bom bocado.
(um pequeno silêncio)
Ema - Tomas café da máquina? (vai folheando a revista)
Zé Manel - Sim. (enquanto continua a fazer algo no computador)
Ema - Não têm bar na escola?
Zé Manel - Temos. (continua atento ao computador)
(outro silêncio, um pouco mais demorado)
Ema - É longe da sala dos professores? Muito longe? (acentuando o muito)
Zé Manel - (algo distraído) Não, é perto.
(um longo silêncio)
Ema - (calmamente) Quer dizer que todos os dias tomas café tirado de uma máquina - que está constantemente ligada à corrente -, num copo de plástico, que mexes com uma "colher" de plástico, ao invés de o tomares numa chávena de louça, com uma colher de metal, ao balcão do bar?
(um ainda mais prolongado silêncio)
Zé Manel - (desviando os olhos do computador e fixando-os nos de Ema) Pois...
(uma pausa)
Zé Manel - (pesaroso) Nunca me tinha ocorrido...
(mais um pequeno silêncio)
Ema - O Carlos tinha novidades?...

20 de setembro de 2011
197 - Deixar de ver televisão
Estive a fazer contas e neste momento estou há 53 dias sem ver televisão, excepto curtos visionamentos em casas de outros.
E foi muito natural: fomos de férias, para longe de todas as tecnologias, e quando voltámos não sentimos vontade de ligar a caixa... até agora!
Bom, na verdade, o Zé Manel sentiu... ligou-a para ver um jogo de futebol (ele diz que jogos de futebol não contam!)
Não está a custar nada. Há uns tempos, já tínhamos decidido ligar a televisão só depois das 22h, por causa do bi-horário, (e, já na altura, o futebol era a excepção... Até parece que o Zé Manel é fanático, mas não é, acreditem. Às vezes até nem se lembra de que a equipa dele está, ou vai, jogar...).
Depois, pelo mesmo motivo, decidi usar, sempre que possível, o computador à noite. Infelizmente não posso fazê-lo "apenas" à noite - como pensei - sob o risco de dormir menos do que o necessário...
Ao pesquisar para esse post, encontrei vários estudos sobre os malefícios de usar televisão, computador, consola, ... antes de dormir. Agora encontrei um (apoiado por mais uns quantos) que conclui que ver 1h de televisão diária reduz a esperança de vida em 22 minutos (o estudo refere que quem vê 6h de televisão, por dia, pode ver a sua esperança de vida reduzida em quase 5 anos).
Seis horas por dia a ver televisão???
Como o meu tempo a ver televisão já não era muito, e tenho sempre coisas para fazer, não fiquei com nenhuma sensação de tempo para encher, mas...
.. o meu receio é fraquejar quando vier o frio e a chuva e a vontade para ficar enrolada na manta a vegetar.
Já por isso estou a criar (ou a "repescar") hábitos saudáveis e saborosos (...), que possam ser feitos enrolada na manta...:
- ler mais (estou a fazer uma lista de "livros a ler");
- voltar a desenhar (algo que adoro fazer e que tenho desleixado);
- insistir no tricotar: quando me decidi a fazê-lo, a coisa parecia bem encaminhada, mas afinal ainda não se tornou num verdadeiro prazer (mas eu quero, a sério!!!)

Se passa - seja mais ou menos - tempo em frente à televisão e quer deixar de o fazer (ou reduzir), deixo-lhe uma lista de "51 coisas para fazer em vez de ver televisão" (para todos os gostos, idades, condições, ...), onde estão algumas de que me lembrei e outras trazidas de sites diversos, todas elas - espero eu - aliciantes:
01. leia mais: para si, para as crianças, para alguém que já não pode;
02. passeie: sozinho, acompanhado, com o cão;
03. inscreva-se em aulas de algo que gostaria de aprender ou aperfeiçoar: cozinhar, tricotar, pintar, dançar, …;
04. dedique-se à jardinagem, ainda que só em vasos;
05. cozinhe uma refeição gourmet;
06. dê um passeio de bicicleta;
07. visite um museu;
08. faça exercício: em casa, no ginásio, na rua: nadar, correr, ...;
09. medite;
10. faça voluntariado;
11. organize as suas fotografias - e pode fazer os seus próprios álbuns;
12. faça um bolo - ou bolachas;
13. converse: com um amigo, familiar, companheiro, ...;
14. monte um puzzle;
15. namore, namore, namore;
16. aprenda uma língua nova;
17. ouça rádio - ou a sua música;
18. faça uma equipa com os seus amigos, familiares, vizinhos: futebol, andebol, voleibol, ténis, …;
19. dance;
20. aprenda a tocar um instrumento musical;
21. faça uma caminhada num parque/reserva natural;
22. brinque com o(s) seu(s) filho(s);
23. aprenda a identificar e aprecie as estrelas;
24. visite uma feira de velharias e/ou de antiguidades;
25. convide, para um chá por exemplo, alguém com quem já não está há muito tempo;
26. (re)descubra os jardins/espaços verdes na sua vizinhança;
27. organize uma festa;
28. encontre o seu passatempo: crochet, costura, bricolage, pintura, origami ...;
29. redecore uma divisão da sua casa - ou duas, ou três, ...;
30. veja o pôr do sol ou o nascer do sol - ou ambos;
31. ligue - e converse - com os seus familiares que se encontram longe;
32. alugue um filme antigo;
33. faça uma horta (até na varanda...);
34. volte a estudar;
35. escreva: uma carta, um diário, um poema, um conto, um livro, ...;
36. faça lembranças para oferecer;
37. experimente “aquela” receita;
38. vá até à biblioteca;
39. brinque com o(s) seu(s) animal(is) de estimação - ou adopte um;
40. visite a sua cidade;
41. jogue: damas, xadrez, trivial pursuit, jogo da glória, ...;
42. saia com os amigos;
43. participe num grupo de teatro amador;
44. faça um piquenique;
45. organize uma noite de jogos de cartas;
46. junte-se a um clube de leitura ou inicie um;
47. faça palavras cruzadas;
48. arranje uns binóculos e observe e aprenda a identificar pássaros - ou borboletas...;
49. fotografe;
50. vá a um concerto, a uma peça de teatro, ao cinema;
51. FAÇA ALGO ARROJADO (mas lembre-se que a prisão não é - presumo - um sítio agradável. E, provavelmente, tem televisão...)!!!
16 de maio de 2011
194 - Utilizar o computador apenas à noite
.
Bom, esta é fácil!
Já tínhamos decidido ligar a televisão apenas depois das 22h (às vezes, temos uma ou outra recaída...), e sempre usámos a mesma lógica para ligar a máquina de lavar roupa. Isto porque temos o bi-horário diário: entre as 22h e as 8h a electricidade fica-nos mais barata (e indirectamente estamos a contribuir para poupar energia).
Agora, ao redifinir horários e acomodar novos hábitos e tarefas - e numa tentativa de ser "um bocadinho..." mais organizada - decidi guardar as horas depois do jantar para o uso do computador.
A verdade é que comecei a ficar (um pouco...) preocupada com o tempo que passo à frente do computador. Depois de anos e anos a trabalhar dia após dia (e às vezes noites também) em frente a um monitor, passei por um período bem tranquilo, em que - exceptuando algumas alturas de entregas de trabalho - estava poucas horas por dia no computador.
Gradualmente, voltei a precisar de mais tempo com este bichinho: mais emails a ler e a responder, posts a escrever, pesquisas a fazer, ir ao facebook... além de outras tarefas habituais.
E comecei a reparar que às vezes me perco, principalmente quando ando pela internet (óbvio!)...

Não tenho nenhum problema de dependência (ufa!...), pelo menos segundo este teste, que encontrei em vários sites: sou "uma utilizadora média. Por vezes posso até navegar na internet um pouco demais, no entanto, tenho controlo sobre a sua utilização". Fico mais descansada...
Assim, com as horas mais contadas, tenho que me coordenar melhor, porque não quero roubar tempo ao meu sono de beleza!
O engraçado (talvez não seja a melhor palavra...) é que ao andar à procura de informação para este post, descobri, precisamante, notícias sobre um estudo brasileiro e um outro americano sobre a influência do uso do computador à noite na qualidade do sono. Além de, na maior parte das vezes, o seu uso (e da televisão, consolas, ...) ocupar horas que deviam ser passadas a dormir, também a exposição à sua luminosidade desregula a produção de melatonina (responsável pelo sono), alterando os ciclos sono-vigília.
Até agora não senti nenhum efeito, nunca tive problemas de sono, mas vou estar atenta. Se tal acontecer vou começar a madrugar e a usar o computador até às 8h. Pois, pois...
Ah, e se me encontrarem pela internet durante o dia, ficam a saber que não estou em casa, mas - provavelmente - no meu espaço, onde, por razões várias, o computador está ligado na "hora de expediente"...
14 de maio de 2011
193 - Tratar os escaldões com aloe vera pura
Mais ou menos por esta altura, todos os anos, um fenómeno ocorre... o Zé Manel "apanha" um escaldão. Esquece-se de que o sol fica mais forte, que há uns produtos fantásticos chamados protectores solares (que aliás devia usar todo o ano, visto estar muito tempo ao ar livre), uns outros chamados bonés, ... enfim! Nada, nada bom, nem a curto, nem a longo prazo.

Normalmente usa loções para depois do sol e/ou (dependendo da profundidade do escaldão) "cremes de alívio" comprados na farmácia.
Mas não este ano!
Lá andei eu - rapidinho... - à procura de uma solução natural.
Encontrei várias receitas (que deixo mais abaixo) mas - para nós - a melhor foi também a mais simples: a antiga, famosa (cada vez mais) e multifacetada aloe vera. No seu estado puro. Esta planta (não é um cacto, embora pareça) tem propriedades antibacterianas, cicatrizantes, rehidratantes. É um óptimo regenerador e antioxidante natural, o que a torna numa óptima opção para tratar queimaduras (e não só solares).
Basta retirar uma folha (se se puxar delicadamente, sai direitinha), cortá-la em pedaços com cerca de 6 cm (neste caso, que era para aplicar no rosto), cortar cada um na longitudinal, expondo a maior área interior possível. A polpa é viscosa mas macia. Faz lembrar, um bocadinho, baba... (por isso os brasileiros - sempre práticos - lhe chamam babosa). Depois é passar, delicadamente, o interior dos pedacinhos nas zonas afectadas. À medida que cada um pedaço fica seco (uma das características do aloe vera é a capacidade de penetrar nos tecidos) vai-se substituindo por outro, com calma, para dar tempo à pele de ir absorvendo o sumo. Também se pode descascar a folha, picar a polpa e aplicar no rosto (mas dá mais trabalho, "escorrega" e o resultado é idêntico). No rosto do Zé Manel (que tem a pele para o moreno e que "apanhou" - desta vez - um escaldão moderado...) apliquei 1 folha com cerca de 50 cm por dia, durante 3 dias (antes de deitar). Em seguida, começou a aplicar, também à noite, um creme bem hidratante. Os especialistas aconselham cremes à base de vitamina E, ceramidas ou manteiga de karité, mas neste caso foi um feito por mim (aprendi com a Sylvia).

Resulta optimamente! A pele ficou muito menos seca (em comparação com os outros anos) e não começou a "escamar". Aprovado. Claro que do belo moreno "à trolha" já não se livra: mas diz que o nome tem que ser alterado porque os trolhas tiram a t-shirt, e ele não pode dar aulas em tronco nu (havia de ser um sucesso!!!)...
Se não tiverem a sorte de ter dois enormes aloe vera, com mais de 30 anos, no jardim do vosso prédio (plantados pela minha tia e um vizinho) aconselho-vos a arranjar um. Até porque é "remédio para muitos males"...
E aqui ficam - com mais ingredientes... - algumas receitas (do livro que falei aqui). Outras haverá, por certo!
Gel de aloe vera
60g de folha de aloe vera, sem pele e picada
1000 mg de vitamina C em pó
800 UI de óleo de vitamina E
1 colher de chá de óleo essencial de alfazema
(a vitamina C, a E e o óleo essencial de alfazema também favorecem a cura da pele e ajudam a conservar o gel)
Coloque todos os ingredientes numa misturadora limpa e misture bem. Guarde num frasco de vidro limpo, no frigorífico, e aplique várias vezes por dia na queimadura. Esta mistura mantém-se fresca durante cerca de dois meses se conservada no frigorífico.
Spray facial refrescante
60 ml de infusão de chá verde
60 ml de sumo de aloe vera
1/4 de colher de chá de óleo essencial de alfazema
Misture tudo num frasco vaporizador. Agite bem. Vaporiza a pele queimada. Mantenha no frigorífico e utilize no espaço de duas semanas.
Outro spray facial refrescante
1 colher de chá de hamamélis destilada
20 gotas de óleo essencial de alfazema
60 ml de água de rosas
180 ml de sumo de aloe vera
20 gotas de óleo essencial de alfazema
60 ml de água de rosas
180 ml de sumo de aloe vera
Misture a hamamélis e a alfazema num frasco vaporizador. Agite vigorosamente. Adicione a água de rosas e o aloe vera e agite novamente. Guarde no frigorífico e vaporize a pele sempre que desejar.
Refrescar a pele
Misture uma gota de óleo essencial de alfazema com uma colher de sopa de gel de aloe vera. Espalhe sobre a pele.
1 colher de chá de iogurte natural gordo
1 gota de óleo essencial de lavanda
Misture os ingredientes até obter uma pasta e espalhe-a sobre a pele. Remova com água tépida após 15 minutos.
Máscara de mel
2 colheres de chá de gel de aloe vera
2 gotas de óleo essencial de alfazema
(o mel hidrata, o aloe vera ajuda a arrefecer e a cicatrizar e o óleo essencial de alfazema promove a produção de células saudáveis da pele)
Misture tudo. Humedeça a cara com água fria, aplique a máscara e mantenha-a por 20 minutos. Lave com água tépida.
Feche as pálpebras inchadas e queimadas do sol e cubra-as com rodelas de pepino ou saquetas de chá frias por 15 minutos.
25 de dezembro de 2010
186 - "If it's yellow let it mellow..."
.
... e o resto desta sugestiva expressão (ainda que não muito "bonita") pode se encontrada aqui, por exemplo.
Tudo se resume a não puxar o autoclismo quando fazemos xixi (adoro esta palavra...) por isso não há grande coisa a dizer...
Mesmo com um autoclismo de dupla descarga, ou com um contrapeso para controlar as descargas, há um grande desperdício de água só para fazer desaparecer sanita abaixo a nossa urina, que - ironicamente - é constituída por 95% de água... É estéril quando é expelida e praticamente inodora. Claro que se a deixarmos ficar muito tempo... mas acreditem que - pelo menos aqui em casa - tem corrido bem. A casa de banho não tem, nem remotamente, nenhuma parecença olfactiva com um urinol público...
A quantidade de água ingerida tem influência (e a nossa dieta também) na cor e odor da urina, claro, mas também aqui esta opção tem um ponto positivo: podemos estar mais a par da quantidade de água que devemos beber!
Uma versão ainda mais ecológica está, pelos vistos, a ser experimentada nalguns países: "if it's yellow let it mellow... or use it as fertilizer"! Fazer a separação e recolha da urina separadamente e usá-la como fertilizante (é rica em fósforo) é uma maneira não só de reutilizar a própria urina e poupar água, mas também de não fazer desaparecer as reservas naturais deste nutriente.
Imaginem estas sanitas (e respectivo sistema de recolha) a serem usadas em todas as cidades do mundo!
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Não me lembro onde, nem quando, mas já usei uma sanita Nomix e na altura (não fazia a mínima ideia para que servia, claro) achei um pouco estranho, confesso...
Se quiserem uma solução mais radical e polémica (não, não estou a falar das casas de banho secas, tradicionalmente chamadas de "a casinha", uma solução para quem, por exemplo, tem uma casa com quintal ou jardim...) podem sempre reutilizar a urina logo em vossas casas...
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25 de outubro de 2010
176 - Aprender a guardar melhor legumes e frutas
Claro que o ideal seria comprar os legumes e frutas frescas todos os dias (e não ter que usar o frigorífico...). Ou, melhor ainda, apanhá-los da terra todos os dias (Ai, ai, ...)!!!
Cá em casa só consumimos fruta e legumes da época, de produção local e, de preferência, biológicos. E não compramos frescos nas grandes superfícies. E, infelizmente, não temos uma verdadeira mercearia por perto e as feiras locais (quer a tradicional, quer a biológica do parque da cidade) são só ao sábado.
Mas temos uma opção óptima: como já disse várias vezes, a minha mãe, professora reformada, dedica-se à agricultura biológica na sua pequena propriedade numa aldeia entre Penafiel e Amarante. E, (quase) todos os domingos, lá vimos nós carregados de legumes e fruta acabadinhos de apanhar!
Claro que o desafio é fazê-los durar, frescos e viçosos durante toda a semana. Porque, apesar de fazermos vermicompostagem, deixar estragar alimentos não cabe nas nossa opções - ecológicas ou não. E comecei a reparar que os legumes biológicos se deterioram mais rapidamente do que os "normais". Por exemplo as cenouras grandes, lustrosas e perfeitas do supermercado duram semanas, mas as pequenas, sujas, mas muito mais saborosas, cenouras da minha mãe amolecem com relativa facilidade.
Assim não fiquei surprendida em ler (já nem sei onde), por exemplo, que os tomates são manipulados geneticamente para não se amassarem no transporte, os morangos injectados com corantes, ... Nem fiquei admirada com este artigo acerca de um estudo da Proteste sobre os nitratos nos legumes frescos dito "normais"...
Ai os meus ricos legumes biológicos!
Com a prática, conselhos de outros mais experientes, artigos encontrados na internet e nos meus livros, fui aprendendo alguns truques para conservar por mais tempo os frescos.
Aqui os deixo. Se tiverem mais dicas e as quiserem partilhar, enviem-mas e eu junto-as a estas!
As batatas, alhos e cebolas (não são propriamente "frescos"...) devem ser guardados em locais escuros e frescos para que não grelem ou apodreçam. Os tradicionais sacos de serapilheira são óptimos.
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As frutas podem ser guardadas no frigorífico, embrulhadas - no caso das peças grandes - uma a uma, em papel vegetal, ou em caixas, tal como os legumes, mas aqui não tenho muita experiência, as nossas aguentam bem na fruteira. As bananas e os kiwis devem ficar à temperatura ambiente e longe das outras frutas para que não amadureçam muito depressa.
Os legumes armazenados por mais de uma semana no frigorífico podem perder nutrientes. Mas, ainda assim, é um bom lugar para os guardar, porque as enzimas responsáveis pelo processo de amadurecimento são mais sensíveis ao frio e demoram mais tempo a actuar. Alimentos bem embalados ou acondicionados não perdem nutrientes com facilidade, uma vez que não ficam em contacto com o ar. De qualquer maneira, começando a chegar o frio do Inverno começa a ser menos necessário usar o frigorífico (pelo menos aqui, na nossa casa "fresquinha"...)
As frutas podem ser guardadas no frigorífico, embrulhadas - no caso das peças grandes - uma a uma, em papel vegetal, ou em caixas, tal como os legumes, mas aqui não tenho muita experiência, as nossas aguentam bem na fruteira. As bananas e os kiwis devem ficar à temperatura ambiente e longe das outras frutas para que não amadureçam muito depressa.
Os legumes armazenados por mais de uma semana no frigorífico podem perder nutrientes. Mas, ainda assim, é um bom lugar para os guardar, porque as enzimas responsáveis pelo processo de amadurecimento são mais sensíveis ao frio e demoram mais tempo a actuar. Alimentos bem embalados ou acondicionados não perdem nutrientes com facilidade, uma vez que não ficam em contacto com o ar. De qualquer maneira, começando a chegar o frio do Inverno começa a ser menos necessário usar o frigorífico (pelo menos aqui, na nossa casa "fresquinha"...)
Há alguns cuidados gerais a ter em atenção:
- Alimentos ainda molhados ou ligeiramente húmidos deterioram-se rapidamente. Se lavar os vegetais, como alface, rúcula, etc., para guardá-los limpos e prontos para serem logo utilizados, deve certificar-se que ficam bem secos;
- Colocar uma folha de papel (ou uma toalha/pano) na gaveta dos legumes do frigorífico ajuda a absorver a humidade excessiva;
- Colocar a alface, couve, espinafres ou hortaliça com os pés dentro de uma bacia com água dentro do frigorífico permite manter a frescura e as folhas viçosas;
- Legumes que já não estão muito frescos melhorarão se forem colocados em água fria antes de serem lavados e cortados, repousando assim pelo menos por 1/2 hora;
- Retire sempre as partes ou folhas estragadas antes de guardar as verduras.
Guardar e "espevitar" (alguns vegetais)
Abóboras
Se tiver uma abóbora inteira que vai cortando à medida das suas necessidades, durará mais tempo se ao invés de a cortar no sentido longitudinal, o fizer na transversal.
Agriões
Depois de lavados e secos guarde os talos mais tenros num saco de plástico na gaveta dos legumes do frigorífico.
Aipo, salsa, coentros, cebolinho, ...
Para conservá-los sempre frescos, coloque-os de pé numa jarra contendo água e uma pitada de sal, e guarde no frigorífico.
Também pode, antes de guardar no frigorífico (sem ser na tal jarra), queimar (com um fósforo, por exemplo) bem as partes onde foram arrancadas;
Ou pode humedecê-las e embrulhá-las em jornal, também bem humedecido com água; manter esta humidade até as usar.
Alface
Para conservar bem um pé de alface por alguns dias há várias soluções:
- borrifar a alface com água, e embrulhá-la num pano ou jornal molhado com água, tendo o cuidado de manter essa humidade até o momento de a usar.
- guardar no frigorífico (na gaveta forrada com papel ou toalha), tendo, perto delas, 1 limão partido;
- retirar as folhas velhas, lavar e secar muito bem, colocá-la no frigorífico dentro de uma caixa plástica (ou de vidro) com tampa bem fechada;
Alho Francês
Colocar dentro de um recipiente plástico (ou de vidro) fechado e conservar no frigorífico.
Cenouras
Para que não fiquem moles e secas, retire o talo antes de as guardar. Pode lavá-las, secá-las e guardá-las numa caixa, na gaveta do frigorífico. Se estiverem murchas coloque-as dentro de um recipiente com água.
Cogumelos
Os cogumelos frescos conservam-se mais tempo se forem guardados num saco de papel na gaveta dos legumes do frigorífico.
Couve
Não arranque os talos, mantenha as folhas inteiras e guarde-a dentro de um recipiente de plástico na gaveta do frigorífico.
Se estiverem verdes, porém um pouco murchas, deixe-as com os talos mergulhados em água fria (mais ou menos meia hora).
Couve Roxa
Guarde-a - sem lavar nem molhar - dentro de uma caixa plástica bem fechada ou embrulhada muito bem em papel vegetal.
Espargos
Se os espargos frescos que estão guardados ficarem moles, reviva-os, colocando-os de pé, dentro de um recipiente fundo contendo água gelada. Cubra tudo com um saco plástico e leve ao frigrorífico durante meia hora.
Espigas de milho
Coloque-as inteiras e com as cascas num recipiente com água - com as extremidades voltadas para cima - e guarde-as no frigorífico.
Se tiver uma abóbora inteira que vai cortando à medida das suas necessidades, durará mais tempo se ao invés de a cortar no sentido longitudinal, o fizer na transversal.
Agriões
Depois de lavados e secos guarde os talos mais tenros num saco de plástico na gaveta dos legumes do frigorífico.
Aipo, salsa, coentros, cebolinho, ...
Para conservá-los sempre frescos, coloque-os de pé numa jarra contendo água e uma pitada de sal, e guarde no frigorífico.
Também pode, antes de guardar no frigorífico (sem ser na tal jarra), queimar (com um fósforo, por exemplo) bem as partes onde foram arrancadas;
Ou pode humedecê-las e embrulhá-las em jornal, também bem humedecido com água; manter esta humidade até as usar.
Alface
Para conservar bem um pé de alface por alguns dias há várias soluções:
- borrifar a alface com água, e embrulhá-la num pano ou jornal molhado com água, tendo o cuidado de manter essa humidade até o momento de a usar.
- guardar no frigorífico (na gaveta forrada com papel ou toalha), tendo, perto delas, 1 limão partido;
- retirar as folhas velhas, lavar e secar muito bem, colocá-la no frigorífico dentro de uma caixa plástica (ou de vidro) com tampa bem fechada;
Alho Francês
Colocar dentro de um recipiente plástico (ou de vidro) fechado e conservar no frigorífico.
Cenouras
Para que não fiquem moles e secas, retire o talo antes de as guardar. Pode lavá-las, secá-las e guardá-las numa caixa, na gaveta do frigorífico. Se estiverem murchas coloque-as dentro de um recipiente com água.
Cogumelos
Os cogumelos frescos conservam-se mais tempo se forem guardados num saco de papel na gaveta dos legumes do frigorífico.
Couve
Não arranque os talos, mantenha as folhas inteiras e guarde-a dentro de um recipiente de plástico na gaveta do frigorífico.
Se estiverem verdes, porém um pouco murchas, deixe-as com os talos mergulhados em água fria (mais ou menos meia hora).
Couve Roxa
Guarde-a - sem lavar nem molhar - dentro de uma caixa plástica bem fechada ou embrulhada muito bem em papel vegetal.
Espargos
Se os espargos frescos que estão guardados ficarem moles, reviva-os, colocando-os de pé, dentro de um recipiente fundo contendo água gelada. Cubra tudo com um saco plástico e leve ao frigrorífico durante meia hora.
Espigas de milho
Coloque-as inteiras e com as cascas num recipiente com água - com as extremidades voltadas para cima - e guarde-as no frigorífico.
Pimentos
Colocar dentro de um recipiente plástico (ou de vidro) fechado e conservar no frigorífico.
Rabanetes e Nabos
Conservam-se frescos se mergulhados com as folhas - e não com as raízes - dentro da água.
Tomates
Se tiver que guardar alguns tomates maduros fora do frigorífico, coloque na parte onde se arrancaram os cabos um pouco de farinha de trigo.
Também podem ser guardados (duram até 1 mês), se forem colocados bem secos num recipiente plástico e cobertos com farinha de trigo. Fechar bem o recipiente e guardar na gaveta do legumes, no frigorífico.
Se os tomates estiverem muito maduros e moles para serem cortados e usados em saladas, mergulhe-os por alguns minutos em água fria salgada.
Rabanetes e Nabos
Conservam-se frescos se mergulhados com as folhas - e não com as raízes - dentro da água.
Tomates
Se tiver que guardar alguns tomates maduros fora do frigorífico, coloque na parte onde se arrancaram os cabos um pouco de farinha de trigo.
Também podem ser guardados (duram até 1 mês), se forem colocados bem secos num recipiente plástico e cobertos com farinha de trigo. Fechar bem o recipiente e guardar na gaveta do legumes, no frigorífico.
Se os tomates estiverem muito maduros e moles para serem cortados e usados em saladas, mergulhe-os por alguns minutos em água fria salgada.
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