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13 de janeiro de 2019

desafio livro "365 coisas que posso fazer..."



Há quanto tempo que não escrevo por aqui, não é?

Pois é, mas continuo na minha demanda e agora, passados estes anos, tive o privilégio de ser convidada para colocar no papel as 365 coisas [aqui (ainda) não chegou a este número, eu sei…].

Uma das ideias que tinha para o blog - e que agora gostaria de passar para a versão escrita - era pedir sugestões de “medidas” a vocês, que me foram acompanhando nesta aventura (pessoas fantásticas que me apoiaram, acarinharam, motivaram). Para mim, é uma forma de vos agradecer por tudo o que me deram.

A ideia é que as últimas 10 medidas para “diminuir a minha pegada ecológica” sejam sugeridas por vocês.

Vejam a lista das medidas já tomadas; e pensem “fora da caixa”!

Escolherei 10 medidas (que não estejam já nas minhas 355) e darei o devido crédito, no livro, às pessoas que as sugiram.

Assim, se quiserem participar neste projecto, enviem as vossas ideias até ao dia 20 de janeiro para o email awondrousday@gmail.com (só lerei as participações que me forem enviadas por esta via).

Bem hajam!
Ema Magalhães

17 de novembro de 2013

Curso Sabão Natural


Se não estou em erro é a primeira vez que divulgo aqui um workshop curso, mas já vos falei tantas vezes da Sylvia, dos seus ensinamentos e da sua importância na minha evolução enquanto "produtora natural de cosméticos e produtos de limpeza"... que achei que o devia fazer.

A Sylvia, por motivos vários, esteve ausente destas lides, mas o seu regresso é em grande, com este curso de Sabão Natural.

Ainda há vagas. Eu vou, e vocês?


a cartaz não tem muita definição, mais informações aqui

22 de janeiro de 2013

211 - Fazer pressão, pôr a circular petições e escrever cartas em prol de causas ambientais


Este é sem dúvida um direito - e um dever - do qual não devemos abdicar. E, contra mim falo, às vezes facilitamos e não somos tão activos como nos cabe ser enquanto cidadãos.

Tenho-me esforçado por ser participativa, a nível "ambiental", para além deste blog e das medidas que tomo no dia-a-dia, claro. E aqui incluo o participar como voluntária em acções ambientais e ser um membro activo de uma associação ambiental (agora sou sócia da A.P.V.C. - associação para a protecção do vale do coronado, uma pequena mas interventiva associação).

Apesar de ainda não ter posto a circular nenhuma petição, tenho estado atenta, assinando e partilhando as que me parecem justas. Sim, porque se lerem este post - onde podem encontrar maneiras de se ser virtualmente amigo do ambiente... - podem descobrir petições completamente descabidas!

A minha primeira carta - ou melhor dizendo, email - foi para a Ecover. Depois de ter escrito um post em que fazia referência a esta marca, uma pessoa levantou-me dúvidas sobre o facto da marca fazer testes em animais. Até hoje não me responderam... já se passaram tantos meses que posso começar a falar de anos...

Solução? Deixar de comprar produtos desta marca. Com as empresas não perco muito tempo. Se, como consumidor, não me tratam bem, "abandono-as". Devia insistir? Prefiro então criar uma petição (não foi este o caso), como forma de alertar mais pessoas para o problema e assim fazer a tal pressão. Neste caso, encontrei - depois - várias associações/organizações de defesa dos animais que já têm esta marca na lista negra.

Não é o tema deste post, mas a BUAV anda atenta a estas questões e costuma apresentar listas actualizadas das empresas que testam ou não. Sim, que este é um assunto bastante confuso: oram testam, ora deixam de testar, voltam a testar, não testam mas compram ingredientes testados, seguem a lei dos 5 anos (???), não seguem, ...

Também sobre este assunto, aconselho-vos este artigo: "defende" que não há nenhuma marca, que de uma forma ou outra, não contribua para alguma forma de crueldade sobre animais.

Porque é que eu, cada vez mais, faço - usando os ingredientes mais simples (acho que não se testa azeite, vinagre, ...) os produtos que uso? ...


Voltando ao tema deste post...

Já há algum tempo que achava que devia escrever uma carta (email...) à minha Câmara Municipal. Moro numa zona agradavelmente arborizada e nos últimos anos temos perdido algumas árvores. E, apesar da câmara tratar da manutenção dos jardins, nenhuma árvore foi "reposta". Confesso que fui adiando esta decisão (lá está...), até ao passado fim-de-semana, quando - devido ao mau tempo - mais duas árvores "foram à vida"...

Neste caso vou, claro, insistir até obter uma resposta. Trata-se de um organismo de serviço público, não é?

Se quiserem apoiar o meu pedido ("fazer pressão"...), podem encaminhar os vossos email para dmevhp@cm-porto.pt. A zona em questão é o antigo bairro da caixa de providência, mesmo ao lado do inatel (em ramalde).

Há outras zonas do Porto que também ficaram sem árvores, por isso podem alargar o pedido, adaptá-lo a outras cidades e lugares por este país fora, onde as árvores estão a fazer falta.

Eu escrevi do coração, porque acredito que tem mais efeito do que um pedido formal e impessoal. Espero que vos inspire a ser, também, mais interventivos (seja pelas árvores ou por outro assunto...):

"Boa tarde.

Chamo-me (o meu nome) e sou moradora na rua (a minha morada). 

Vivo num bairro construído no final dos anos 50, projectado por um dos grandes nomes da arquitectura portuguesa: Fernando Távora. Os apartamentos, apesar de pequenos, pelos padrões de hoje, são deliciosos, mas o que torna este bairro tão agradável, e mesmo especial comparando-o com outros semelhantes, é a profusão de árvores - muitas delas existentes desde o início do projecto - que rodeiam os edifícios, afastando os ruídos da cidade que nos rodeia, namorando com os habitantes dos apartamentos, transformando as janelas em molduras de belos quadros, trazendo até nós os perfumes da natureza, o canto bucólico dos pássaros. Costumo dizer que vivo num pequeno paraíso verde, escondido numa zona privilegiada da cidade.

Nos 5 anos que vivo aqui, já vi este bairro perder - pelo menos - três árvores, das mais antigas. Duas tiveram que ser cortadas porque estavam a pôr em risco a segurança dos habitantes, uma literalmente morreu (mas não de pé), caindo sem provocar nenhum estrago no que a rodeava. Muito poético, mas deixando mais um espaço vazio. 

Agora, com o temporal do passado fim-de-semana, perdemos mais duas árvores. E, infelizmente, muitas mais árvores se renderam à intempérie, um pouco por toda a cidade (e país...).

Não estou a diminuir os estragos que houve a outros níveis, espero que o compreendam, mas são as árvores que me fazem escrever-vos.

Há árvores que tombam, outras são depostas por mão humana, mas já a sabedoria antiga sabia que uma árvore desaparecida deve ser substituída por uma nova, com vista a manter o equilíbrio. E aqui, na cidade, este equilíbrio é delicado, pois mais facilmente nos desligamos da natureza. Se nenhuma árvore for plantada onde outras desapareceram, corremos o risco de um dia acordarmos sozinhos, sem as nossas sombras, sem os nossos pássaros.

Assim, venho pedir-vos para reporem a harmonia aqui no nosso bairro (e já agora nas restantes zonas prejudicadas pelo mau tempo), encontrando substitutas dignas das árvores que durante décadas alegraram as vidas dos moradores.

E, se o desejarem, estou disponível para vos fazer uma visita guiada ao bairro, indicando-vos os locais atingidos.

Atentamente,
Ema Magalhães"

22 de agosto de 2012

Sugestão - mapa


Perguntaram-me, por email, por onde tinha andado (mais especificamente...).
Deixo-vos - literalmente - o nosso mapa. Espero não me ter enganado, nalguma estrada mais escondida, a marcar o nosso percurso. E, claro, apesar de não estar marcado, o início da viagem foi no Porto... No regresso ficamo-nos por Mancelos - Amarante, onde há um turismo rural fantástico, extremamente exclusivo... a casa da minha mãe!



17 de agosto de 2012

Sugestão


Vim aqui num pulinho deixar-vos uma sugestão. Se ainda não foram de férias e se ainda não têm destino (ou mesmo se quiserem um programa para um fim-de-semana) partam pelas estradas deste nosso belo país. Foi o que fizemos: percorremos o norte/nordeste de Portugal. Começámos no Gerês, percorremos partes de Trás-os-Montes e voltámos pelo Douro Internacional. Mas, claro, há muitos caminhos a descobrir, por esse Portugal fora... E, às vezes, bem perto de casa!

Andámos pelas estradas secundárias, algumas tão secundárias, "esquecidas por Deus", que o alcatrão já foi comido pelo uso. Passámos por aldeias aninhadas nas encostas das nossas serras, envelhecidas mas orgulhosas e descobrimos que aqui, tal como o pequeno Astérix e os seus gauleses, as gentes irredutíveis resistem, não aos romanos, mas ao abandono e ao esquecimento dos que partiram em busca de uma vida melhor. Sim, porque por aqui ela é dura, arrancada, a cada dia, à natureza agreste. Fomos loucos o suficiente para, em pleno agosto, andarmos pelas terras secas e duras de Trás-os-Montes, onde no pico do dia a temperatura atinge os 40 º e, num mundo suspenso, somos os únicos seres vivos (e, lá está, loucos) que se avistam durante quilómetros e quilómetros. Mas fomos recompensados com paisagens de cortar a respiração, com a surpresa de encontrar um rio fresco ao dobrar da curva, com o vento morno do final da tarde, com o repouso numa pequena loja de estrada ou no café central que existe em todas as vilas. E enchemo-nos de pó e de ar puro e de silêncio.


 gerês


barragem do alvão


vila flor


linha (desactivada) do tua

torre de moncorvo


torre de moncorvo


algures por trás-os-montes 


albufeira do peneireiro


o douro 


pinhão

1 de dezembro de 2011

Natal


Para mim a época natalícia começa hoje, 1 de Dezembro, independentemente de "lá fora" já haver indícios há uns... meses, poderei dizer?!...

E, como já tive oportunidade de dizer, eu gosto do Natal. Sim, também gosto das prendas, de as dar a quem trago no coração, de as receber... Mas as prendas são uma parte de algo maior, uma fascinante mistura de crenças, tradições, algumas tão antigas que se perdeu nos tempos o seu porquê; interpretadas, adaptadas, transformadas, cunhadas, a cada ano, por cada família que as adopta. Para mim o Natal é o entusiasmo em estudar e fazer as decorações de Natal; o escolher ou fazer carinhosamente cada presente, cada oferta, até os embrulhos; o partilhar com amigos, vizinhos, desconhecidos; o participar na alegra labuta dos doces tradicionais segundo receitas herdadas; é a leve excitação que paira no ar até ao dia 24; é a alegria esfuziante dos mais pequenos, ... Sim, é confusão, risos, conversas, abraços, frio lá fora e lenha a arder na lareira, cheiro a calda de açúcar, a pão a levedar e a especiarias. É também acreditar que tudo é possível, que o bem prevalece, que no fim ganha o Amor.

O segundo mês deste blog foi também um dezembro (o de 2009!) e noto bem, agora, a diferença entre os post de então e os mais recentes. Mas tenho por eles um carinho maternal (eh, eh) e penso que continuam actuais. Deixo-vos aqui um pequeno resumo se os quiserem consultar:

- neste falo sobre a árvore de Natal e neste sobre o decorar a árvore (e aqui tem uma imagem de outras estrelas de papel que fiz);
- aqui deixo sugestões de presentes mais amigos do ambiente e aqui a carta que escrevi ao Pai Natal...;
- neste e neste post falo sobre os embrulhos, e neste sobre os cartões e etiquetas de Natal;
- se, como eu, gostarem de velas, leiam este e, já agora, este post;
- e aqui deixo-vos uma das receitas vegetarianas do meu Natal!

Se, como eu, gostarem de fazer (algumas d)as coisas que oferecem, na internet não faltam "blogs" e "sites" cheios de ideias fantásticas e com óptimos passo-a-passo. Se preferirem (e caso precisem...), "surgem", por esta altura, oficinas onde nos ensinam a fazer presentes, lembranças, decorações (algumas revistas, como a Visão, costumam trazer uma listagem destes locais). Por exemplo, o Núcleo do Porto da Quercus organiza algumas oficinas e até uma eco-feira de Natal. E, em Matosinhos, o Coisas Assim, que se dedica não só ao ensino de "artes e ofícios", mas também à divulgação de artesãos portugueses, tem vários workshops de Natal. Mais há, claro, falo apenas daqueles que conheço por experiência própria. Se tiverem outras sugestões - e quiserem - deixem-nas aqui nos comentários!

E se quiserem ser o Pai Natal e levar magia a uma criança que dela bem precisa, escolham uma carta e realizem um sonho, participando na campanha dos Ctt, Pai Natal solidário.

E agora vou continuar a tratar da decoração de Natal, que, provavelmente, só estará pronta no fim-de-semana... Ah!!! E inspirada pela minha amiga Cláudia (professora do 1º ciclo) que esteve a cortar 25 janelinhas em cada uma de 70 cartolinas (para os seus alunos completarem...) vou voltar a fazer um calendário de natal, como quando era pequena!

17 de setembro de 2010

168 - 10 maneiras simples de me sintonizar com a Natureza



A Andreia lançou-me o desafio de escrever sobre 10 coisas de que goste muito. Sou novata aqui pela blogosfera mas acho engraçado um certo ambiente de comunidade que se cria com pessoas com quem vamos trocando impressões, opiniões, sugestões, ... e achei boa ideia aceitar o seu repto, adaptando-o um pouco, é certo, de modo a se inserir no espírito deste blog e poder ser mais uma medida.

Assim resolvi escolher 10 coisas que gosto de fazer e que me sintonizam com a Mãe Natureza, que me relembram que sou privilegiada por poder vivenciar este belo Planeta.

Na verdade não são coisas novas para mim mas algumas delas já não faço há algum tempo... Porque muitas vezes estamos desligados do Mundo à nossa volta e esquecemo-nos que acções simples e (quase) sem custos nos podem dar tanto prazer.

E que tal também aceitarem este desafio? Peguem num papel (de rascunho...), ou pode ser mesmo aqui no computador, façam ao vosso top 10 e levem-no "à risca"!


1 - mergulhar no mar (o daqui do norte, que aprendi a amar) e ficar o máximo de tempo debaixo de água, apreciando este outro mundo onde me sinto tão bem. Repetir até ficar com as pontas dos dedos engelhados;

2 - num dia de mar calmo, ir "boiar" de olhos fechados, entregando-me ao sabor das ondas (tomando as devidas precauções, ou seja, dizer ao Zé Manel: "vou boiar, se vires que me estou a afastar grita por mim..."). Só sair da água quando ficar com as pontas dos dedos engelhados ou os meus dentes começarem a bater, o que acontecer primeiro...;

3 - encontrar uma bela encosta, e rebolar - pelo meio das ervas - por ela abaixo (tendo o cuidado de verificar primeiro se não há pedras muito grandes...);

4 - escolher um local longe das luzes artificiais (no Gerês, bem lá em cima, é óptimo) e observar (e contar...) a "chuva de estrelas" (perseídeas) que ocorre em meados de Agosto;

5 - subir às árvores e ficar empoleirada nos ramos (e se for o caso saborear um fruto colhido no momento);

6 - ir às amoras e vir embora sem nenhuma, mas com a língua azul...;

7 - ficar sentada na praia, ao pôr-do-sol, sentido os últimos raios de sol no rosto e, de olhos fechados, escutar as ondas do mar;

8 - Caminhar descalça sobre a erva (sabiam que é um bom "remédio" para o jet lag?), de preferência com a terra húmida;

9 - Dormir ao relento, bem longe da "civilização" (o Gerês é um sítio óptimo...) e acordar, bem cedo, com os primeiros sons da manhã;

10 - Subir ao alto da montanha (...) e ficar apenas a sentir o vento!


Vou, também eu (parece uma corrente... mas das boas...), lançar este desafio a outros autores de blog que - cada um à sua maneira - também se preocupam com o Ambiente (e que valem a pena ser visitados!):

20 de janeiro de 2010

81 - Inscrever-me numa associação ambiental


A minha primeira experiência como sócia de uma associação ambiental, foi na pré-adolescência: o meu pai inscreveu-me, a meu pedido, na Quercus (devia esta estar ainda no início do seu percurso). A minha última foi há uns 3 anos, como sócia de uma pequena associação local, recém-formada, que, por motivos vários, não vingou. Pelo meio talvez me tenha inscrito numa outra (não tenho a certeza), mas fui, durante muitos anos, activa numa associação que, apesar de não ser especificamente vocacionada para as questões ambientais, em muito contribuiu para a minha sensibilidade para estes assuntos: o CNE (Corpo Nacional de Escutas).

Enquanto procuro informação sobre associações ambientais em Portugal, vou pensando no que procuro numa associação ambiental e no que estou disposta a fazer pela mesma. Quero uma associação que seja activa e onde possa ser activa (não me interessa pagar a quota e... nada mais...). Acho que devo escolher uma associação portuguesa, o que deixa de fora, neste momento, a Greenpeace, histórica e bem activa associação internacional e que tem até um núcleo português). Nesta busca encontro algumas hipóteses (a Geota também é uma boa sugestão, já participei no Coastwatch, organizado em Portugal por esta associação) mas acabo por ficar "balançada" entre duas: a Campo Aberto, associação aqui do Porto e que está muito em cima das questões urbanísticas e ambientais da cidade, e a Quercus, pelo leque abrangente de actividades e projectos e porque tem um núcleo na Quinta da Gruta, na Maia, que conheço bem.


Acabo por decidir-me Quercus, também por questões sentimentais...

E pronto. já fiz a inscrição on-line, vou fazer a transferência bancária e ver se consigo alterar uns horários no sábado para fazer uma actividade que estão a organizar: Origami!

12 de dezembro de 2009

42 - Escolher, para oferecer, prendas “verdes”


Gosto de oferecer prendas a quem amo. E gosto de procurar aquela prenda para aquela pessoa, a prenda que lhe vai acender um brilhozinho nos olhos. Tendo em conta que tenho uma grande família e alguns amigos... é tarefa para algum tempo. Este ano, a juntar a todos os outros critérios, tenho que ter presente a ideia de que cada prenda deve ser o mais possível amiga do ambiente. Neste momento, que inicio este desafio, estou entusiasmada com esta "tarefa".

Pelas razões óbvias não vou dizer, hoje, o que vou oferecer neste Natal... Podem perguntar-me depois do dia 24.

Mas deixo as ideias que encontrei, as de que me lembrei, as que me sugeriram, sem dizer as que vou seguir...

Esta ideia dos kits encontrei na net:

- kit “vamos ao mercado”
compre uma cesta de verga, um pano giro, um quadro de giz e junte a dica para irem ao mercado.
- kit sapatos - sabia que a graxa tradicional faz mal ao ambiente?
(eu não sabia. Já serve para mais uma medida...)
ofereça um kit com um creme amigo do ambiente, um pano e uma escova;
- kit spa - está tão na moda...
ofereça uma luva de crina e uma pedra pomme. Para dar ambiente, acrescente uma vela (sem parafina);
- kit pilhas
compre uma pequena caixa de madeira, decore-a com papéis ou umas pinturas alusivas. Ofereça para que as pessoas possam lá guardar as pilhas que devem ser recicladas;
- kit jardinagem
compre uma pá de jardinagem, umas luvas e uns pacotes de sementes;
- kit plante uma árvore
compre uma árvore pequena para que possam plantá-la num local especial e vê-la crescer aos poucos.

Outras sugestões:
- uma bicicleta;
- a sobrescrição de uma revista de ambiente ou de defesa animal;
- lápis e cadernos reciclados;
- pequenos vasos com cactos coloridos;
- sacos de pano para compras, sacos de compras com rodinhas;
- carregador de baterias solar;
- floreira de ervas aromáticas;
- um cabaz gourmet ecológico: com produtos orgânicos e de comércio justo (chás, cafés, chocolates, azeite, conservas, vinhos, compotas, ...);
- um cabaz com produtos de beleza naturais;
- malas recicladas: há umas muito giras feitas de lonas usadas;
- candeeiros de presença, de exterior, a energia solar;
- casa para pássaros;
- um cão ou um gato trazido de uma associação de ajuda animal ou de um canil;
- t-shirts de algodão biológico;
- uma iogurteira;
- ecoponto caseiro;
- um cheque-prenda para uma massagem;
- plantas (adequadas ao clima onde vão ser colocadas);
- livros com dicas sobre como ser mais ambientalmente sustentável;
- dois bilhetes para o teatro;
- fazer bolachas e biscoitos e oferecê-los, de preferência em caixas reutilizadas, decoradas em casa;
- para quem tiver "jeito de mãos", oferecer outras coisas "feitas por nós": bijuterias e acessórios, roupas, ...
- ...


8 de dezembro de 2009

38 - Pedir que me ofereçam presentes “amigos do ambiente”


Desde crianças que eu e os meus irmãos escrevemos, no início do mês de Dezembro uma carta - cada um a sua - ao Pai Natal, colocando-as depois na nossa caixa do correio onde ele, ou um dos seus ajudantes, as vinha buscar (deliciosa ingenuidade infantil). E digo escrevemos porque continuamos a fazê-lo, numa tradição familiar cheia de ternura, embora às vezes a carta seja electrónica...


Esta é a minha carta deste ano:

Querido Pai Natal,

Este ano não te vou pedir nada em específico.
Este ano quero lançar-te um desafio. Quando escolheres os meus presentes (e já agora os das outras pessoas também) pensa “verde”! Eu explico-te melhor: sei que na Lapónia vives em perfeita harmonia com a natureza e até te deslocas num veículo ecológico (e tratas muito bem as renas) mas, infelizmente, nem em todo lado é assim.
Podes ajudar oferecendo presentes que contribuam para melhorar o impacto de quem os recebe no meio ambiente. Presentes que sejam ecológicos (reciclados, biodegradáveis), não impliquem exploração animal, não tenham na sua composição elementos perigosos para a saúde e o ambiente e cuja produção, de preferência do país de origem de quem os recebe, não advenha da exploração de mão-de-obra.
Pode dar um bocadinho mais de trabalho mas nada que alguém com a tua experiência não consiga resolver.
E vais ver que compensa: pelo menos eu vou adorar!

Beijinhos da Ema

1 de setembro de 2009

Vamos (realmente) começar a fazer algo para deixarmos este mundo um pouco melhor?


(texto escrito, em novembro de 2004, para o jornal "A Vara", do clã 30, agrup. 608-perafita, iniciando uma participação 'ambiental' mensal neste jornal)

“Ninguém cometeu maior erro do que aquele que não fez nada só porque podia fazer muito pouco”
Edmund Burke

Esta frase diz muito da atitude da maior parte de nós em relação à ecologia.
Ao vermos as notícias alarmantes acerca do buraco na camada de ozono, ou do efeito de estufa, ou da subida do nível médio das águas do mar, ou de..., afligimo-nos e pensamos qualquer coisa como: “Isto está mesmo mal, tem que se fazer alguma coisa!”
E na maior parte das vezes deixamos passar a angústia, e nem nos apercebemos que nós, cada um de nós, podíamos fazer alguma(s) coisa(s) para alterar este e mais este e ainda este problema.

Poucos de nós têm poder suficiente para impedir que pretoleiros gigantescos, transportando milhões de litros de petróleo, continuem a navegar através de reservas naturais de água não poluída. Mas todos, como indivíduos, podemos trabalhar no sentido de tornar menos necessário, a cada dia que passa, o petróleo que os grandes navios transportam.

Sozinho, não há ser humano que possa “tapar” o buraco que surgiu na camada de ozono sobre a Antártida. Mas podemos evitar que ele aumente de tamanho, atingindo áreas populosas do planeta.

Temos que tomar consciência que nenhuma instituição será capaz de resolver os problemas gigantescos que, ao longo dos anos, se foram acumulando, resultantes das acções de milhões de indivíduos:
o lixo das nossas casas,
o motor desafinado dos automóveis,
a água desperdiçada,
...
tudo isto contribui, aos poucos, para que o nosso planeta seja menos saudável e habitável. Mas não vamos desanimar: assim como somos nós a causa essencial dos problemas, somos também, os mais aptos para encontrarmos a sua solução!

Ao longo deste ano vamos aqui deixar sugestões simples: atitudes, opções que podemos tomar e que nos ajudem a fazer parte da solução, em larga escala, dos problemas ambientais. É um passo para uma resposta diferente perante a angústia que nos causam os artigos dos jornais e as reportagens nas televisões.

Não existe um único problema de agressão ao meio ambiente que não possa ser bem encaminhado e solucionado, desde que todos, individualmente, comecem a participar.

Cada um de nós faz a diferença, porque, por muito pouco que façamos, esse pouco já é um passo no bom caminho.

Sugestão
E para começar aqui fica o código mundial de defesa da natureza.
Pode recortá-lo, ou fotocopiá-lo, e colocá-lo na porta do frigorífico ou noutro local bem visível, para se ir lembrando do compromisso que devemos ter com nós próprios, com as futuras gerações e com o nosso planeta.

Respeitarei todas as formas de vida, porque cada uma delas é um elo da corrente que sustenta a vida na Terra.

Retirarei da natureza somente o que pode ser substituído, para que nenhuma espécie desapareça da Terra.
Não comprarei produtos relacionados com animais e plantas em vias de extinção ou florestas ameaçadas de desertificação.

Não poluirei o ar, solo ou a água.
Manterei o ambiente à minha volta limpo e respeitarei o ambiente, onde quer que vá.
Chamarei a atenção para casos de poluição e para quaisquer outras formas de abuso da Natureza.
Não desperdiçarei combustível ou energia.
Deliciar-me-ei com a beleza e as maravilhas da Natureza toda a minha vida.