7 de outubro de 2013
216 - Comprar uma bicicleta "verde"...
2 de janeiro de 2011
187 - Consumir apenas mel biológico
Como o uso era pouco, nem me lembro de comprar mel: aparecia cá por casa! Mas agora até o tenho usado mais, principalmente nos produtos de beleza caseiros... E acabou, e precisei de mais e - claro... - lá vai a Ema procurar o mel mais sustentável. (Já não há compras "inocentes"...)


15 de novembro de 2010
183 - Comprar apenas café biológico, do comércio justo e torrado na região
E lá parti eu em demanda do santo graal dos cafés...
Em quase todas as lojas ou zonas de lojas dedicadas ao comércio justo há embalagens de café proveniente do comércio justo e/ou biológico... mas não são portuguesas... E eu queria um café que fosse as três coisas:
- biológico porque se, por exemplo, apenas uma família mudar, durante um ano, para café biológico, está a proteger 2800m2 de floresta tropical. Apenas uma família!!!;
- justo porque, tal como no caso do chocolate, trabalhadores são explorados (escravizados será talvez mais correcto nalguns casos) nas plantações de café "normais". Neste momento é a segunda mercadoria comercial mais valiosa (a primeira é o petróleo) o que deve corresponder a um "vale tudo", por parte das empresas, para chegar ao topo. O café foi o primeiro (e ainda hoje o mais vendido) produto de comércio justo. O filme black gold (seleccionado para vários festivais de cinema) retrata este mundo e parece-me muito interessante mas chegar às salas portuguesas é que não... Foi exibido, em Julho, na Gulbenkian, alguém viu?;
- e torrado por cá, pelos motivos do costume, já por mim explanados por aqui.

E não é que o descobri, mais perto (e rápido) do que pensava?
A Delta, marca 100% portuguesa, tem café biológico, café justo e café torrado em Portugal. Todos juntos num só? Parece que sim...
Segundo o apresentação interactiva no seu site, a marca adquire café (da maneira como está colocado tanto pode ser todo, como parte...) através do comércio justo, desenvolve acções para promover a capacitação dos produtores, a melhoria de condições dos trabalhadores e incentiva o cultivo de café de forma sustentável. Fá-lo, pelo menos, desde 2007. É a única empresa portuguesa certificada pelo Sistema de Responsabilidade Social SA 8000, e, pelas várias notícias que encontrei, parece fazer um esforço genuíno para o que os seus produtos sejam verdadeiramente sustentáveis.
Assim, todos os cafés serão provenientes de um comércio (mais) justo e de um cultivo (mais) biológico. Mas depois têm apenas um café de agricultura biológica certificado. E é por isto que fico confundida. Se calhar é porque é muito difícil todo o processo de certificação (algo que tenho aprendido ao longo destes meses) e não porque os outros não o sejam também. O que acham?
Mas têm também uma gama maravilhosa (!), a "Origens Seleccionadas Delta", com as variantes Timor, Colômbia, Manaus e Mussulo, que tem a certificação da Rainforest Alliance, que comprova não só a prática de uma agricultura biológica mas também a remuneração justa dos agricultores. Perfeito, não?

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14 de julho de 2010
165 - Comprar apenas sal artesanal

esta salina em Aveiro já desapareceu...
Ainda por cima, o nosso sal é considerado um dos melhores do mundo, por isso não há necessidade de comprar sal dos Himalaias ou de uma ilha no Pacífico, só por que é exótico.
10 de julho de 2010
161 - Aderir à causa "Buy Handmade"



1 de julho de 2010
152 - Encontrar prendas para bébés amigas do ambiente
Quase todos os meus amigos têm ou começam a ter bébés... Ao procurar um presente para oferecer a uma bébé recém-nascida lembrei-me que seria óptimo começar a ensinar-lhe, de pequenina, a defender o ambiente...
Que presentes "verdes" oferecer a um bébé?

Ainda por cima - descobrimos ao oferecê-lo - condizia com a decoração do quarto. Tenho a certeza que vai contribuir para uns bons sonhos!
este livro também é uma boa prenda (acho que vai ser a próxima)
26 de março de 2010
146 - Comprar/semear plantas que necessitem de pouca rega e, de preferência, nativas

13 de março de 2010
133 - Consumir apenas carne da região e biológica (esta também é exclusiva do Zé Manel...)
E já agora que tal aderir às segundas sem carne?... Pode parecer pouco, mas se todos os que comem carne deixarem de o fazer apenas durante um dia, a diferença é notória (em termos ambientais). Por exemplo, "se a população total dos Estados Unidos não comesse carne às segundas, a redução das emissões (de gases que provocam o efeito de estufa) seria equivalente ao que ocorreria se todas as pessoas do país trocassem seus veículos comuns por um carro eficiente energeticamente, como o híbrido Toyota Prius. A quantidade de água economizada seria suficiente para que cada pessoa enchesse a sua banheira aproximadamente 20 vezes por ano, e evitar-se-ia o consumo de 12 bilhões de galões de gasolina".
23 de fevereiro de 2010
115 - Comprar uma vassoura "amiga do ambiente"

25 de janeiro de 2010
86 - Conhecer os rótulos de agricultura biológica
Antes de passar para a questão dos rótulos gostava de dizer que sei que há muitos pequenos produtores de agricultura biológica que não têm certificação (outra entidade que certifica). Tenho o exemplo da minha mãe (que é mais micro do que pequena produtora...) que fez várias formações (por entidades certificadas) sobre o assunto, pratica diariamente uma agricultura ambientalmente sustentável e (na verdade nem procura) não tem nenhuma certificação. Como ela há muitos, a escalas diferentes (incluindo os que fornecem cabazes ao domicílio), alguns que até procuram essa tal certificação biológica, mas que não a conseguem (os parâmetros de avaliação são extremamente elevados, segundo me disseram).



E já agora votar, até ao fim deste mês, no novo símbolo europeu para a agricultura biológica:
19 de janeiro de 2010
80 - Comprar apenas legumes da época e nacionais (de preferência biológicos)
25 de dezembro de 2009
55 - Fazer o prato vegetariano de almoço de Natal só com produtos nacionais e da época
Rolos de Couve (há lá coisa mais portuguesa!)
(cozinhados por mim, em casa da minha mãe, em Vila Meã, Amarante)
tempo de preparação: 40 minutos
tempo total de cozedura: 30 minutos
porções: 6
- 6 folhas grandes de couve (penca, de Vila Meã)
recheio
- 2 colheres de chá de azeite (caseiro, de Trás-os-Montes);
- 4 cebolas bem picadas (de agricultura biológica, do quintal da minha mãe);
- 1 dente de alho esmagado (da mesma proveniência das cebolas);
- 2 colheres de sopa de concentrado de tomate (nada de concentrado: molho de tomate, caseiro, feito, no verão, com tomates biológicos em... Vila Meã);
- 75 g de corintos (portugueses, mas não sei de onde);
- 2 colheres de amêndoas lascadas (portuguesas, de Trás-os-Montes);
- 1 colher de chá de sementes de cominhos (não sei a proveniência, estão num frasco sem etiqueta);
- 1/2 colher de chá de canela em pó (não sei a proveniência, mas não deve ser portuguesa);
- 2 colheres de sopa de salsa finamente picada (biológica, apanhada na altura);
- 470g de arroz longo cozido (bem português!);
- 250ml de caldo de legumes (feito no momento, com legumes caseiros e biológicos).
molho de iogurte
- 185g de iogurte natural (da Longavida);
- 1 colher de chá de cominhos moídos (não sei...);
- 1 colher de sopa de hortelã finamente picada ("selvagem", apanhada na altura).
1 - Aqueça previamente o forno a 190ºC. Unte um prato fundo de ir ao forno com manteiga derretida ou óleo (usei azeite).
2 - Em água a ferver (juntei sal), escalde as folhas de couve durante 10 segundos ou até ficarem macias e maleáveis. Escorra, retire o talo das folhas e reserve.
3 - Para fazer o recheio: aqueça o azeite num tacho grande, junte a cebola e o alho e cozinhe em lume brando durante 30 segundos (que precisão...). Adicione o concentrado (molho) de tomate, as passas de corinto, canela, salsa e arroz, mexendo até estar tudo bem combinado. Retire do lume e deixe arrefecer ligeiramente.
4 - Coloque 3 colheres de sopa do recheio na borda de uma folha de couve. Enrole a folha, dobrando as extremidades. Repita este processo com as restantes folhas e recheio. Coloque os rolos, com a dobra virada para baixo, no prato de ir ao forno e regue com o caldo. Em cima dos rolos coloque um prato de ir ao forno invertido para evitar que se desmanchem (não coloquei e não fez falta). Cubra com papel de alumínio e leve ao forno durante 20-25 minutos ou até os rolos estarem bem quentes.
5 - Para fazer o molho de iogurte: misture o iogurte com os cominhos e a hortelã. Sirva a acompanhar os rolos de couve, frios ou quentes (quentes, frios não são tão bons). O molho de iogurte deve ser feito na hora de servir.
in
O livro essencial da cozinha vegetariana
Susan Tomnay (direcção) - Murdoch Books
Könemann
Colónia, 2000
Hum!!! Ficaram muito bons! E, tirando os condimentos (a lembrar o Oriente...), com ingredientes portugueses e os frescos da época e biológicos! Vou ter que repetir fora desta farta época natalícia, para apreciar melhor...
15 de dezembro de 2009
45 - Conhecer os vários rótulos ecológicos
Tipo II ou alegações ambientais auto-declaradas (ISO 14021) – prevê a alegação sobre aspectos ambientais de um produto, não sendo certificado nem recorrendo a critérios validados, pelo que o seu nível de transparência e credibilidade é menor do que os outros dois tipos;
Tipo III ou declarações ambientais do produto (ISO 14025) – prevê a quantificação dos impactes ambientais do produto ao longo do seu ciclo de vida, sendo os dados verificados por uma entidade independente, servindo como instrumento de comunicação ao fornecer informação verificável e rigorosa sobre aspectos ambientais.
Tintas Robialac - Hempel Portugal (tintas e esmaltes) - Natura Pura Ibérica (roupa para bébés) - Refúgio Atlântico (hotel na Madeira) - Turiviana (estalagem em Viana do Castelo) - Lasa (roupa para a casa) - F.Lima (várias marcas e produtos - novycera, wc pato, l'arbre vert, diese,... - pelo que percebi, nem todos certificados) - Tintas Dyrup - Renova - Coelima (roupa para a casa).
Quase tudo coisas que compramos mensalmente...
Há outros rótulos ecológicos:
Energy Star, eficiência energética; Nordic Swan (países nórdicos), cobre 67 grupos de produtos; Green Seal, Eua; Blue Angel (Alemanha), a Lexmark e algumas impressoras da Océ tem este selo!; NF environnement (França); ECOMARK, Japão; Max Havelaar Fairtrade, associado ao comércio justo; OEKO-TEX®, produtos têxteis; Korea Eco-Label; Thai Green Label Scheme, Tailândia; ECOMark Scheme of India; ...
Mas, tirando a Energy Star (nos computadores), nunca encontrei, até hoje, nenhum destes outros rótulos ecológicos, quando ando há procura de produtos mais amigos do ambiente! Até porque normalmente, certificam produtos do seu país ou região.
E volto à "velha questão": vou comprar um produto certificado que vem do Japão ou da Koreia, ou um equivalente, não certificado, de Portugal ou mesmo de Espanha? Por exemplo - visto que ando à procura deste item - há umas velas de uma marca sueca, certificadas. Se conseguir encomendá-las pela internet, compro-as? Ou procuro, por cá, numa feira de artesanato ou numa loja mais "alternativa", umas velas feitas artesanalmente (sem parafina...) mas sem certificação? Eu opto pela segunda. Não é melhor?
Pelo que percebi, qualquer um pode colocar num seu produto um selo a dizer produto ecológico, amigo do ambiente, biodegradável: inserem-se no Tipo II, categoria onde estão a maioria dos produtos dito ecológicos... mas e como sabemos se realmente o são? Segundo a proteste "a maioria das regras criadas para regular o uso de alegações ambientais são recomendações, standards ou códigos de boas práticas, mas não legislação. Não são, pois, obrigatórias e isso reduz o seu efeito."
Funcionamos então na base da confiança, certo?
21 de novembro de 2009
21 - Preferir produtos "made in Portugal" - 560

8 de novembro de 2009
8 - Comprar apenas fruta da época e nacional (de preferência biológica)
- tangerina
- romã
- pêra
- maçã
- laranja
- limão (a única, em portugal continental, que é "da época" os 12 meses...)
- kiwi
- diospiro
para quem for das ilhas:
- banana da madeira (todo o ano)
- ananás dos açores (todo o ano)
frutos secos:
- amêndoas
- avelãs
- castanhas
- nozes
(aqui tem a listagem das frutas e legumes de cada mês)

se quiserem testar os vossos conhecimentos sobre os nutrientes das frutas vão aqui.






