4 de dezembro de 2017
7 de outubro de 2013
216 - Comprar uma bicicleta "verde"...
9 de maio de 2013
213 - Evitar comprar artigos em plástico
No nosso quarto há menos plástico. Além dos casos referidos no parágrafo seguinte, encontro plástico no rádio do zé manel, na balança, no espelho de rosto e nos óculos de sol. Ah, e na bijuteria!...
Pela casa toda, tomadas, interruptores, cabos e fichas eléctricas, os temporizadores, partes dos estores interiores, são de plástico. Os estores exteriores são de plástico. As campainhas, na entrada do prédio, são de plástico.
E tenho a certeza que deixei escapar algumas coisas... Até porque há muito plástico "escondido"...
Mas... por ser eterno, não se (bio)degrada, perturbando os ciclos naturais. Já todo vimos imagens do que acontece, por exemplo, a animais marinhos que ingerem plástico. Podem rever algumas aqui, através do trabalho do fotógrafo Chris Jordan. E se forem à praia - no inverno (porque no verão são limpas) - na maré baixa...
Resumidamente (podem ler mais aqui, aqui) o fabrico do plástico (a partir do petróleo) liberta químicos poluentes. A reciclagem parece não ser viável para todos os tipos de plástico e, pelo que percebi, não é possível transformar uma garrafa de plástico noutra garrafa de plástico pois o plástico reciclado é de qualidade inferior. Se, por exemplo for transformado num saco plástico e este for "abandonado", ao desfazer-se em pequenas partículas acaba por entrar na cadeia alimentar. O plástico correctamente recolhido e que não é reciclado é... incinerado (este artigo é muito interessante). O que, mesmo que permita a produção de energia, não me parece muito sustentável. Estejam livres para me corrigir, caso esteja a dizer alguma asneira. E, em relação aos bioplásticos (como pude descobrir quando falei sobre os sacos de lixo)... Bom, leiam os comentários ao post, onde alguns leitores ajudaram a desmistificá-los.
Quanto a mim, como sabe quem por aqui anda desde o início (se não é o caso, aqui estão todas as medidas relacionadas com o plástico) tenho vindo a deixar de usar determinados "apetrechos" plásticos (cotonetes, palhinhas, ...) e a alterar hábitos para diminuir a quantidade que entra cá em casa, sendo o mais importante - quanto a mim - o comprar a granel, sempre que possível.
A propósito de precisar de uma tábua de cozinha nova e de ter sido tentada por umas muito giras, coloridas (e de plástico...) decidi deixar de adquirir objectos de/com plástico. Pode parecer um pouco radical, até tendo em conta que não se compram tábuas de cozinha todos os dias... Mas foi o meu momento de viragem, o que é que se há-de fazer? Vou evitar - ardentemente - que entre mais plástico cá em casa. Onde me levará esta decisão? Vou-vos mantendo informados... Para já não vou ter, de certeza, pedacinhos de plástico na minha comida, pois ando na senda de uma bela tábua de madeira ou de bambu.
26 de fevereiro de 2013
212 - Comprar pneus usados
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24 de novembro de 2012
209 - Comprar apenas pilhas recarregáveis
15 de setembro de 2011
196 - Comprar algodão hidrófilo biológico

9 de abril de 2011
190 - Não ter um "porquinho mealheiro"...
O que está aqui em questão não é o receptáculo, seja de que forma for, mas o que guardamos lá dentro.
15 de novembro de 2010
183 - Comprar apenas café biológico, do comércio justo e torrado na região
E lá parti eu em demanda do santo graal dos cafés...
Em quase todas as lojas ou zonas de lojas dedicadas ao comércio justo há embalagens de café proveniente do comércio justo e/ou biológico... mas não são portuguesas... E eu queria um café que fosse as três coisas:
- biológico porque se, por exemplo, apenas uma família mudar, durante um ano, para café biológico, está a proteger 2800m2 de floresta tropical. Apenas uma família!!!;
- justo porque, tal como no caso do chocolate, trabalhadores são explorados (escravizados será talvez mais correcto nalguns casos) nas plantações de café "normais". Neste momento é a segunda mercadoria comercial mais valiosa (a primeira é o petróleo) o que deve corresponder a um "vale tudo", por parte das empresas, para chegar ao topo. O café foi o primeiro (e ainda hoje o mais vendido) produto de comércio justo. O filme black gold (seleccionado para vários festivais de cinema) retrata este mundo e parece-me muito interessante mas chegar às salas portuguesas é que não... Foi exibido, em Julho, na Gulbenkian, alguém viu?;
- e torrado por cá, pelos motivos do costume, já por mim explanados por aqui.

E não é que o descobri, mais perto (e rápido) do que pensava?
A Delta, marca 100% portuguesa, tem café biológico, café justo e café torrado em Portugal. Todos juntos num só? Parece que sim...
Segundo o apresentação interactiva no seu site, a marca adquire café (da maneira como está colocado tanto pode ser todo, como parte...) através do comércio justo, desenvolve acções para promover a capacitação dos produtores, a melhoria de condições dos trabalhadores e incentiva o cultivo de café de forma sustentável. Fá-lo, pelo menos, desde 2007. É a única empresa portuguesa certificada pelo Sistema de Responsabilidade Social SA 8000, e, pelas várias notícias que encontrei, parece fazer um esforço genuíno para o que os seus produtos sejam verdadeiramente sustentáveis.
Assim, todos os cafés serão provenientes de um comércio (mais) justo e de um cultivo (mais) biológico. Mas depois têm apenas um café de agricultura biológica certificado. E é por isto que fico confundida. Se calhar é porque é muito difícil todo o processo de certificação (algo que tenho aprendido ao longo destes meses) e não porque os outros não o sejam também. O que acham?
Mas têm também uma gama maravilhosa (!), a "Origens Seleccionadas Delta", com as variantes Timor, Colômbia, Manaus e Mussulo, que tem a certificação da Rainforest Alliance, que comprova não só a prática de uma agricultura biológica mas também a remuneração justa dos agricultores. Perfeito, não?

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26 de outubro de 2010
177 - Comprar uma esfregona "verde"
A nossa esfregona morreu...

24 de outubro de 2010
175 - Não comprar queijo fatiado
Assim - daqui para a frente - queijo inteiro, ou melhor, 1 quarto de queijo (senão estraga-se antes de ser consumido) cortado pela menina ao balcão, com uma faca e embrulhado em papel. Nada de embalagens de plástico, nada de cortado na máquina da loja.
Já cá estava e nunca era usado para o que é suposto - cortar batatas às rodelas. Assim nomeei-o "o nosso cortador de queijo" (ainda bem que não era dos de cortar batatas onduladas...)!
14 de julho de 2010
165 - Comprar apenas sal artesanal

esta salina em Aveiro já desapareceu...
Ainda por cima, o nosso sal é considerado um dos melhores do mundo, por isso não há necessidade de comprar sal dos Himalaias ou de uma ilha no Pacífico, só por que é exótico.
12 de julho de 2010
163 - Adoptar um gel de banho natural
Lição de hoje: não ir à compras com pressa. Nada, nada ecológico...

Pontos positivos
- não contém parabenos, nem corantes, nem phtalatos, nem phenoxyethanol, ...
- alguns dos ingredientes:
- eu também ia referir o facto de achar estranho o gel ser transparente. Aprendi a fazer sabonete e sabonete líquido com a Sylvia (o príncipio é o mesmo do gel de banho...) e o resultado é um líquido cremoso, de um amarelo apetitoso, mas nada transparente. Mas neste momento este pormenor já não me parece tão importante. O que me leva ao último ponto...
9 de julho de 2010
160 - Comprar, quando forem mesmo necessários, guardanapos de papel reciclado
Sabem, aquelas alturas em que precisam de guardanapos para muitas pessoas? Mesmo muitas pessoas? E não têm, nem de perto nem de longe, guardanapos de pano suficientes?
Pois é, foi o que me aconteceu.
Nós já não compramos guardanapos de papel desde o início deste desafio (e mesmo antes só os usávamos esporadicamente), mas confesso que normalmente gostava daqueles maiores, mais espessos e de cor (ai, ai, ai...), a condizer com o resto da decoração...
Como tal, lá fui eu comprar guardanapos de papel, mas reciclados, porque apesar de tudo têm algumas vantagens: há menos consumo de recursos naturais, menos "contribuição" para os aterros ou incineração, a sua transformação consome menos água e energia («240 kw/h por tonelada de fibra secundária contra 1000 kw/h por tonelada de fibra virgem») e menos detritos sólidos.
Realmente, no meio de tanta cor, fica difícil optar pelos pardos e "insignificantes" guardanapos reciclados...
Comprei os da Renovagreen (0,85€ uma embalagem com 90 guardanapos), marca de que já falei no post sobre os rolos de papel de cozinha. Ainda procurei da marca Continente - porque estava lá, claro - mas também porque já comprei papel higiénico reciclado desta marca, mas não os encontrei (posso até nem ter reparado, no meio de tanto guardanapo...).
Só ainda não percebi porque é que, aqui, os guardanapos reciclados são de um branco acinzentado e nos EUA, por exemplo, são castanhos (da cor do cartão):
E, no final, coloquei os guardanapos usados na compostagem, porque, segundo o que aprendi quando fiz a oficina de compostagem, papel com vestígios de gordura não dá para reciclar.
8 de julho de 2010
159 - Não comprar café, para a máquina, em pastilhas


4 de julho de 2010
155 - Arranjar uma lanterna que funcione sem pilhas



2 de julho de 2010
153 - Comprar cereais a granel

1 de julho de 2010
152 - Encontrar prendas para bébés amigas do ambiente
Quase todos os meus amigos têm ou começam a ter bébés... Ao procurar um presente para oferecer a uma bébé recém-nascida lembrei-me que seria óptimo começar a ensinar-lhe, de pequenina, a defender o ambiente...
Que presentes "verdes" oferecer a um bébé?

Ainda por cima - descobrimos ao oferecê-lo - condizia com a decoração do quarto. Tenho a certeza que vai contribuir para uns bons sonhos!
este livro também é uma boa prenda (acho que vai ser a próxima)
17 de março de 2010
137 - Substituir as lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas (?)
2 - proteger as mãos com luvas de borracha e a boca com uma máscara;
3 - com muito cuidado colocar as peças maiores num contentor com tampa. Preferencialmente um de vidro com tampa de metal;
4 - apanhar as peças pequenas e o pó com dois pedaços de papel duro;
5 - deitar os vidros, o pó e o papel no contentor;
6 - usar qualquer tipo de fita adesiva para limpar a zona onde a lâmpada caiu;
7 - limpar de seguida com um pano húmido ou com papel de cozinha para apanhar todas as partículas;
8 - colocar tudo, fitas, panos e partículas no contentor, tapá-lo e etiquetá-lo;
9 - levar o contentor ao ecocentro mais próximo ou telefonar à câmara para o remover.
















