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26 de fevereiro de 2013

212 - Comprar pneus usados


Eu sei que este é um tema muito polémico (basta ver a quantidade de opiniões diversas em fóruns automóveis por essa internet fora) por isso esperei até poder falar com  - já o posso dizer - anos de experiência neste assunto, visto que quase desde o início deste desafio começámos a comprar pneus usados ao invés de novos.

Também gostaria de frisar que esta é a minha opinião, baseada na minha/nossa experiência (aliás, como sempre, mas hoje acho importante reforçar este facto).

Dito isto, nós estamos satisfeitos com a nossa escolha. Infelizmente o Zé Manel tem que fazer bastantes quilómetros quase todos os dias, pois ficou colocado longe de casa e o comboio nem sempre é opção.  Feitas as contas (num período de tempo igual ao período em que utilizávamos pneus novos) comprando pneus usados, gastamos menos dinheiro, não notamos diferença em termos de desempenho ou segurança e, muito importante, reduzimos o nosso impacto no ambiente, pois estamos a dar uma segunda hipótese a pneus que de outra forma iriam para o lixo (ainda que - como vou falar mais à frente - possam vir a ser reciclados. Mas isto continua a poder acontecer depois de passarem por nós...).

Há pneus recauchutados, reconstruídos (remold), semi-novos, usados, ... Posso estar errada, mas pelo que percebi o recauchutado é um pneu que só leva a banda de rodagem nova enquanto que, no caso de um pneu reconstruído, o exterior é todo novo, sobre o "esqueleto" do pneu antigo. Acho que aqui está uma boa explicação (embora haja quem distinga 3 tipos de "recuperação": recapados, recauchutados e remoldados). Penso que semi-novos e usados são a mesma coisa (mas corrijam-me se estiver errada), pneus que já foram usados mas ainda estão em bom estado (como, por exemplo, os pneus de um automóvel que sofreu um acidente e não tem recuperação. Mas os pneus não só não sofreram danos, como até tinham sido trocados há pouco tempo...)

Como disse no início, aparecem testemunhos para todos os gostos. Muitas pessoas a criticar e a rejeitar os recauchutados, os reconstruídos, os usados... A mim parece-me que as questões se prendem principalmente com o desempenho dos pneus quando conduzem a altas velocidades (ai, ai, ai)... Mas posso ter percebido mal... Por outro lado, há muitas pessoas a dizer que não sentiram diferenças entre os pneus recauchutados, ou os reconstruídos, ou os usados e os novos.

Enfim, é muito difícil chegar a uma conclusão baseada nos comentários que se encontram na net ("que novidade", dirão vocês...). No nosso caso temos toda a confiança em quem nos arranja os pneus, e acho que este é o melhor conselho que vos posso dar: encontrem um fornecedor de pneus em quem confiem... E não, não estou a ser irónica (nem inocente), já percebi - por comentários de amigos e conhecidos - que não é assim tão fácil. O máximo que posso fazer é dar-vos o contacto do nosso (se estiverem pelo Porto e arredores...)!

Entretanto, encontrei informação sobre pneus ecológicos e pensei que seriam feitos de materiais mais "simpáticos", mas são ecológicos devido à redução de emissões de CO2, economia de combustível, ... O que é óptimo também, claro, mas... E a notícia que refere a possível utilização de óleo de soja no fabrico de pneus, ao invés de petróleo, faz-me torcer o nariz, pois perdemos, a um ritmo assustador, áreas extensas de floresta tropical para plantações de soja, não se podendo considerar esta hipótese "simpática" para o ambiente, certo? É difícil, ao que parece, encontrar uma solução...

Para já vou continuar a "reusar" pneus e a aplaudir ideias como esta (portuguesa) de reciclar pneus para fabricar asfalto para a pavimentação de estradas, ou esta, de transformar pneus velhos em produtos substitutos da madeira (como, por exemplo, decks exteriores) além da mais conhecida em que a borracha dos pneus dá origem a pavimentos para recintos desportivos, infantis, ...

E, claro, não faltam ideias para reutilizar pneus...

aqui
aqui
aqui

e, muitas, muitas mais há, mas - às vezes - as mais simples são as melhores...


15 de julho de 2010

166 - Alinhar a direcção do carro regularmente


"Alinhar direcção é o procedimento utilizado para corrigir o posicionamento das rodas (conjunto jante/pneu), por forma a que o veículo se movimente colinearmente com a sua linha de eixo".

Se a direcção do carro não estiver "alinhada" vai provocar um desgaste mais rápido dos pneus (mau), aumenta o consumo (péssimo...) e pode até perturbar o comportamento na estrada e a segurança do veículo (igualmente mau, não só para a nossa "saúde", mas também para ambiente, porque se for preciso arranjar ou substituir o carro...).


Devemos alinhar a direcção:
- sempre que houver forte impacto em buracos e obstáculos (ui!...);
- quando for substituído qualquer componente de suspensão ou direcção;
- quando os pneus se desgastarem em excesso ou de forma irregular;
- quando o carro apresentar tendências de instabilidade nas curvas e nas travagens;
- quando, mesmo que nada do que está nos pontos anteriores ocorra (o que dificilmente se verificará...), tiverem passado 10 000 km desde o último alinhamento (para compensar o desgaste e surgimento de folga nos componentes).

Se, ao conduzir numa estrada recta, plana e sem buracos (...), soltar (momentaneamente...) o volante e o carro "fugir" para um dos lados, é porque a direcção está desalinhada...

Simples, não é? Mais simples só mesmo alinhar a direcção da minha bicicleta...


28 de março de 2010

148 - Abdicar do automóvel ao fim-de-semana


Tal como disse quando escrevi sobre como tornar-me uma eco-condutora, neste momento da minha vida não posso abdicar do carro durante a semana. Dou aulas em vários sítios mais ou menos distantes uns dos outros e a rede de transportes que os serve não é suficientemente eficiente para quem precisa de fazer ligações entre vários locais num determinado espaço de tempo. E não, não posso trocar as minhas turmas com outras de outros professores, de maneira a que cada um de nós fique mais perto de casa, como alguém me sugeriu!!!!!!... Mas posso ter cuidado - e tenho - ao fazer os horários, em colocar no mesmo dia sítios que fiquem "no caminho" uns dos outros e, em deixar intervalos, entre as aulas, que me permitam fazer uma eco-condução.

E, muito importante, adoro o que faço e penso que o que de bom traz compensa - pelo menos um bocadinho - as emissões de dióxido de carbono. Por exemplo, como as pessoas saem das aulas mais relaxadas, vão conduzir mais devagar!!!...

Mas claro, tento diminuir o impacto que conduzir um carro produz. E foi com esta ideia em mente que comecei a pensar que seria viável não usar o carro ao fim-de-semana.

Apesar de dar uma aula ao sábado, é relativamente perto e tenho todo o tempo para lá chegar (o mesmo acontece com o Zé Manel e com o seu treino de karate). Ainda por cima, no metro do Porto, podemos transportar bicicletas, desde que não se ultrapasse os quatro velocípedes por veículo, o que devo dizer (das vezes que ando de metro, com ou sem bicicleta), não costuma estar sequer perto de acontecer... Ah! E não esquecer, temos que entrar pela porta traseira. Assim, como estava a dizer, com a bicicleta posso compensar as lacunas na coordenação entre o metro e os autocarros.

Primeiro "problema" resolvido.


Ao Domingo vamos, muitas vezes, a casa da minha mãe, que se "retirou" para uma aldeia entre Penafiel e Amarante, a uns cinquenta e tal quilómetros do Porto. E como? De carro (apesar de já termos ido algumas vezes, voluntariamente, de comboio, estas contam-se pelos dedos de uma mão). Este segundo "problema" é fácil (se já o fizémos...) de resolver. Agora temos é que mudar hábitos entranhados: acordar mais cedo para ir para lá e vir embora mais cedo, porque ao Domingo há menos comboios. Mas nada que a nossa força de vontade (e o bom tempo que se avizinha) não ajudem!

Se ficarmos pelo Porto, temos o parque da cidade a quinze minutos a pé, se quisermos passar uma tarde ao ar livre. E o mar um pouco mais abaixo. E bicicletas e algumas ciclovias. E comboios para nos transportarem a cidades que merecem ser visitadas e de que nos esquecemos tantas vezes (vamos, num próximo Domingo, a Guimarães).

E pronto, tudo o resto é mais fácil...

Será?

Já vejo alguns entraves: quase todos os nosso amigos moram fora do Porto, o que faz com que ir a casa deles sem carro, ao fim-de-semana, à noite, se torne uma aventura (a partir da uma da manhã não há transporte públicos). Ou vimos embora antes ou temos que apanhar um táxi, mas um táxi é um carro e, para isso, usamos o nosso...

Outra situação: quando fazemos caminhadas pela SPID. Vamos daqui para - regra geral - o Gerês (que até é dos sítios mais perto). É impossível (eu sei porque já fiz a viagem muitas vezes, nos escuteiros) ir, primeiro de comboio até Braga e em seguida, de camioneta até ao Gerês, subir à serra, fazer uma boa caminhada e voltar, pelos mesmo meios, num só dia... A atenuante é que marcamos um ponto de encontro e partilhamos os veículos, levando apenas os carros necessários para o número de pessoas que participa na actividade.

Serão excepções à regra?!... Outras situações pontuais surgirão?

Logo verei (e vos direi). Para já, esta fim-de-semana foi muito pacífico. Como ficámos pela cidade, passeámos, andámos a pé e quase (quase...) não usámos tecnologias (vimos um filme em casa), outra medida que também tem sido difícil de cumprir à risca...

Mas, passinho a passinho, chegamos lá!

21 de janeiro de 2010

82 - Conduzir respeitando os limites de velocidade e tornar-me uma eco-condutora


Enquanto estudante, e no início da minha vida de trabalhadora, andei sempre de transportes públicos. Quando mudei de local de trabalho e comecei a demorar, entre casa e escritório, cerca de duas horas (chegaram a ser três!), usando 3 autocarros diferentes e com horários completamente descoordenados, rendi-me ao automóvel. Passei a demorar 15 minutos...

Agora, apesar de ter a sorte de trabalhar em casa uma boa parte do dia, dou aulas em sítios tão diferentes como porto, matosinhos, aeroporto, valongo, gandra, tendo, muitas vezes, de me deslocar, num relativamente curto espaço de tempo, de um destes sítios para outro. E o mesmo acontece com o Zé Manel.

Quando passámos a viver juntos vendemos um dos carros (cada um tinha o seu...) e agora partilhamos um automóvel, coordenando os nossos horários e rentabilizando, sempre que possível, as viagens (conseguirmos ir os dois, numa só viagem, para sítios diferentes, um dando “boleia” ao outro).

Portanto, para já, não podemos vender o carro... mas estamos a esforçar-nos para pôr em prática medidas que nos permitem reduzir o impacto ambiental de conduzir automóvel. Até aprendi a medir a pressão do pneus e agora faço-o todos os meses!

A eco-condução passa por isso mesmo, adoptar hábitos de condução que permitam reduzir o consumo de combustível e a emissão de gases poluentes.

Uma das primeiras regras é conduzir devagar...

(o estado zen tem um óptimo artigo com motivos - não só ecológicos... - para conduzir devagar e dicas para o fazer, óptimas para quem tem tendência a irritar-se no trânsito)

Já faço uma coisa bem, porque dentro da cidade (onde, segundo a proteste o tipo de condução tem maior influência no consumo e nas emissões, em comparação com a condução nas autoestradas), conduzo sempre respeitando os limites. Este vai ser um óptimo trabalho para o Zé Manel que não é nada zen a conduzir: irrita-se com os "chicos espertos" e, pelas acelerações e travagens que faz, parece que está a conduzir num circuito de rali...


Tenho é que, apesar de tudo, conter-me fora da cidade, onde conduzo mais. Confesso que realmente gosto de conduzir, e numa via rápida e com uma boa música, lá me foge o pé e já ultrapassei, e bem, os 120km/hora... Tenho que começar a ter atenção, mais do que à velocidade (...) ao conta-rotações e mantê-lo nas 2000 r/min, no caso do nosso carro que é a diesel (mais ecológico do que a gasolina!!!).

Como parece que o simulador de condução ecológica ainda é apenas um trabalho académico, e o Alentejo fica um bocado longe para ir ver se sou uma condutora eco-evoluída, vou começar a usar mais o computador de bordo e ir verificando o consumo, para poder ver se as nossas mudanças na condução se reflectem no gasto de combustível.

No balanço deste mês já devo ter novidades...

Deixo aqui ficar as 10 normas básicas da condução ecológica:

1. Arrancar e pôr em movimento
Ligar o motor sem pisar o acelerador;
- Nos motores a gasolina iniciar a condução logo após ignição;
- Nos motores a diesel esperar uns segundos antes de começar a viagem.

2. Primeira mudança
Só a usar quando se inicia a viajem, mudar para a segunda dois segundos depois.

3. Aceleração e mudança de velocidades
Segundo as rotações:
- Nos motores a gasolina: entre as 2000 e as 2500 r/min;
- Nos motores a diesel: entre as 1500 e as 2000 r/min;
Segundo a velocidade:
- a 2ª aos 2 segundos, a 3ª a partir dos 30km, a 4ª a partir dos 40km, a 5ª a partir dos 50km;
Acelera depois da mudança da velocidade;
Utilização das mudanças:
- Circular sempre que possível nas mudanças mais altas e a baixas rotações;
- É preferível circular nas mudanças mais altas pisando o acelerador na mudança mais alta do que com as mudanças mais baixas;
- Na cidade sempre que possível utilizar a 4ª ou 5ª;
O automóvel consome menos nas mudanças mais altas e a baixas rotações. Por exemplo um automóvel de pequena cilindrada que circule a uma velocidade de 60km/h, em 3ª consome cerca de 7 litros de gasolina, em 4ª pouco mais de 6 e em 5ª 6 litros.

4. Velocidade de circulação
Mantê-la o mais uniforme possível, procurando fluidez na circulação, evitando as travagens, as acelerações e as mudanças de velocidades desnecessárias;
Moderar: o consumo de combustível aumenta em função da velocidade elevada ao quadrado. Um aumento de velocidade de 20% (por exemplo, passar de 100 para 120km/h) significa um aumento de 44% no consumo (de 8l/100km para 11.5l/100km).

5. Desaceleração
Tirar o pé de acelerador e deixar a mudança engrenada;
Travar suavemente com o travão de pé;
Reduzir a velocidade o mais tarde possível, especialmente nas descidas.

6. Travagem
Sempre que a velocidade e o espaço o permitam, travar o veículo sem reduzir previamente a mudança.

7. Paragem
Nas paragens prolongadas (acima de 60 segundos), é recomendável desligar o motor.

8. Antecipação e previsão
Conduzir sempre com uma adequada distância de segurança e um amplo ângulo de visão quer permita ver 2 ou 3 veículos à frente;
No momento em que detecte um obstáculo ou uma redução da velocidade de circulação na estrada levantar o pé do acelerador para antecipar as manobras seguintes.

9. Segurança
Na maioria das situações, aplicar as regras da condução eficiente contribui para um aumento da segurança rodoviária;
Mas obviamente existem circunstâncias que requerem acções específicas distintas para que a segurança não seja afectada.

10. E recorde que...
Circulando a qualquer velocidade, sem pisar o acelerador, e acima de 1500r/m ou uns 20km/h o consumo é nulo!

5 de janeiro de 2010

66 - Não usar toalhas de papel ao abastecer o automóvel


Ao contrário do meu irmão caçula não gosto mesmo nada dos cheiros típicos de um posto de combustível (para o André são perfumes!): o cheiro a gasolina e, ainda pior, o cheiro a gasóleo.

O carro que temos neste momento é a... gasóleo. Sempre que o vou abastecer de combustível, resisto às luvas (por questões ambientais e porque sou alérgica - e por esta ordem porque quando descobri a alergia já não as usava pelo primeiro motivo...) mas pego logo numa toalha de papel que uso para impedir qualquer encontro entre a minha pele e o gasóleo.


Fazendo contas: abastecendo eu o automóvel, em média, duas vezes por semana (quando o Zé Manel o faz não usa nada, acho que também gosta do cheirinho), ao fim de um ano usei 104 folhas de papel, que provavelmente não são recicladas porque o caixote do lixo recebe papéis, luvas e o que os automobilistas lá quiserem deitar. É bastante.

Solução: colocar, na bolsa da bagageira (também pode ser na porta do passageiro ou até do condutor, mas o meu nariz é muito sensível), um pano velho, usando-o para o mesmo fim. Quando começar a ficar sujo, lavá-lo juntamente com os panos de limpeza. Ou, mais radical, se for um pano mesmo muito velho, um verdadeiro trapo, depois de alguns abastecimentos, deitá-lo fora...

6 de novembro de 2009

6 - Verificar a pressão dos pneus


Sei mudar um pneu (embora nunca tenha preciso de o fazer sozinha), estou atenta ao barulhos diferentes que possam surgir no carro que partilho com o meu namorado, sei ver o nível do óleo (e se for preciso, acrescentar), sei conduzir! Tudo coisas que, nalgumas mentes preconceituosas deste séc. XXI, são de estranhar numa mulher...

Mas tenho que confessar que não sabia, até hoje, rectificar a pressão dos pneus. O que, vejo agora, depois de o ter feito pela 1ª vez, é realmente uma vergonha. É tão fácil.


Pedi ao Zé Manel (que o sabe fazer) para vir comigo nesta, pensava eu, custosa tarefa. Fomos até à estação de serviço perto do nosso apartamento para a minha lição...

1º - devemos verificar a pressão com os pneus frios (se, para chegar à estação de serviço, tiver que conduzir mais de 3 km, deve aguardar 10 minutos antes de o fazer ou, segundo também li, acrescentar 0,3 bar ao valor referido);

2º - ver qual a pressão ideal (normalmente está num autocolante na porta do condutor) para os pneus da frente e para os de trás. No caso do nosso carro convém saber que pneus estão a ser usados porque a tabela tem várias hipóteses. Tem também os valores conforme o número de pessoas a a carga que habitualmente o carro leva. E como é uma tabela muito completa tem os valores em bar e em psi;

3º - marcar no aparelho (terá um nome técnico?) o valor pretendido (eu escolhi em bar). Onde estávamos, segundo o zé manel, o bichinho é moderno, ou seja, digital;

4º - e como é moderno, tiramos a tampinha da válvula, colocamos a agulheta e esperamos pelo "sinal sonoro" - que é uma espécie de pfffffff - e já está! É só fazer mais 3 vezes.

Devemos fazer isto uma uma vez por mês ou segundo outras opiniões, de 15 em 15 dias (provavelmente se fizermos muitos quilómetros). A pressão dos pneus a menos 0,5 bar do recomendado aumenta o consumo em cerca de 2% a 3%.

Se nunca o fizeram, vão experimentar, não custa nada!

Este site, fazendo referência ao livro “Como esticar o salário e encurtar o mês” (como a economia pode ser amiga da ecologia...) diz-nos que a maioria dos aparelhos que controlam a pressão do ar nos postos de abastecimento está descalibrada, e que o erro de leitura pode ultrapassar os 3 psi. A ser verdade, devemos encher um pouco mais além do valor de referência.

Como não tinha a certeza, joguei pelo seguro e pus o valor indicado.