Porque a alimentação tem um grande peso na nossa pegada ecológica, achei que valia a pena dizer-vos que estou a sortear, no meu outro blog, o livro "cozinha vegetariana para bebés e crianças" da Gabriela Oliveira. Passem por lá!
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12 de dezembro de 2017
4 de dezembro de 2017
4 de julho de 2010
155 - Arranjar uma lanterna que funcione sem pilhas
Eu já tive uma lanterna de dar à manivela (igualzinha a esta!), mas com mudanças, coisas arrumadas em caixas num sítio, outras noutro, não sei onde pára. O mais correcto é dizer que eu tenho uma lanterna de dar à manivela, mas não sei dela...
E como neste momento estou a precisar de uma lanterna (com uma certa urgência) vou ter que arranjar outra. E claro, tem que ser amiga do ambiente!
O Zé Manel ainda tem a dele, um pouco diferente. Em vez de se dar à manivela, tem que se pressionar (com alguma rapidez) uma espécie de alavanca:

Apercebi-me, ao procurar a minha nova lanterna, que as lanternas ecológicas (de bolso ou não) devem estar na moda (e ainda bem!), porque não falta oferta!
Há as "mistas" para os que tiverem medo que o "método ecológico" não funcione... como esta, que tem que ser abanada durante 30 segundos, para dar 5 minutos de luz, mas que também pode funcionar a pilhas.
Há as solares, que também são mistas (pelo menos as que encontrei: esta, esta, esta, esta e esta, por exemplo) porque necessitam de pilhas.
Mas como quero uma que seja o mais possível ecológica vou voltar às de manivela.
Na Decathlon tem-nas de vários tamanhos e feitios. Até tem uma boa para quem faz campismo, ou para quem costuma ficar muitas vezes sem electricidade em casa, que serve como candeeiro (em vez de um petromax, por exemplo).
Comprei, por 10€, uma lanterna de bolso (verde) que por cada minuto de "manivela" me dá 6 de iluminação "em modo forte". Para mim, serve perfeitamente. E o preço nem é desculpa, há umas que custam 4€!

Para as crianças (ou os fãs da Lego, como eu), esta marca tem uma lanterna de manivela com a forma de um dos seus bonecos!
Também uma óptima prenda para os mais pequenos é esta caixa que permite construir a nossa própria lanterna!
E apaixonei-me por esta lanterna (verdadeiramente solar) que ainda permite reutilizar garrafas:

Só é pena não ser de bolso...
1 de julho de 2010
152 - Encontrar prendas para bébés amigas do ambiente
Quase todos os meus amigos têm ou começam a ter bébés... Ao procurar um presente para oferecer a uma bébé recém-nascida lembrei-me que seria óptimo começar a ensinar-lhe, de pequenina, a defender o ambiente...
Que presentes "verdes" oferecer a um bébé?

Há, claro, as fraldas reutilizáveis (que tanta discussão geraram no facebook), mas achei que era muito radical para uma recém-mamã atrapalhada com tanta nova responsabilidade. Falar-lhe-ei deste assunto um pouco mais para a frente.
Na ecological kids, com loja no Porto (mas também na internet) tem, além das fraldas e de acessórios para um recém chegado a este mundo, alguns brinquedos para bébés: rocas, peluches, fantoches, todos muito engraçados e livres de tóxicos. Mas ainda não era bem isto que eu queria!
Depois lembrei-me da NaturaPura, que encontrei ao fazer o post sobre rótulos ecológicos. É a única empresa têxtil portuguesa que tem o rótulo ecológico europeu. Uma marca portuguesa de roupa para bébés, com lojas no Porto, Braga e Lisboa (e representada em lojas multimarcas por todo o país) e que, pelo vistos, está em expansão. Utiliza apenas algodão biológico, sem recurso a químicos, desde a produção do próprio algodão até ao produto final (as cores - verde, castanho e cru - não são tingidas, mas próprias da fibra). O único problema é que, tendo em conta que ainda tenho que comprar prendas para mais dois bébés - no espaço de um mês - os preços saíam um bocadinho do orçamento estipulado para este fim...
E foi durante um dos nosso passeios pelo parque da cidade que surgiu a prenda que me encheu o coração. Ao passar pela loja do comércio justo - aberta todos os dias, graças aos voluntários - que existe no núcleo rural (e, infelizmente a única ainda aberta na cidade do Porto), resolvemos entrar e encontramos um lindo mobile, mesmo a olhar para nós. 100% artesanal, feito no Nepal é certo, mas carregado de significado!
Ainda por cima - descobrimos ao oferecê-lo - condizia com a decoração do quarto. Tenho a certeza que vai contribuir para uns bons sonhos!
Ainda por cima - descobrimos ao oferecê-lo - condizia com a decoração do quarto. Tenho a certeza que vai contribuir para uns bons sonhos!
este livro também é uma boa prenda (acho que vai ser a próxima)
E, para quem for mãe ou pai, que tal experimentar os slings? Adorei! Há muitos blogs de artesãs portuguesas que os vendem, mas adorei as cores destes.
21 de março de 2010
141 - Plantar Portugal
Ontem de manhã fui aprender a fazer compostagem. De tarde íamos participar na iniciativa Limpar Portugal; estavamos inscritos no grupo de Matosinhos, quase desde o início. Mas... à precisa hora (15h00) a que estava marcado o reinício da limpeza, a chuva começou a cair. Não uma "murrinha", não uma chuva aceitável quando a vontade é muita. Não, a chover MESMO, como se estivesse a acontecer tal pela última vez! De tal maneira que os responsáveis pelo nosso grupo tiveram que cancelar a continuação dos trabalhos. Tive pena, muita pena, por não ter tido parte activa nesta limpeza nacional. Principalmente pelo simbolismo da mesma, até porque lixo da rua, apanho eu quase todos os dias...
Bom, já que não pudemos "Limpar Portugal", hoje acordámos cedo para irmos "Plantar Portugal".
Participámos nas actividades organizadas pela Lipor, no seu novo Parque Aventura (construído sobre um aterro selado...). A ideia era ajudar a plantar árvores no Parque, para o tornar (a médio/longo prazo...) mais verdejante.
Como chegámos cedo (à hora marcada para começar...) ainda tivemos tempo para passear, andar de bicicleta, conhecer o Ernesto (o burro da Horta da Formiga) e fazer uma folha de papel reciclado. Actividades que fizeram as delícias da Inês (a filha da nossa amiga Isabel, ambas recrutadas para esta iniciativa).

Plantámos, cada um de nós, 3 árvores. Como podíamos escolher (havia umas nove espécies) eu plantei um carvalho, um pinheiro manso e um azevinho (tudo árvores autóctones). Os animadores foram muito simpáticos e deixaram-me trazer uma nogueira para a minha mãe (a dela secou) e um plátano (por causa do livro "Beatriz e o Plátano"...) que plantei num vaso grande na minha varanda, à espera de um lugar (especial) para o transplantar!
19 de março de 2010
139 - Ensinar as crianças a respeitar e a amar a Natureza e o meio ambiente
Esta é uma daquelas sugestões que aparece (quase) sempre nas listas de coisas "que pode fazer para ajudar o ambiente"...
Apesar de não termos crianças cá por casa, tenho contacto com bastantes "pessoas pequeninas", de várias idades e feitios: a segunda geração de primos e primas, filhos de amigos e amigas e alunos (mais alunas...) nas aulas de yoga pr'a crianças. Os primeiros estão um pouco longe (e só estou com eles nalguns domingos); os segundos ainda são, quase todos, bébés. "Sobram-me" as minhas pequeninas, com quem estou todas as semanas, nas aulas.
Então como posso juntar, de forma equilibrada, o respeito e o amor pelo ambiente e a prática de yoga com as minhas crianças? Em termos de fundamentos, é fácil: o respeito por todos os seres vivos é inerente ao yoga (a não-violência), e este ajuda a desenvolver a sensibilidade para o que está à nossa volta. A própria aula desenrola-se à volta de uma história, sempre com elementos da natureza (animais, árvores, ...): um passeio à floresta, uma caminhada à beira mar, uma viagem ao deserto, ... Às vezes - quando está bom tempo - fazemos algumas aulas ao ar livre (num jardim ou na praia)!
Mas eu queria mais: adicionar elementos que alertassem as crianças para os problemas ambientais e trabalhar também no que podemos fazer para não contribuir para os mesmos.
Não é por falta de material que não se fazem coisas com miúdos: há revistas, imensos livros e sítios na internet, onde se podem ir buscar ideias muito giras e bem ecológicas. Bem, na verdade - na internet - é um mundo!!! E eu quase me perdi nele (desde que iniciei este desafio que quase não tenho tempo para as minhas "artesanices" e deu-me uma saudade!!! Já passou...).
Apenas alguns sítios, directamente vocacionados para a temática ambiental:
- recicloteca (oficina criativa de reutilização e valorização de materiais);
- casinha na árvore (experiências, brincadeiras, histórias e receitas, tudo "verde") e o blog da casinha;
- toys from trash (imensos brinquedos, jogos, experiências);
- guia do professor para educar pelo Ambiente (várias actividades, para o 1º ciclo);
- projecto apoema - associação para a educação ambiental (muita informação, actividades, jogos, dicas, ...)
Andei também, cá por casa, a procurar livros que usei quando andava nos escuteiros, para preparar actividades para o departamento de ambiente do meu agrupamento (ainda estão muitas coisas em caixas...). Encontrei um, da Organização Mundial do Movimento Escutista em cooperação com a WWF, "Ajuda a salvar o Mundo", que tem muitas actividades, óptimas para se fazerem numa casa com jardim. Num acampamento fiz este frigorífico solar e resultou:

Tenho outro, "101 experiências com a Natureza", da Texto Editora, que permite, principalmente a quem vive na cidade, aprender, através de experiências simples, factos básicos da vida natural. Já tirei uma ideia para fazer com a Inês, a minha sobrinha "adoptiva", quando ela estiver em minha casa:

E há muitos mais, claro. Nas prateleiras das livrarias já se encontram bastantes livros infantis/juvenis sobre ambiente e ecologia.
Assim, inspirada por duas amigas - educadoras - que têm, no seu infantário, um clube ambiental - o "Clube Pegada Verde" - que reúne todas as semanas (fazem visitas ao ecoponto..., plantam árvores, têm uma horta, fazem compostagem, divulgação, recebem insígnias "verdes", ...) resolvi criar um espaço, nas aulas, dedicado ao ambiente.
Comecei por pedir às minhas meninas (que estão no 2º ano) para, entre elas, elaborarem uma lista do que já fazem (algumas ou todas elas) para "ajudarem o ambiente". A primeira lista oficial (que será revista de 2 em 2 meses):
- reciclo papel, plástico e cartão;
- não gasto muita energia;
- não gasto muita energia;
- não deito lixo para o chão;
- não estrago comida;
- não deito "gases" venenosos para a água;
- não como fruta com pesticidas, só tratada com estrume (adoro esta!!!);
- não arranco plantas, nem corto árvores;
- não mato animais;
- reutilizo o papel e o cartão (já fazíamos isto também nas aulas: sempre que desenhamos ou escrevemos, usados folhas já escritas num das faces);
- reutilizo os frascos e as garrafas de vidro;
- ponho as pilhas no pinhão;
- uso detergente ecológico para a louça;
- uso um copo para lavar os dentes.
Nada mal!?
Próxima medida: juntar rolhas de cortiça usadas para as reutilizarmos (vamos fazer animais e bonecos, para depois pendurarem na mochila da escola, a "enfeitar") e descobrirmos onde as podemos entregar para que possam ser recicladas (para quem, nas palavras de uma das meninas, for "preguiçoso" e depois não quiser, em casa, fazer nada com elas).
Dar-vos-ei notícias das nossas rolhas...
6 de março de 2010
126 - Pedir às outras pessoas que façam coisas ecológicas que eu não posso fazer
Tenho-me apercebido que é complicado dar sugestões "ambientais" às outras pessoas.
Ou olham para nós de esguelha, rolam o olhos e, provavelmente, pensam "lá vem esta...", ou respondem "não tenho tempo para essas coisas!", ou "pois sim, vai mesmo fazer diferença, eu deixar de fazer isso", ou qualquer outra coisa dentro deste espírito. Depois também há as que põem um ar muito sério e dizem "pois é, realmente, tens toda a razão", mas não mudam nada...
Talvez esteja a exagerar, porque também tenho encontrado, ao vivo e virtualmente, muitas pessoas a esforçarem-se por alterar hábitos, comportamentos, de modo a reduzirem o seu impacto no meio ambiente.
Ah, lembrei-me agora! Também gosto do argumento: "tu tens tempo, porque não tens filhos"!!!!!!
Precisamente por esta razão resolvi escolher o uso de fraldas descartáveis para minha primeira campanha de "eu não o posso fazer mas é preciso alterar este hábito".
Além deste post, fiz um email para enviar às minhas amigas e amigos que são, ou serão muito em breve, mamãs e papás.
Juntei uma série de sítios onde se pode encontrar informação sobres fraldas reutilizáveis e fraldas biodegradáveis, onde as comprar e escrevi um - espero eu - apelativo texto:
Que para produzir as fraldas descartáveis para um bebé estima-se o abate de 7 árvores?
E como as fraldas reutilizáveis normalmente são feitas com algodão orgânico não branqueado, evitam assim a utilização de químicos nocivos para o ambiente e para todos nós, incluindo o teu bébé? Sabes que as fraldas reutilizáveis diminuem a frequência de dermatites (rabinhos assados), pois utilizam materiais naturais e respiráveis? E que ajudam o bebé a deixar as fraldas mais cedo?
Além de que custam cerca de um 1/4 do preço das fraldas descartáveis, no período de 2 anos, e evitam as constantes idas às compras (a assim podes passar mais tempo a brincar com o teu filho!), reduzem substancialmente a necessidade de utilização de cremes e podem, até, ficar para o teu próximo bébé...
E ainda por cima são bonitas, de fácil utilização e evitam as fugas com conforto! Só vantagens!

Como podes ver nos sites abaixo, há muita oferta (o problema até é qual escolher, porque são todas lindas!), sinal de que cada vez mais pessoas se "rendem" às novas fraldas de pano. Até podes participar num workshop de esclarecimento!
Não precisas de ser "radical". Porque não comprar uma ou duas e intercalar com o uso das tradicionais?
Ou, se achares demais, podes sempre começar por comprar fraldas descartáveis mas biodegradáveis (muitas vezes em fibra de bamboo).
E lembra-te sempre por mais pequeno que seja o passo, faz sempre a diferença!
Mais sites:
São livres para copiar tudo isto e enviarem aos vossos amigos com bébés!
16 de fevereiro de 2010
108 - Fazer o meu disfarce de carnaval apenas reutilizando e reciclando
Quando era pequena a minha tia fazia-nos (a mim e ao meus irmãos) as roupas de carnaval. Entre todos, tivemos disfarces de nazarena, arlequim, zorro, dama antiga (este foi o que gostei menos...), índio (e este o que gostei mais!). Quase todos serviram mais do que um de nós.
Na escola primária (sim, ainda sou do tempo da escola primária), era inevitável. Todos os anos, por esta altura fazíamos uma máscara de Carnaval, normalmente numa cartolina, decorada com o que a nossa imaginação ditasse.
Depois mantive o hábito (nos escuteiros, na faculdade e mesmo depois) de fazer o meu disfarce de carnaval quase só reutilizando peças de roupa e acessórios.
Nos últimos anos não me tenho "disfarçado" (o que não quer dizer que não me tenha divertido...) e, embora este ano fizesse tenção de o fazer, acabei por me ficar por uma máscara. Ainda não foi com molde em gesso (é o que dá deixar para a última hora), mas foi toda feita com "restos": de cartão e cartolinas, de fitas e botões. Infelizmente não fui previdente, tirando, antes, uma fotografia - porque já era de noite... - e não resistiu até ser de dia!
Há-de haver mais carnavais (e até outras alturas em que fazemos festas temáticas...)
Aqui ficam algumas sugestões mais ou menos elaboradas:
romântica (com todos os detalhes) e fácil, embora seja precisa paciência
com embalagens tetrapack;
Na escola da minha amiga Liliana (como noutras, também) fizeram um concurso de máscaras, mas só podiam concorrer os alunos que as fizessem reutilizando materiais. Vi as fotografias e havia algumas fantásticas (uma menina tinha um vestido de princesa todo feito com sacos de café!)
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batman (bem original!) - com um guarda-chuva
Basta um pouco de imaginação... e algum jeito!
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