18 de julho de 2013

Mudanças...


Não, não é por aqui...

Estou a mudar de casa. Aliás estamos (e não é no sentido figurado, andamos mesmo com as mãos na massa) a fazer obras no apartamento para onde temos que nos mudar dentro de pouco tempo.


A juntar a isto, também estamos a tratar da mudança de casa da mãe do zé manel - com tudo o que isso implica: vender uma casa, comprar outra (e levar 40 anos de uma vida num mesmo sítio para um lugar novo). A mãe do zé manel ficou viúva há uns meses (foi do meu sogro que falei aqui e aqui, quando também andei mais ausente) e chegamos à conclusão que devia estar mais perto de nós, numa casa mais à sua medida.

Eu tenho vários post começados e outros tantos alinhavados, acreditem, mas a minha cabeça anda tão preenchida com outras coisas, que a inspiração e o tempo disponível para o blog escasseiam.

Por isso, durante uns tempos não vou aparecer por aqui. Em princípio devo "voltar" em meados de setembro. Espero que compreendam e aguardem o meu regresso! E claro, que continuem a fazer as vossas mudanças...

Se for urgente podem sempre contactar-me através do email 365coisasquepossofazer@gmail.com.

E, para quem for o caso, boas férias!


27 de junho de 2013

215 - Usar óleo essencial de lavanda nas queimaduras ao invés dos cremes convencionais


Há uns bons anos fiz uma grande queimadura num pulso, daquelas que esturricam a carne e tudo... Encostei o dito ao interior de um recuperador de calor onde um belo fogo já ardia há horas, só para terem uma ideia. Na altura recomendaram-me um creme - Cicalfate da Avène - que, faço-lhe justiça, deixou a minha pele como nova.

Agora voltei a queimar-me, nada de tão espectacular, mas como foi num braço e o sol (parece que é desta que é verão...) não é amigo da pele novinha em folha, queria tratar do assunto rápido e bem.

Antes de ir à farmácia resolvi consultar os meu livros maravilha (e a net) e descobri que o óleo essencial de lavanda é um óptimo cicatrizante!


A lavanda é uma espécie de vinagre dos óleos essenciais... é muito versátil, como podem ver neste rol de aplicações. 

Dentro do género Lavandula há várias espécies, pelo que percebi. A que eu tenho (sob a forma de óleo essencial) - e que encontrei mais vezes referenciada - é a angustifolia (ou officinalis), também conhecida por lavanda inglesa, fina ou dos alpes (e cresce espontaneamente na região de Provença). A alfazema também é Lavandula, mas latifolia... Confusos? Podem ler mais aqui. Para ajudar, o meu frasco tem o nome latino da lavanda fina e em português diz alfazema... Será que troquei tudo???

Não faço a mínima ideia se a que tenho na minha varanda é lavanda ou alfazema. Parece que há diferenças físicas, mas a minha percepção destas é nula. Eu uso-a, há bastante tempo, como anti-traças. E funciona. E chamo-lhe alfazema.

Bom, voltando ao que interessa. Apesar dos cremes da farmácia que conheço (além do Cicalfate, já tive familiares a usar o Biafine) não parecerem ter contra-indicações graves (algumas possíveis reacções alérgicas, irritações, ...) nem ingredientes "maléficos" (apesar de conterem parafina, não especificando se é vegetal ou não, e perfume), para quê comprar um creme composto, que vem numa bisnaga de alumínio e que provavelmente não vai ser todo utilizado antes de chegar o limite do prazo de validade, se o posso substituir por umas gotinhas de um óleo essencial?...

Usei-o puro (normalmente tal não é recomendado) e funcionou às mil maravilhas, a pele regenerou-se muito bem. A minha queimadura foi devido ao contacto com água a ferver (...) mas se for solar podem usar as receitas que já tinha partilhado aqui, quase todas contém alfazema (ou será lavanda?...). O gel de aloe vera a que faço referência nesse mesmo post é bom para todos os tipos de queimaduras. E parece que a calêndula também é óptima, mas nunca experimentei. Ah, já me esquecia, a lavanda também é óptima para picadas de insectos!

Se procurarem nos comentários deste post, encontram os produtores portugueses a quem compro os meus óleos e também outros contactos simpaticamente fornecidos por leitores.

O próximo desafio vai ser tentar fazer o meu óleo essencial de alfazema, pelo que vi neste passo-a-passo não parece muito difícil...

5 de junho de 2013

o Espírito da Terra


Há uns tempos relembrei e partilhei um dos livros da minha infância, que provavelmente me influenciou no que concerne à nossa ligação com a natureza. Se é que se pode usar a palavra ligação, pois se por um lado nós somos parte integrante da natureza (o que tornaria o termo desnecessário), por outro andamos dela tão afastados que é como se nos tivéssemos desligado.

Há uns dias li uma notícia (que partilhei na página do "365 coisas..." no facebook) sobre o facto de que o abraçar árvores estava cientificamente provado como positivo... para nós. Notícia que me provocou sentimentos opostos. Claro que fico contente por este estudo (e respectiva notícia) mostrar a importância da natureza no nosso equilíbrio e também por, talvez, aumentar o número de pessoas que  - como eu - andam por aí a abraçar as árvores que lhes saem ao caminho... Por outro fico triste quer por ser necessário um estudo científico para que haja uma "desculpa" para andar por aí a abraçar as árvores, quer porque a lógica é a dos benefícios que nos traz a nós, humanos. Porque se assim não fosse, abraçar árvores só porque sim, ou melhor, porque seria altamente benéfico para as mesmas... era tolice...

E esta notícia recordou-me um outro livro que teve um grande impacto em mim, desta vez lido durante a adolescência: "A Fala do Índio", de Teri C. McLuhan, publicado em Portugal pela Fenda Edições.

Sendo hoje o dia mundial do ambiente, achei apropriado partilhar com vocês as palavras sentidas de uma velha sábia wintu (índios da Califórnia), na altura em que a terra onde vivia era devastada pela exploração das minas de ouro:

«Os brancos nunca gostaram da terra, do gamo ou do urso. Quando nós, os índios, caçamos, comemos toda a carne. Quando andamos à cata de raízes, fazemos na terra buracos pequenos. Quando queimamos a erva por causa dos gafanhotos, não damos cabo de tudo. Abanamos as bolotas e as pinhas. E só aproveitamos a lenha do chão. Ao passo que o homem branco revolve o solo, abate as árvores, destrói tudo. A árvore diz: "Pára, estou ferida, não me faças mal". mas ele abate-a e serra-a. O espírito da terra tem-lhe ódio. Ele arranca as árvores e até as raízes lhes abala. Serra as árvores. Tudo isto lhes faz mal. Os índios nunca fazem mal, ao passo que o homem branco dá cabo de tudo. Faz explodir os rochedos e deixa-os espalhados pelo solo. A rocha diz: "Pára, estás a ferir-me". Mas o homem branco não presta atenção. Quando os índios utilizam as pedras, apanham-nas pequenas e redondas, para com elas fazerem lume e cozinharem. Como poderia o espírito da terra gostar do homem branco?... Onde quer que ele lhes toque, nela há-de deixar uma chaga.»



Vamos abraçar as árvores, vamos deitar-nos na terra, rebolar na erva, deixar o vento penetrar-nos nos poros, mergulhar nas águas do lagos, rios e oceanos. Vamos (re)encontrar o Espírito da Terra e, talvez assim, possamos deixar de cometer tantas atrocidades contra o planeta que nos abriga.

Nota-se que sou uma optimista/sonhadora/ingénua inata, não nota?...

26 de maio de 2013

214 - Recuperar as colheres de pau existentes ao invés de comprar novas


Continuo a usar - e a gostar - de colheres de pau (e não sou só eu). Mesmo que não fosse pela minha decisão de evitar novos objectos de plástico, não trocaria uma bela colher de madeira por uma de plástico.

No entanto, nos últimos tempos, tenho reparado que algumas das minhas colheres estão com um aspecto... bom... como hei-de dizer... pindérico. Deixei de as usar, andava a ver como as podia reutilizar e na minha lista dos "a fazer" constava "comprar colheres de pau".


antes

Até que, no meio dos meus apontamentos, encontrei uma dica (não registei a fonte) sobre impermeabilizar colheres de pau. Por associação de ideias (ando a recuperar uns móveis de madeira) também me lembrei de experimentar lixar as colheres a ver se ganhavam nova cara e... voilá! As duas coisas juntas transformaram as minhas colheres pindéricas... numas belas colheres rejuvenescidas!


depois

Como o fiz:
- lavei bem as colheres (estavam abandonadas há algum tempo) e deixei-as secar bem;
- lixei-as com lixa fina para madeira;
- coloquei, ao lume, um tabuleiro (porque não tenho nenhum tacho onde as colheres maiores caibam "deitadas") com vinagre branco suficiente para cobrir as colheres;
- quando o vinagre começou a ferver, submergi as colheres e mantive-as ao lume durante 10 minutos;
- retirei-as, deixei-as secar e pronto!

Fácil, não? Hei-de experimentar com as tábuas de cozinha...

Nota: podem impermeabilizar só a parte da colher que entra em contacto com os alimentos.
Outra nota: as colheres de pau - habitualmente -devem ficar ao ar (de preferência onde sejam banhadas pelo sol), e não guardadas numa gaveta ou noutro local com pouca ventilação (como as bactérias gostam).

E se as vossas colheres estiverem num estado tal que não permita recuperação, aqui ficam algumas (muitas mais há) ideias para lhes darem uma nova vida:





9 de maio de 2013

213 - Evitar comprar artigos em plástico


As nossas casas estão cheias de plástico. A vossa não?!... Experimentem fazer o que fiz. Percorri o nosso apartamento (cerca de 70 m2) de papel e lápis em punho e fui registando os objectos que contêm - na totalidade ou em parte - algum tipo de plástico.

Na cozinha e lavandaria, os electrodomésticos têm todos partes em plástico, do frigorífico à máquina de sumos. Os candeeiros de tecto tem plástico. As bacias, baldes, o apanhador e respectiva vassourinha, o espanador, são de plástico. O ecoponto tem partes em plástico (...), as caixas da areia das gatas são de plástico. As suas taças para a comida também... A quase totalidade das caixas para guardar alimentos - vulgo tupperware - são de plástico. As que são de vidro, têm a tampa... de uma espécie de plástico. As cuvetes de gelo, partes das garrafas térmicas, as colheres medidoras, o germinador, até as tampas das garrafas de alumínio para a água, são de plástico. A minha bicicleta, os nossos patins, algum calçado, têm partes em plástico.

Na casa de banho, a cortina do chuveiro é de plástico, os suportes e base do espelho do lavatório, partes das torneiras e do chuveiro são de plástico. O autoclismo, peça de museu, da marca Dilúvio (com este nome imaginem se não lhe tivéssemos reduzido o volume e colocado um contrapeso, para controlar as descargas...) é de plástico. Há frascos e embalagens de plástico, embora muito menos do que antes deste desafio e muitas delas já reutilizadas várias vezes. 

Na sala e no escritório, os  aparelhos (televisão, dvd, portáteis, impressora, discos externos, ...) são, em grande parte, de plástico, todos os candeeiros têm partes em plástico (nem que seja os fios e o interruptor...). O mesmo com o aquecedor a óleo. Há marcadores (e respectivas caixas) de plástico, as pastas tamanho gigante onde guardo desenhos e folhas são de plástico, telemóveis e carregadores contém plástico, a minha máquina fotográfica e acessórios... plástico. Quase todas as capas de cd e dvd são de plástico (apesar de os termos deixado de comprar).

No nosso quarto há menos plástico. Além dos casos referidos no parágrafo seguinte, encontro plástico no rádio do zé manel, na balança, no espelho de rosto e nos óculos de sol. Ah, e na bijuteria!...

Pela casa toda, tomadas, interruptores, cabos e fichas eléctricas, os temporizadores, partes dos estores interiores, são de plástico. Os estores exteriores são de plástico. As campainhas, na entrada do prédio, são de plástico.

E tenho a certeza que deixei escapar algumas coisas... Até porque há muito plástico "escondido"...

A nossa vida, para além da nossa casa, está cheia de plástico. E até parece positivo, nalguns casos: por exemplo, devido ao facto de uma parte dos componentes de um automóvel actual serem de plástico há menos gasto de combustível, logo menos emissões de CO2. E parece que os painéis solares são feitos de plástico...

O plástico é resistente, durável ("eterno"), maleável, ..., bonito, barato. Sim, eu bem sei... com todas as suas cores vivas, o plástico pode ser muito apelativo...

Mas... por ser eterno, não se (bio)degrada, perturbando os ciclos naturais. Já todo vimos imagens do que acontece, por exemplo, a animais marinhos que ingerem plástico. Podem rever algumas aqui, através do trabalho do fotógrafo Chris Jordan. E se forem à praia - no inverno (porque no verão são limpas) - na maré baixa...

fotografia de Jurnasyanto Sukarno

Resumidamente (podem ler mais aqui, aqui) o fabrico do plástico (a partir do petróleo) liberta químicos poluentes. A reciclagem parece não ser viável para todos os tipos de plástico e, pelo que percebi, não é possível transformar uma garrafa de plástico noutra garrafa de plástico pois o plástico reciclado é de qualidade inferior. Se, por exemplo for transformado num saco plástico e este for "abandonado", ao desfazer-se em pequenas partículas acaba por entrar na cadeia alimentar. O plástico correctamente recolhido e que não é reciclado é... incinerado (este artigo é muito interessante). O que, mesmo que permita a produção de energia, não me parece muito sustentável. Estejam livres para me corrigir, caso esteja a dizer alguma asneira. E, em relação aos bioplásticos (como pude descobrir quando falei sobre os sacos de lixo)... Bom, leiam os comentários ao post, onde alguns leitores ajudaram a desmistificá-los.

Mas, podemos viver sem plástico? PET, vinyl, PP, ... (mais sobre os tipos de plástico aqui)? Como disse antes, às vezes nem sabemos que os temos connosco. Há pessoas, como a Beth e a Taina, que se desafiaram a viver sem plástico (esta senhora parece ter desistido, pelo menos no que se refere aos desafio do plástico...), há sites de produtos - que supostamente - são melhores alternativas ao plástico, ... (devido à minha "experiência" só acredito depois de investigar...), e até se pode começar por "um dia sem plástico"!


Quanto a mim, como sabe quem por aqui anda desde o início (se não é o caso, aqui estão todas as medidas relacionadas com o plástico) tenho vindo a deixar de usar determinados "apetrechos" plásticos (cotonetes, palhinhas, ...) e a alterar hábitos para diminuir a quantidade que entra cá em casa, sendo o mais importante - quanto a mim - o comprar a granel, sempre que possível.

A propósito de precisar de uma tábua de cozinha nova e de ter sido tentada por umas muito giras, coloridas (e de plástico...) decidi deixar de adquirir objectos de/com plástico. Pode parecer um pouco radical, até tendo em conta que não se compram tábuas de cozinha todos os dias... Mas foi o meu momento de viragem, o que é que se há-de fazer? Vou evitar - ardentemente - que entre mais plástico cá em casa. Onde me levará esta decisão? Vou-vos mantendo informados... Para já não vou ter, de certeza, pedacinhos de plástico na minha comida, pois ando na senda de uma bela tábua de madeira ou de bambu.

7 de maio de 2013

O Mundo é a Nossa Casa


Estou de volta. Devagarinho, porque há muito para colocar em dia a vários níveis. De forma algo abrupta  - ainda que esperada - a dor de quem amamos terminou. Uma nova fase se inicia, reaprendendo a vida. Obrigada pelos vossos comentários e mensagens!

Recordei-me (a propósito das perguntas que a atenciosa Liliana - do blog Verdade Verde no Preto - me pediu para responder, com o intuito de partilhar este projecto com os seus leitores) de alguns dos primeiros livros que me marcaram e de como tinham uma forte componente ambiental: "Beatriz e o Plátano", "Valéria e a Vida", a natureza maravilhosa dos livros de Sophia de Mello Breyner Andresen. Tinha a ideia de um outro, bastante gráfico, mas não me lembrava do nome...

Até que o encontrei! Chama-se "O Mundo É A Nossa Casa", de Júlio Moreira, Sena da Silva, Cristina Reis, Margarida D'Orey (Edição da Comissão Nacional do Ambiente, Lisboa 1975). Na altura talvez tenha sido distribuído pelas escolas (a minha mãe é professora "primária") por aquela Comissão, que foi a primeira estrutura pública de política do ambiente. Devo tê-lo apanhado quando comecei a ler e ficou pela minha "biblioteca". Entretanto encontrei mais alguém que também o tem como preferido e descobri que foi reeditado e que é recomendado pelo plano nacional de leitura. «Os autores estiveram na vanguarda das preocupações com o design da paisagem encarado na perspectiva ecológica, no princípio dos anos 70. É um livro de "educação" ecológica, com ilustrações originais. Um livro adulto que pode ser lido por qualquer criança.» (Bertrand)

Quis partilhar com vocês o início do texto (poema?), que aliás faz parte da própria capa do livro:

"O mundo é a nossa casa
dizemos nós    porque é
no mundo que todos os
homens vivem como uma
grande família numa
grande casa      Mas a
família dos homens
está dividida e há uns que
vivem como senhores e
os outros como escravos
E por isso há as guerras
e as crises e a fome
Por isso a casa está em
ruínas e em risco de se
tornar inabitável      Por
isso ninguém se sente no
mundo como em sua casa
É preciso e urgente
transformar a maneira
de viver no mundo    e é
para o conseguir que
muitos homens trabalham
e lutam      Toda a gente
sabe estas coisas    mas
nem todos gostam de
falar nelas    e foi por
isso que fizemos este livro"

22 de abril de 2013

Armandinho


Alguns de vocês já se aperceberam que ultimamente não tenho postado sobre as minhas medidas, mas (quase) apenas partilhado ideias nas "365 coisas... em imagens". Infelizmente não é um por bom motivo: tenho alguém próximo muito doente e tenho dedicado muito do meu tempo a apoiar quem amo.

Foi também há uns tempos atrás que descobri o Armandinho, cujo pai é o ilustrador brasileiro Alexandre Beck. Esta foi uma das primeiras tiras com que me deparei e que me deixou imediatamente apaixonada por este garoto de cabelos azuis:


Além de me conseguir sempre fazer sorrir - ou mesmo rir - o humor do "pai" do Armandinho é muitas vezes direccionado para questões ambientais:






E esta foi a tira que me fez lembrar de todos vós, os que me acompanham silenciosamente, os que deixam comentários encorajadores, inspiradores, desafiadores, os que me enviam questões ou sugestões por email, os que partilham post pelo facebook, os que conheci "ao vivo e a cores", cada um de vós que - de alguma forma - me tocou e me faz sentir que somos muitos e estamos a fazer a diferença:


Hoje dia da Terra, quero agradecer-vos, não só por estarem desse lado, mas pelo que estão a fazer pelo planeta em que vivemos!

E obrigada pelo apoio e paciência...