Serão muito bem vind@s e darei o meu máximo para também vos continuar a inspirar, tal como vocês me têm inspirado a mim, ao longo do tempo que durou este blog. Para sempre vos estou grata!
21 de julho de 2014
Um novo blog
Serão muito bem vind@s e darei o meu máximo para também vos continuar a inspirar, tal como vocês me têm inspirado a mim, ao longo do tempo que durou este blog. Para sempre vos estou grata!
8 de abril de 2014
Aqui estou eu...
"O futuro é desconhecido. Não acredito que os seres humanos possam exterminar a vida. Ela é muito robusta, muito mais adaptável do que pensávamos antes. Encontramos sempre novas formas de vida que são muito mais resistentes do que pensávamos e por isso ela continuará."
Hubert Reeves (excerto desta entrevista)
Portanto, vou suspender a minha actividade por aqui. Vou manter o blog, que (e enquanto) continua a receber visitas. Vou responder aos comentários que necessitarem de esclarecimentos.
Se voltarei a postar por aqui, é algo que ainda não sei (há muitos não sei por aqui...). Mas quando descobrir vocês serão os primeiros a saber.
Obrigada por TUDO!
31 de dezembro de 2013
O tempo ajudará...
Sei que seria possível construir o mundo justo
As cidades poderiam ser claras e lavadas
Pelo canto dos espaços e das fontes
O céu o mar e a terra estão prontos
A saciar a nossa fome do terrestre
A terra onde estamos — se ninguém atraiçoasse — proporia
Cada dia a cada um a liberdade e o reino
— Na concha na flor no homem e no fruto
Se nada adoecer a própria forma é justa
E no todo se integra como palavra em verso
Sei que seria possível construir a forma justa
De uma cidade humana que fosse
Fiel à perfeição do universo
Por isso recomeço sem cessar a partir da página em branco
E este é meu ofício de poeta para a reconstrução do mundo
Sophia de Mello Breyner Andresen, in "O Nome das Coisas"
5 de junho de 2013
o Espírito da Terra
13 de maio de 2013
7 de maio de 2013
O Mundo é a Nossa Casa
"O mundo é a nossa casa
dizemos nós porque é
no mundo que todos os
homens vivem como umagrande família numa
grande casa Mas a
família dos homens
está dividida e há uns que
vivem como senhores e
os outros como escravos
E por isso há as guerras
e as crises e a fome
Por isso a casa está em
ruínas e em risco de se
tornar inabitável Por
isso ninguém se sente no
mundo como em sua casa
É preciso e urgente
transformar a maneira
de viver no mundo e é
para o conseguir que
muitos homens trabalham
e lutam Toda a gente
sabe estas coisas mas
nem todos gostam de
falar nelas e foi por
isso que fizemos este livro"
22 de abril de 2013
Armandinho
1 de janeiro de 2013
30 de dezembro de 2012
para reflectir, no aproximar de um novo ano:
13 de novembro de 2012
2 de agosto de 2012
Para reflectir...
(autor desconhecido) via Pinterest
21 de junho de 2012
Estou cheia de amor por este senhor...
18 de junho de 2012
Do silêncio, da internet, de organização, ...
A seu tempo também aqui falarei de organização e minimalismo (que só conhecia, mais profundamente, aplicado à arquitectura) que, como descobri, têm tudo a ver com sustentabilidade! Para já aconselho-vos a visitar o fantástico e útil blog da Rita, que me tem inspirado e ajudado.
E claro, vão poder ver - em primeira mão - se está a resultar...
(imagens encontradas... no pinterest...)
13 de janeiro de 2010
74 - Partilhar opções e práticas ambientais através de blogues, grupos e outros meios

25 de outubro de 2009
Compromisso
Participam também nesta alteração de comportamentos o Zé Manel, meu paciente namorado e companheiro de apartamento (de forma voluntária, ainda que, talvez, não plenamente consciente do que tal implica…) e as nossas 3 gatas (involuntariamente, claro).
Espero contar com as vossas sugestões, críticas e apoio!
16 de setembro de 2009
A minha decisão
Bem, na verdade, no início, o meu lado comodista ficou um pouco desiludido. Primeiro, o livro, como é óbvio (embora eu quissesse acreditar que não), não discorre sobre todas as 365 medidas escolhidas e experienciadas pela autora. Para isso temos o blog. Depois essas escolhas são feitas por alguém que vive no Canadá… Só aí há todo um oceano de diferenças!
Mas depois destas facadinhas, e continuando a leitura, fui-me entusiasmando, entusiasmando… E se?
E aqui estou, a preparar-me para assumir um eco-compromisso durante 1 ano, ou melhor 365 novos compromissos amigos do ambiente.
Li o livro, dei uma espreitadela no blog que o originou, e estou, neste momento a analisar mais detalhadamente a lista de Vanessa Farquharson. É aqui que realmente me apercebo que, embora a originalidade esteja posta de parte, toda a minha experiência será bem diferente…
1 de setembro de 2009
Vamos (realmente) começar a fazer algo para deixarmos este mundo um pouco melhor?
“Ninguém cometeu maior erro do que aquele que não fez nada só porque podia fazer muito pouco”
Edmund Burke
Esta frase diz muito da atitude da maior parte de nós em relação à ecologia.
Ao vermos as notícias alarmantes acerca do buraco na camada de ozono, ou do efeito de estufa, ou da subida do nível médio das águas do mar, ou de..., afligimo-nos e pensamos qualquer coisa como: “Isto está mesmo mal, tem que se fazer alguma coisa!”
E na maior parte das vezes deixamos passar a angústia, e nem nos apercebemos que nós, cada um de nós, podíamos fazer alguma(s) coisa(s) para alterar este e mais este e ainda este problema.
Poucos de nós têm poder suficiente para impedir que pretoleiros gigantescos, transportando milhões de litros de petróleo, continuem a navegar através de reservas naturais de água não poluída. Mas todos, como indivíduos, podemos trabalhar no sentido de tornar menos necessário, a cada dia que passa, o petróleo que os grandes navios transportam.
Sozinho, não há ser humano que possa “tapar” o buraco que surgiu na camada de ozono sobre a Antártida. Mas podemos evitar que ele aumente de tamanho, atingindo áreas populosas do planeta.
Temos que tomar consciência que nenhuma instituição será capaz de resolver os problemas gigantescos que, ao longo dos anos, se foram acumulando, resultantes das acções de milhões de indivíduos:
o lixo das nossas casas,
o motor desafinado dos automóveis,
a água desperdiçada,
...
tudo isto contribui, aos poucos, para que o nosso planeta seja menos saudável e habitável. Mas não vamos desanimar: assim como somos nós a causa essencial dos problemas, somos também, os mais aptos para encontrarmos a sua solução!
Ao longo deste ano vamos aqui deixar sugestões simples: atitudes, opções que podemos tomar e que nos ajudem a fazer parte da solução, em larga escala, dos problemas ambientais. É um passo para uma resposta diferente perante a angústia que nos causam os artigos dos jornais e as reportagens nas televisões.
Não existe um único problema de agressão ao meio ambiente que não possa ser bem encaminhado e solucionado, desde que todos, individualmente, comecem a participar.
Cada um de nós faz a diferença, porque, por muito pouco que façamos, esse pouco já é um passo no bom caminho.
Sugestão
E para começar aqui fica o código mundial de defesa da natureza.
Pode recortá-lo, ou fotocopiá-lo, e colocá-lo na porta do frigorífico ou noutro local bem visível, para se ir lembrando do compromisso que devemos ter com nós próprios, com as futuras gerações e com o nosso planeta.
Respeitarei todas as formas de vida, porque cada uma delas é um elo da corrente que sustenta a vida na Terra.Retirarei da natureza somente o que pode ser substituído, para que nenhuma espécie desapareça da Terra.
Não comprarei produtos relacionados com animais e plantas em vias de extinção ou florestas ameaçadas de desertificação.
Não poluirei o ar, solo ou a água.
Manterei o ambiente à minha volta limpo e respeitarei o ambiente, onde quer que vá.
Chamarei a atenção para casos de poluição e para quaisquer outras formas de abuso da Natureza.
Não desperdiçarei combustível ou energia.
Deliciar-me-ei com a beleza e as maravilhas da Natureza toda a minha vida.
12 de agosto de 2009
Ouvir a Terra*
Alguns cientistas até sugeriram que as vastas pastagens do nosso planeta são consequência dos grandes fogos utilizados pelos nossos antepassados como forma de obrigar as suas presas a caírem nas armadilhas.
À medida que a nossa tecnologia avançou, também a nossa capacidade para destruir a Terra aumentou.
Nos dias de hoje o que vemos são oceanos poluídos e céus escurecidos por nuvens tóxicas que produzem chuva ácida. O próprio solo que sustenta a vida é levado até ao mar e bloqueia os estuários, destruindo os viveiros de espécies marinhas que aí são criadas.
Será que fomos sempre assim tão insensíveis à beleza da Terra?
Talvez não: o exemplo dado por povos indígenas, como os Inuit (Esquimós), os Índios americanos, os Aborígenes australianos, os San (Boximanes) e os Pigmeus, que estavam em harmonia com a Terra, antes de terem sido expulsos dos seus territórios tradicionais por outros povos que não ouviam a voz da Terra ou nem sequer sabiam que ela possuía uma, sugerem o contrário.
Já não há muito mais tempo para ouvir e não parecem existir ouvintes.
O que é que a Terra pode dizer se não está lá ninguém para a ouvir?
Todos nós podemos ouvir a voz da Terra. É só querermos.
Alguns de nós temos a sorte de ter acesso a sítios de particular beleza, onde a paz emana da Terra e parece tocar-nos; mas, infelizmente, muitos de nós perdemos o contacto com ela – o rugido invasor dos motores e os sons ininterruptos das ruas cheias de gente abafam essa relação tão frágil.
Agora que o sol brilha e que o ar morno nos convida para um passeio, vamos estar atentos.
No campo ou na cidade, seja num grande prado ou no pequeno jardim perto de nossa casa, à beira mar ou à volta de um lago, vamos procurar o nosso elo com a Natureza, vamos reaprender a escutar a voz da Terra.
*texto escrito em 2005, para uma mini-formação sobre ambiente que dei a dirigentes escutistas.
(tem excertos de outros autores, mas as referências perderam-se nos resumos, cópias e limpezas que fui fazendo. Por tal peço desculpa)



















